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O que é glúten?
As dietas sem glúten se tornaram as favoritas das celebridades, que começaram a apostar em alimentos livres da substância para perder peso e regular o funcionamento do organismo. Apesar da grande fama desse novo tipo de alimentação, poucas pessoas conhecem os verdadeiros motivos para eliminar o glúten da dieta, e os benefícios dessa prática para o corpo.
Glúten: o que é
O glúten é um tipo de proteína encontrada em alguns cereais, como centeio, trigo, cevada e aveia, e em seus derivados. Essa substância é responsável por conferir viscosidade e elasticidade aos alimentos, além de ajudar na fermentação de bolos, massas e pães. Apesar de estar presente em grande parte da nossa alimentação diária, o glúten pode causar diversos malefícios ao corpo.
Intolerância ao glúten: doença celíaca
Muitas pessoas possuem hipersensibilidade ao glúten e, ao ingerir a proteína, são acometidas pela doença celíaca. Entre os sintomas da intolerância ao glúten estão dores abdominais, diarreia, danos nas paredes do intestino, dificuldade para absorver nutrientes, gases, fadiga, prisão de ventre e inchaço abdominal. A única maneira de acabar com as consequências da doença no organismo é seguir uma dieta com pouco, ou sem glúten.
Pessoas que não são hipersensíveis à substância também podem sofrer com os mesmos sintomas, mas em escala reduzida.
Dieta sem glúten para emagrecer
A suspensão do consumo de glúten não ajuda diretamente na perda de peso, mas pode ser uma aliada do processo de emagrecimento e ainda melhorar o funcionamento do intestino. Quando não consumimos glúten, estamos evitando uma série de alimentos calóricos e ricos em carboidratos, como as farinhas e os pães. Além disso, uma dieta livre da proteína melhora a digestão, reduz o inchaço abdominal e acelera o metabolismo e a queima de calorias.
Alimentos sem glúten
Alguns alimentos podem ser ótimos substitutos dos cereais ricos em glúten, como o trigo, que conta com 30% de glutenina (responsável pela síntese de glúten) em sua composição.
Quinoa, amaranto, sementes de girassol, arroz, milho, soja e mandioca são alguns exemplos de cereais, vegetais e leguminosas que podem completar a alimentação sem glúten de forma bastante satisfatória.
Benefícios das nozes para a saúde
Tradicionais em festas de Natal e Ano novo, as nozes possuem lugares garantidos na mesa nessas datas de final de ano. Elas fazem parte do grupo de oleaginosas, que possuem inúmeros nutrientes como antioxidantes, minerais, vitaminas e gordura boa para o nosso corpo. Conheça alguns benefícios das nozes para a saúde.
Principais nutrientes das nozes
Gordura monoinsaturada, que auxilia na saúde cardiovascular
Glutationa e vitamina E, propriedades antioxidantes que ajudam no combate ao excesso de radicais livres, que são responsáveis por diversas doenças, como o câncer
Cálcio, fibras e zinco, que auxiliam na sensação de saciedade do corpo e fazem com que você sinta menos fome
Ômega 3 e 6
Vitamina C
Potássio e arginina
Benefícios das nozes
Reduz a taxa de colesterol ruim
Evita o acúmulo de gordura
Controla a pressão arterial
Ajuda na cicatrização da pele
Reduz crescimento de células malignas no corpo
Melhora circulação sanguínea
Dica:
Ingerir no mínimo cinco e no máximo dez unidades por dia, pois apesar de trazer muitos benefícios, as nozes são calóricas.
A erva-doce
A erva-doce, também conhecida como anis é uma planta originária do Meio Oriente cujo cultivo estendeu-se até as regiões mais cálidas do Mediterrâneo, até o ponto de que a Espanha é, no mundo, uma dos maiores exportadores desta planta.
É com os seus frutos que trabalha-se na medicina erval, e deles que tiramos os maiores benefícios; evita-se o uso do resto da planta pois eles trazem problemas secundários ao organismo. Mas falemos dos benefícios da erva-doce, já que eles são numerosos e o que nos compete.
A erva-doce é uma das plantas medicinais mais efetivas no que se refere à ação carminativa, aperitiva e tonificante. Suas propriedades digestivas fazem dela uma forte aliada para a limpeza dos intestinos e do estômago.
Esta planta também atua sobre o aparato respiratório, e facilita a expulsão das mucosidades alojadas nos brônquios. A erva-doce é ideal para asmáticos e bronquíticos, assim como também para aqueles que desejam deixar de fumar. Neste último caso o efeito da planta é como antídoto contra a nicotina e dos alquitrãs do tabaco.
Mas a erva-doce também atua sobre as glândulas mamarias, aumentando a produção de leite das mulheres que estão amamentando. Além disso, a erva-doce é liberado com o leite materno, pelo qual os bebês de peito também podem aproveitar seus benefícios.
Agora que sabemos seus benefícios, como deve consumir-se a erva-doce? O recomendado é uma infusão com uma colherinha de café dos frutos por cada xícara de água, bebendo até três xícaras por dia.
É com os seus frutos que trabalha-se na medicina erval, e deles que tiramos os maiores benefícios; evita-se o uso do resto da planta pois eles trazem problemas secundários ao organismo. Mas falemos dos benefícios da erva-doce, já que eles são numerosos e o que nos compete.
A erva-doce é uma das plantas medicinais mais efetivas no que se refere à ação carminativa, aperitiva e tonificante. Suas propriedades digestivas fazem dela uma forte aliada para a limpeza dos intestinos e do estômago.
Esta planta também atua sobre o aparato respiratório, e facilita a expulsão das mucosidades alojadas nos brônquios. A erva-doce é ideal para asmáticos e bronquíticos, assim como também para aqueles que desejam deixar de fumar. Neste último caso o efeito da planta é como antídoto contra a nicotina e dos alquitrãs do tabaco.
Mas a erva-doce também atua sobre as glândulas mamarias, aumentando a produção de leite das mulheres que estão amamentando. Além disso, a erva-doce é liberado com o leite materno, pelo qual os bebês de peito também podem aproveitar seus benefícios.
Agora que sabemos seus benefícios, como deve consumir-se a erva-doce? O recomendado é uma infusão com uma colherinha de café dos frutos por cada xícara de água, bebendo até três xícaras por dia.
Entender efeitos dos nutrientes pode desvendar mais sobre o cérebro
Uma equipa de investigadores, que integra um português, descobriu uma nova forma de estudar os efeitos que cada nutriente dos alimentos tem no cérebro e no comportamento.
O "novo método", pulicado este domingo na revista científica "Nature Methods", estabelece uma forma de controlar a composição nutricional da comida ingerida pela mosca da fruta, uma investigação conjunta da Fundação Champalimaud (Portugal), da University College London, da King's Collegge London, da University of Michigan e do Max Planck Institute.
Em declarações à agência Lusa, o cientista Carlos Ribeiro explicou que o estudo vem permitir perceber como é que as alterações nos níveis de determinados nutrientes na dieta da mosca da fruta podem resultar em alterações no cérebro e no comportamento deste organismo.
"A comida que consumimos afeta todos os aspetos da nossa vida, incluindo o envelhecimento, a fertilidade, a esperança de vida, o estado mental e o comportamento", segundo o especialista, que indica que este novo método permite estudar cada nutriente, de forma isolada, e como cada um afeta os vários aspetos da vida.
Ao nível molecular, a composição da comida é de uma complexidade que torna difícil compreender quais são os nutrientes capazes de afetar o bem-estar.
"Se queremos saber porque nos sentimos mais leves quando comemos um vegetal do que um bife, é muito difícil saber o que no bife faz a diferença", exemplificou.
Os investigadores criaram uma comida artificial, que tem a mesma qualidade do que a comida normal para as moscas. Sendo artificial, é possível retirar os componentes desejados para saber como influenciam o comportamento.
Esta comida artificial permite ainda que os vários investigadores internacionais que estudam tendo modelo a mosca da fruta possam usar a mesma formulação, em vez de dietas diferentes.
Daí que se tenham juntado várias equipas de investigação para desenvolver o método, que poderá levar a uma melhor compreensão do cérebro, através do estudo do efeito de cada nutriente.
"Analisámos o efeito que essa dieta tem no comportamento. Quando se tiram as proteínas, o comportamento muda completamente, por exemplo", indicou Carlos Ribeiro, adiantando que outras equipas de investigação estão a estudar o efeito dos nutrientes na longevidade ou nas células estaminais.
Fonte: Jornal de Notícias
O "novo método", pulicado este domingo na revista científica "Nature Methods", estabelece uma forma de controlar a composição nutricional da comida ingerida pela mosca da fruta, uma investigação conjunta da Fundação Champalimaud (Portugal), da University College London, da King's Collegge London, da University of Michigan e do Max Planck Institute.
Em declarações à agência Lusa, o cientista Carlos Ribeiro explicou que o estudo vem permitir perceber como é que as alterações nos níveis de determinados nutrientes na dieta da mosca da fruta podem resultar em alterações no cérebro e no comportamento deste organismo.
"A comida que consumimos afeta todos os aspetos da nossa vida, incluindo o envelhecimento, a fertilidade, a esperança de vida, o estado mental e o comportamento", segundo o especialista, que indica que este novo método permite estudar cada nutriente, de forma isolada, e como cada um afeta os vários aspetos da vida.
Ao nível molecular, a composição da comida é de uma complexidade que torna difícil compreender quais são os nutrientes capazes de afetar o bem-estar.
"Se queremos saber porque nos sentimos mais leves quando comemos um vegetal do que um bife, é muito difícil saber o que no bife faz a diferença", exemplificou.
Os investigadores criaram uma comida artificial, que tem a mesma qualidade do que a comida normal para as moscas. Sendo artificial, é possível retirar os componentes desejados para saber como influenciam o comportamento.
Esta comida artificial permite ainda que os vários investigadores internacionais que estudam tendo modelo a mosca da fruta possam usar a mesma formulação, em vez de dietas diferentes.
Daí que se tenham juntado várias equipas de investigação para desenvolver o método, que poderá levar a uma melhor compreensão do cérebro, através do estudo do efeito de cada nutriente.
"Analisámos o efeito que essa dieta tem no comportamento. Quando se tiram as proteínas, o comportamento muda completamente, por exemplo", indicou Carlos Ribeiro, adiantando que outras equipas de investigação estão a estudar o efeito dos nutrientes na longevidade ou nas células estaminais.
Fonte: Jornal de Notícias
Café diminui até 25% risco de diabetes tipo 2
Em Portugal estima-se que haja mais de mil portadores de diabetes tipo 2
29 de outubro de 2013 - 10h58
O consumo regular de café contribui para estimular o metabolismo e equilibrar os níveis de glucose, o que diminui até 25 por cento o risco de desenvolvimento de diabetes tipo 2, sustenta um estudo apresentado pelo Instituto de Informação Científica sobre Café.
Os resultados foram apurados na sequência de um teste oral de tolerância de glucose, envolvendo 12 gramas de café descafeinado, um grama de ácido clorogénico e 500 miligramas de trigonelina (um placebo). O ácido clorogénico e a trigonelina reduziram as respostas iniciais de glucose e insulina, sustentando o efeito benéfico do café.
Teresa Ruivo, gestora do Programa Café & Saúde em Portugal, salientou as “duas teorias que sustentam esta conclusão”: “o facto da cafeína estimular o metabolismo e aumentar o gasto de energia e o papel decisivo dos componentes do café ao equilibrarem os níveis de glucose dentro do corpo”.
A especialista, citada pelo portal RCM Pharma, acrescentou que “os consumidores de três a quatro chávenas diárias têm menor risco de vir a desenvolver diabetes tipo 2 quando comparados com indivíduos que bebem até duas chávenas de café por dia ou não bebem de todo”.
De acordo com os dados da Organização Mundial de Saúde, a diabetes afeta mais de 371 milhões de pessoas, o que corresponde a 8,3 por cento da população mundial.
O mais grave, para os especialistas, é que mais de metade destas pessoas ainda não sabe que tem diabetes. Em Portugal, a tendência é semelhante: dos mais de mil portadores de diabetes (com idades entre os 20 e os 79 anos), menos de metade ainda não conhece o diagnóstico.
Fonte: saude.sapo.pt
comer avelãs, saiba mais sobre avelã
A avelã é uma fruta considerada exótica, nascida da aveleira, cientificamente conhecida como Corylus avellana, da família Betulaceae. Ela é originária da América do Norte, particularmente as espécies Corylus americana e C. cornuta. A maior parte dos frutos conhecidos provêm, porém, da C. avellana, a mais comum, procedente da Ásia Menor, das margens do Mar Negro.
Avelã
Avelã
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Fagales
Família: Betulaceae
Gênero: Corylus
Espécie: Corylus avellana
Esta fruta é relativamente arredondada, tem a consistência da madeira, a casca bem sólida, e é circundada por um revestimento de folhas. A aveleira, de onde ela se origina, apresenta o tamanho de um arbusto; suas folhas têm a forma ovalada e são transitórias; as flores são desprovidas de invólucro externo, as folhas que as revestem são constituídas por quatro a oito órgãos sexuais masculinos, conhecidos como estames, e suas inflorescências são repletas de órgãos femininos, denominados pistilos.
Dentro do fruto está a semente, que é a parte consumível, de paladar um tanto doce e oleaginoso. Ela é composta de vários nutrientes, entre eles uma porcentagem de Água, 17,4g de Proteínas, 62,6g de Gordura, 7,2g de Hidratos de Carbono, 1,3g de Minerais, 3,17g de Celulose, 0,460 mg de Vitamina B1, 0,265 mg de Caroteno, 6,0 mg de Vitamina C, 682 kcal de Calorias.
Seu alto teor de gorduras permite que ela seja destinada, como substância oleaginosa, com propósitos de industrialização e de alimentação. A aveleira sobrevive eficazmente nas temperaturas muito baixas, mas no período de desenvolvimento das flores devem-se evitar regiões com -10ºC. Este arbusto deve ser disseminado através de sementes de vara de videira, fixadas na terra para criar raízes, ou por renovos que aparecem nos troncos.
Aveleira
A avelã é digerida naturalmente, crua, embora deva ser bem triturada pelos dentes. Ela também é utilizada para fins gastronômicos, principalmente em doces, particularmente acrescentada ao chocolate, tornando-se, desta forma, bem saborosa; mas também em leites, manteigas, pastas de frutas, pastéis, biscoitos, entre outros produtos.
Esta fruta é tão rica em proteínas e gorduras que o consumo de 15 a 20 avelãs pode ocupar o espaço de uma refeição integral, embora esta troca não seja recomendada. Se forem raladas, trituradas ou moídas, podem ser mais aproveitadas, pois assim cumprem uma tarefa significativa no âmbito da nutrição, especialmente na dieta de diabéticos e de pessoas que querem emagrecer, sempre sob a orientação de um nutricionista.
Como a avelã traz em si igualmente a vitamina B9 ou ácido fólico, ela é prescrita para um melhor desempenho da memória, contra a pressão alta e nas anemias carenciais. Ela também é encontrada nas conhecidas barrinhas nutritivas. Somada ao mel ela resgata imediatamente as energias desperdiçadas.
Dicas sobre a menopausa
A menopausa não recebe muita atenção por parte da sociedade, porque normalmente não valorizamos a idade e a experiência da mesma forma que nos países menos ocidentalizados.
Há várias coisas que pode fazer pela saúde para que a menopausa seja bem recebida, ao invés de ser temida. Porque não experimenta algumas das dicas de saúde para ultrapassar a menopausa e entrar na fase seguinte da sua vida.
Alimentos e bebidas
Pode fazer algumas alterações na sua dieta para diminuir os sintomas da menopausa:• Beba no mínimo 1,5 litros de água natural sem gás por dia
• Não beba café e tome no máximo 2 chávenas de chá por dia (pode experimentar o Bambu - uma alternativa ao café)
• Certifique-se de que tem uma actividade intestinal regular
• Coma com regularidade, saltar refeições não ajuda a manter um peso saudável
• Reduza os hidratos de carbono refinados - açúcar branco, pão branco, massas brancas, arroz branco e alimentos revestidos com grandes quantidades de xarope
• Coma mais alimentos fitoestrogéneos como brócolos, aveia e soja
• Ingira mais alimentos com cálcio, mas que não sejam lacticínios, como o arroz integral, o salmão e sementes de abóbora
Fazer exercício
• Faça caminhadas de 20 minutos dia sim, dia não - 10 minutos de percurso e 10 minutos de volta a casa. Isto ajuda a desencadear a produção de hormonas da felicidade, denominadas endorfinas
• Compre um minitrampolim. Pode utilizá-lo em frente à televisão para não se aborrecer
• Adquira alguns mini-pesos e utilize-os cuidadosamente enquanto vê a novela
Dormir
• Conseguirá dormir melhor se estiver a fazer bem a digestão, por isso preste atenção às sugestões acima sobre alimentos e bebidas. Se acorda habitualmente por volta das 3h da manhã, irá verificar que se fizer bem a digestão o seu padrão de sono melhorará consideravelmente
• Descontraia durante algum tempo antes de ir para a cama, para que a sua mente faça o mesmo
• Antes de se deitar, escreva sobre o que está a pensar e faça uma lista das coisas que precisa de fazer no dia seguinte, para que fique a matutar enquanto tenta adormecer.
• Evite ingerir cafeína, não apenas à noite, mas também durante o dia. Tente evitar todas as situações que possam causar ansiedade. Tome infusões de ervas relaxantes, como bálsamo de limão e camomila para descontrair a mente, ou tome um remédio à base de plantas que contenha valeriana, como o Dormeasan® Gotas de valeriana e lúpulo para restabelecer o seu padrão de sono
• Stress
• Tire tempo para si
• Coma regularmente, pois saltar refeições ou comer à pressa provoca mais stress
• Evite ingerir cafeína
• Faça exercícios de respiração ou pratique ioga ou outros exercícios de meditação suaves que fomentem uma descontração profunda
• Se precisar de mais ajuda, pode ponderar tomar um remédio à base de plantas, como o Stress Relief Daytime
Humor depressivo/propensão para chorar
• O exercício é óptimo para o corpo e para a mente, pois liberta químicos naturais no organismo que nos fazem sentir felizes.
• Escreva os seus sentimentos - não deve acumulá-los dentro de si. Fale com os seus amigos, mas se sentir dificuldade em fazê-lo, escrever os seus problemas num diário pode ajudar a libertar os seus sentimentos. Mais vale fora do que dentro, como se costuma dizer.
• Embora beber com moderação seja aceitável, é melhor tentar evitar o consumo de bebidas alcoólicas. A água é a melhor bebida para hidratar o cérebro!
• Altere o ambiente em que se movimenta. O cérebro pode formar padrões repetitivos com relativa facilidade e, assim, é difícil alterar as nossas emoções, por isso tente fazer uma coisa nova quando está deprimido e poderá surpreender-se a si e a outras pessoas. Afinal de contas, chamam-lhe mudança.
Se está à procura de um remédio à base de plantas para o humor depressivo, poderá querer experimentar o Hyperiforce® Comprimidos de erva-de-são-joão.
O que é o sistema imunitário?
O sistema imunitário é o mecanismo de defesa do corpo - o exército com o qual o corpo se protege contra organismos causadores de doenças, como os vírus, as bactérias ou os fungos, conhecidos como agentes patogénicos. As tropas que constituem este exército são vários tipos de glóbulos brancos, produzidos na medula óssea.
Quando funciona bem, o sistema imunitário está constantemente em alerta para nos proteger de infecções, infestações e invasores de uma forma geral.
Como funciona?
Um agente patogénico invasor tem de ultrapassar vários obstáculos para conseguir infectar o corpo. Primeiro, o agente patogénico tem de penetrar na barreira externa da pele, ou sobreviver ao ácido gástrico, se entrar pelo tracto digestivo. As passagens nasais podem parecer uma boa rota de entrada, mas segregam um muco que apanha e expele a matéria patogénica. A saliva e as lágrimas contêm enzimas antibacterianas para neutralizar os agentes patogénicos que tentam entrar através da boca ou dos olhos.Os agentes patogénicos que passam a barreira das enzimas salivares e do ácido gástrico, ainda têm de lutar contra o muco gastrointestinal, que consegue capturá-los e expeli-los. Adicionalmente, o intestino contém mais de 70% da totalidade de células imunitárias do corpo, que procuram e destroem agentes patogénicos que conseguiram passar pela boca e pelo estômago. Qualquer matéria patogénica que entre na corrente sanguínea através do tracto digestivo terá de percorrer o fígado, onde existem mais células imunitárias para lidar com ela.
Se um agente patogénico conseguir passar por todas estas defesas e infectar células de tecido, é desencadeada uma resposta imunitária.
• As células danificadas pedem ajuda (libertando químicos como a TNF-α, que atraem as células imunitárias).
• As células imunitárias surgem e identificam o agente patogénico como mau/hostil para o corpo e chamam mais tropas que atacam e idealmente matam o agente patogénico. Os sintomas deste ataque são uma temperatura mais elevada, cansaço e algumas dores, glândulas linfáticas ligeiramente inchadas e possivelmente corrimento nasal.
• O sistema imunitário pode também criar um anticorpo para esse agente patogénico. Um anticorpo é semelhante a algemas personalizadas, que se agarra ao invasor e permite que as tropas alertadas o localizem e matem. O anticorpo permanece no sistema, pronto a utilizar se aquele invasor específico surgir novamente.
Se o seu sistema imunitário estiver a funcionar bem
• Não será vítima de todos os invasores que o rodeiam• Irá combater as infecções com bastante facilidade
• Não estará constantemente com prurido e a espirrar
• Sentirá um bem-estar geral
Se tiver um sistema imunitário perfeitamente funcional, aquando da exposição a um invasor, conseguirá expulsá-lo rapidamente e os sintomas, como o aumento de temperatura, não durarão muito tempo.
E se não estiver apto para o trabalho?
Um sistema imunitário débil dificulta a tarefa de combate à infecção por vírus, bactérias ou fungos.O sistema imunitário demorará mais tempo a detectar e vencer o invasor, por isso os sintomas como o aumento de temperatura, as glândulas inchadas, a garganta inflamada, o catarro, etc. surgirão com maior frequência.
O que poderá causar a debilidade do sistema imunitário?
• Dieta desequilibrada• Consumo excessivo de alimentos gordos
• Consumo excessivo de bebidas alcoólicas
• Tabagismo
• Stress e depressão
• Dormir pouco
- BLUE UP
Será uma alimentação vegetariana adequada para um desportista?
Atletas como Edwin Moses, Carl Lewis e Paavo Nurmi tornaram-se famosos não apenas pelos seus feitos desportivos mas também pelos seus hábitos alimentares: todos eram vegetarianos.
Existem várias gradações de uma alimentação dita vegetariana:
Frugívora: a alimentação inclui apenas frutas cruas ou secas, frutos oleaginosos e sementes. Poderá incluir produtos hortícolas;
Macrobiótica: exclui todos os alimentos de origem animal, derivados de leite e ovos. Apenas inclui cereais, grãos e condimentos ditos “naturais” e “orgânicos”, não processados nem refinados;
Vegan: exclui todos os alimentos de origem animal, derivados de leite e ovos. No seu sentido mais extremo, exclui todos os produtos com ingredientes de origem animal, como o mel, gelatina, seda e lã;
Lacto-vegetariana: exclui todos os alimentos de origem animal e ovos, mas inclui leite e produtos lácteos;
Ovo-lacto-vegetariana: exclui todos os alimentos de origem animal mas inclui leite, lacticínios e ovos;
Semi-vegetariana: exclui carne vermelha mas inclui carnes brancas, peixe, ovos e produtos lácteos.
Várias são as razões pelas quais um atleta é ou se torna vegetariano. Estas poderão ser de cariz cultural e religioso; por exemplo, a maioria dos budistas não ingere carne, sendo que os mais radicais são vegan, e os hindus, além de excluírem a carne de vaca, muitos restringem a ingestão de outros tipos de carne, sendo a maioria lacto-vegetariana.
Outras razões frequentes prendem-se com convicções éticas no que respeita aos direitos dos animais e, também, questões de carácter ambiental. Para além destas, questões relacionadas com a saúde e com o rendimento desportivo também são frequentemente citadas. Dietas vegetarianas são especialmente populares entre atletas de fundo e meio fundo, uma vez que este grupo de atletas se esforça diariamente por consumir uma alimentação rica em hidratos de carbono, e por manter um peso corporal baixo.
Como a alimentação vegetariana é inerentemente rica em hidratos de carbono, poderá tornar-se vantajosa em termos de manutenção e restauração dos níveis de glicogénio (as nossas reservas de hidratos de carbono) muscular e hepático, essenciais para modalidades de resistência.
Porém, tendo em conta que não existe um número suficiente de trabalhos científicos acerca de dietas vegetarianas em desportistas, não se podem tirar conclusões definitivas sobre os possíveis benefícios ou efeitos adversos deste tipo de alimentação no rendimento desportivo.
Existem várias gradações de uma alimentação dita vegetariana:
Frugívora: a alimentação inclui apenas frutas cruas ou secas, frutos oleaginosos e sementes. Poderá incluir produtos hortícolas;
Macrobiótica: exclui todos os alimentos de origem animal, derivados de leite e ovos. Apenas inclui cereais, grãos e condimentos ditos “naturais” e “orgânicos”, não processados nem refinados;
Vegan: exclui todos os alimentos de origem animal, derivados de leite e ovos. No seu sentido mais extremo, exclui todos os produtos com ingredientes de origem animal, como o mel, gelatina, seda e lã;
Lacto-vegetariana: exclui todos os alimentos de origem animal e ovos, mas inclui leite e produtos lácteos;
Ovo-lacto-vegetariana: exclui todos os alimentos de origem animal mas inclui leite, lacticínios e ovos;
Semi-vegetariana: exclui carne vermelha mas inclui carnes brancas, peixe, ovos e produtos lácteos.
Várias são as razões pelas quais um atleta é ou se torna vegetariano. Estas poderão ser de cariz cultural e religioso; por exemplo, a maioria dos budistas não ingere carne, sendo que os mais radicais são vegan, e os hindus, além de excluírem a carne de vaca, muitos restringem a ingestão de outros tipos de carne, sendo a maioria lacto-vegetariana.
Outras razões frequentes prendem-se com convicções éticas no que respeita aos direitos dos animais e, também, questões de carácter ambiental. Para além destas, questões relacionadas com a saúde e com o rendimento desportivo também são frequentemente citadas. Dietas vegetarianas são especialmente populares entre atletas de fundo e meio fundo, uma vez que este grupo de atletas se esforça diariamente por consumir uma alimentação rica em hidratos de carbono, e por manter um peso corporal baixo.
Como a alimentação vegetariana é inerentemente rica em hidratos de carbono, poderá tornar-se vantajosa em termos de manutenção e restauração dos níveis de glicogénio (as nossas reservas de hidratos de carbono) muscular e hepático, essenciais para modalidades de resistência.
Porém, tendo em conta que não existe um número suficiente de trabalhos científicos acerca de dietas vegetarianas em desportistas, não se podem tirar conclusões definitivas sobre os possíveis benefícios ou efeitos adversos deste tipo de alimentação no rendimento desportivo.
Os 5 Legumes de Inverno Mais Saudáveis
Durante o inverno, o corpo precisa de mais vitaminas e minerais para suportar o frio, e verduras frescas oferecem uma ótima opção para se manter saudável. Os Vegetais são ricos em vitamina C e outros minerais úteis que o corpo precisa para combater doenças e manter a boa saúde. Aqui estão 5 das hortaliças mais saudáveis no inverno:
1. Alcachofra
Alcachofra é um vegetal que é comumente consumido durante o inverno. É benéfico para o corpo porque é uma grande fonte de vitamina C e fibras. Sabe-se que alcachofra pode aumentar o fluxo biliar e ajuda a digestão. Antes de comer este vegetal, primeiro você tem que remover os espinhos. A Alcachofra pode ser cozida ou frita. Se você estiver fervendo suaalcachofra, você não deve cobrir a panela, porque isso irá permitir que os ácidos prejudiciais no vegetal evaporem.
2. Kale
Kale é um tipo de repolho que é rico em beta-caroteno, vitamina C, vitamina K e cálcio. Os nutrientes que podem ajudar a combater o câncer e controlar doenças inflamatórias, bem como fortalecer o sistema imunológico. A Kale às vezes é congelada antes de ser usada para cozinhar, porque o gosto é mais doce quando é exposta à geada. Ela pode ser cozida no vapor ou salteada, ou servida crua em saladas.
3. Repolho
O Repolho é também conhecido como Brassica Oleracea, e está disponível nas formas de repolho roxo e couve cone padrão. Este vegetal tem um único tronco curto, e é considerada uma planta com flores herbáceas. O Repolho é uma excelente fonte de vitamina B, vitamina C, cálcio, magnésio, fósforo, proteínas e zinco. Tem alta propriedades anti-inflamatórias, e pode ajudar a prevenir ou reduzir o inchaço. É também um bom remédio para dores de cabeça, úlceras e doenças de pele. O Repolho é normalmente servido cru como ingrediente em saladas, mas também pode ser usado para cozinhar em sopas e ensopados.
4. Rúcula
A Rúcula é um vegetal de folhas verdes que pertence à mesma família de vegetais do repolho, brócolis e couve-flor. Ela contém altas quantidades de vitamina A, vitamina C, vitamina K, cálcio e ferro, e pode ajudar a prevenir doenças como degeneração macular e câncer. A Rúcula também tem baixos níveis de oxalato, um composto que pode interferir com a absorção de nutrientes pelo corpo.
Enquanto comer rúcula crua pode trazer grandes benefícios ao seu corpo, a maneira saudável de consumir este vegetal é cozinhá-lo com um pouco de óleo. De acordo com nutricionistas, um pouco de gordura pode ajudar o corpo a absorver melhor os nutrientes.
5. Abóbora
A Abóbora se refere a um grupo de vegetais ricamente coloridos que têm altos níveis de carotenos, vitamina B1, vitamina C, ácido pantotênico, ácido fólico, potássio e fibras. Geralmente, uma abóbora que é mais ricamente colorida tem uma maior concentração de nutrientes. Este vegetal pode ajudar a proteger o organismo contra doenças cardíacas, câncer e diabetes. Você pode cozinhar abóbora em água ou vapor, ferver ou assar.
Substâncias naturais que melhoram o humor
Existem algumas substancias recomendadas frequentemente por Naturopatas e nutricionistas, saiba quais são:
A geleia real
É o produto de apicultura mais indicado como estimulante e tonificante, pelo que costuma ser usada nos estados de astenia (fraqueza) e de fadiga física e mental. «Deve ser consumida em estado puro (uma a duas colheres por dia) e, preferencialmente, de manhã em jejum», recomenda o naturopata João Beles.
Suplemento
ZELL OXYGEN+GELEIA REAL
O hipericão
Exerce um efeito positivo sobre os sintomas depressivos, comprovado por inúmeros estudos científicos. Entre os seus componentes, é de destacar a hiperforina e a hipericina, constituintes fitoquímicos aos quais se atribui a sua ação
anti-depressiva. É muito eficaz e não tem praticamente efeitos secundários quando comparado com os fármacos
anti-depressivos.
Suplemento
HYPERIFORCE
De acordo com João Beles «a entidade reguladora da Saúde na Alemanha defende a administração de preparados de hipericão (2 a 4 g diários) para tratar depressões leves a moderadas e, mais recentemente, um estudo publicado em 2005 no British Medical Journal, confirma a sua eficácia também em depressões graves».
O ginseng
A sua raíz concentra ginsenósidos, vitaminas (principalmente do grupo e minerais como o potássio, o cálcio, o fósforo, o ferro e o magnésio. Os produtos com o pó da sua raiz são muito eficazes para combater a astenia e os estados de desânimo.
A hortelã, a segurelha, a damiana e a angélica
São as melhores opções, juntas ou em separado, para fazer uma infusão moduladora do ânimo, devido às suas propriedades tonificantes do sistema nervoso.
O guaraná
Um tónico estimulante que se toma em cápsulas (uma ou duas antes de cada refeição) ou como refresco.
Suplemento
GUARANÁ
O aloé vera
O seu suco estimula as defesas. Um copo pequeno por dia (pode
bebê-lo) desintoxica o organismo, promovendo um melhor funcionamento celular.
A lúcia-lima
Indicada para estados de depressão e desânimo. Tem uma ação sedativa suave e alivia o mal-estar abdominal causado pela tensão nervosa. Coloque uma colher de folhas secas por cada chávena de água. Ferva durante cerca de dois minutos, deixe repousar, coe e tome-a em golos pequenos duas ou três vezes ao dia.
O tomilho
É rico num aminoácido, a lisina (o seu défice pode causar cansaço), que lhe confere um efeito sedativo, facilitando o sono. Ingira-o como tempero, em infusão ou sopa (um ramo em 250 ml de água).
Suplemento
GRIPOFIT
O alecrim
É um estimulante estupendo para os casos de fadiga e estados anímicos, uma vez que contém ácido rosmarínico e outras substâncias, que exercem um efeito tónico e estimulante. A sua ingestão pode aliviar os sintomas depressivos. Tome em infusão, fervendo durante dois minutos uma colher de ramos floridos de alecrim por chávena de água. Tape e deixe repousar 10 minutos. Coe e beba duas ou três chávenas por dia.
O chá verde
Costuma-se dizer que esta planta, a camellia sinensis, desperta a mente e melhora o ânimo suavemente, promovendo o otimismo. «Em algumas pessoas, pode substituir a ingestão do café», refere João Beles. Tem a vantagem de ter um efeito acumulativo, pelo que não provoca subidas de humor repentinas e imediatas, mas sim um estado de bem-estar constante.
Fonte: https://www.facebook.com/natursintonia
O óleo de peixe e a saúde dos olhos
Existem duas opiniões sobre o atual estado de omega-3 e seus efeitos sobre a saúde dos olhos. Uma delas é proveniente dos estudos científicos e outra vem de pesquisadores do assunto. Os estudos mostram repetidamente que os óleos de peixe (EPA e DHA) possuem impacto positivo na proteção dos olhos e ajudam os mesmos a manterem-se em funcionamento ao longo de nossas vidas. A justificativa de porquê os pesquisadores ainda não terem feito recomendações definitivas para as pessoas usarem óleo de peixe para a saúde dos olhos, é que não existem estudos aleatórios, duplo-cego, cruzado, placebo-controlado suficientes que validem esses resultados. Eu entendo a hesitação dos pesquisadores em tomar uma posição definitiva, pelo fato deles serem limitados às normas da comunidade científica, mas se você pudesse pedir aos estudiosos individualmente, se faz sentido adicionar óleo de peixe na sua dieta a fim de dar suporte à saúde dos olhos, eles concordariam que é benéfico.
As pesquisas com óleo de peixe mostram vários aspectos benéficos para os olhos. Por exemplo, um estudo de 2010 realizado por Matesanz et al mostrou que EPA e DHA melhoram a produção de óxido nítrico nos olhos e reduzem a produção de superoxidação dos radicais livres. Também em 2010, um estudo realizado por Li et al, pela Universidade Estadual da Louisiana, Departamento de Ciências da Saúde, examinou os efeitos do óleo de peixe em um modelo usando ratos com olhos com pouca lubrificação, examinando um dos metabólitos jusantes de EPA conhecido como RvE1. A conclusão dos pesquisadores foi que “RvE1 promove a produção de lágrima, integridade do epitélio da córnea e diminuição de inflamação induzida por COX-2.” Os estudiosos reproduziram resultados similares em humanos em 2011 na Universidade do Texas, no Centro Médico do Sudoeste em Dallas, em um estudo duplo-cego, placebo-controlado em indivíduos com olhos sem lubrificação suficiente. Neste estudo, 70% dos indivíduos no grupo de tratamento tornaram-se assintomáticos até o final do estudo, enquanto que apenas 7% tornaram-se assintomáticos no grupo com placebo. O grupo de omega-3 também mostrou objetivamente o aumento do volume e produção de lágrimas. Em 2011, um estudo da Universidade de Sainte-Justine, Centro de Pesquisa Hospitalar, em Montreal, por Jacques et al, concluiu que mães que consumiam maiores quantidades de peixe ocasionavam melhora no desenvolvimento da visão da criança. Os pesquisadores afirmaram que "o DHA é particularmente importante para o desenvolvimento inicial e função de longo prazo da via visual parvocelular." Novamente em 2011, na Neurologia do Envelhecimento, Stough et al, em um estudo triplo-cego de medidas repetidas controlados por placebo e aleatório, mostrou que indivíduos que receberam EPA e DHA tiveram significativamente melhor acuidade visual até o final do estudo, quando comparados com aqueles que receberam o placebo. Em um estudo epidemiológico muito impressionante, que acompanhou a rotina alimentar de mais de 38.000 mulheres, publicado no Archives of Ophthamology em 2011, os pesquisadores examinaram se o consumo de peixe ou óleos de peixe afetavam a ocorrência de degeneração macular relacionada à idade (sigla em inglês AMD). Os dados revelaram que as mulheres que consumiram a maior quantidade de peixe foram as menos propensas a desenvolver AMD.
Estes exemplos foram apenas uma amostra muito pequena das pesquisas existentes – existem muitos outros estudos. Curiosamente, embora as conclusões dos pesquisadores freqüentemente atestam os efeitos positivos do óleo de peixe, os pesquisadores ainda hesitam em afirmar que os médicos devem começar a recomendar o óleo de peixe para os seus pacientes. Isso não significa que os cientistas não estão fazendo um grande trabalho, porque eles estão. Eles simplesmente são menos propensos a fazer recomendações definitivas para a comunidade médica, sem grandes estudos duplo-cegos. Lembre-se, foi apenas há alguns anos que os cardiologistas começaram a recomendar omega-3 para a saúde cardíaca. A grande burocracia médica gera esta lentidão, mas nós, como consumidores, podemos tomar nossas próprias decisões e qualquer pessoa que se preocupe com a saúde dos olhos deveria adicionar óleo de peixe no seu programa de suplementação.
Pesquisas relacionadas:
Invest Ophthalmol Vis Sci. 2010 Dec;51(12):6815-25. Epub 2010 Aug 11.Docosahexaenoic acid improves the nitroso-redox balance and reduces VEGF-mediated angiogenic signaling in microvascular endothelial cells.Matesanz N, Park G, McAllister H, Leahey W, Devine A, McVeigh GE, Gardiner TA, McDonald DM.
Centre for Vision and Vascular Science, Queen's University Belfast, Northern Ireland, United Kingdom
J Ocul Pharmacol Ther. 2010 Oct;26(5):431-9.Resolvin E1 improves tear production and decreases inflammation in a dry eye mouse model.Li N, He J, Schwartz CE, Gjorstrup P, Bazan HE.
Neuroscience Center of Excellence and the Department of Ophthalmology, Louisiana State University Health Sciences Center , New Orleans, LA 70112, USA.
J Pediatr. 2011 Jan;158(1):83-90, 90.e1. Epub 2010 Aug 25.Long-term effects of prenatal omega-3 fatty acid intake on visual function in school-age children.Jacques C, Levy E, Muckle G, Jacobson SW, Bastien C, Dewailly E, Ayotte P, Jacobson JL, Saint-Amour D.Sainte-Justine University Hospital Research Center, Montreal, Quebec, Canada.
Cornea. 2011 Mar;30(3):308-14.Pilot, prospective, randomized, double-masked, placebo-controlled clinical trial of an omega-3 supplement for dry eye.Wojtowicz JC, Butovich I, Uchiyama E, Aronowicz J, Agee S, McCulley JP.Department of Ophthalmology, The University of Texas Southwestern Medical Center at Dallas, Dallas, TX 75390-9057, USA.
Neurobiol Aging. 2011 Apr 30. [Epub ahead of print]The effects of 90-day supplementation with the Omega-3 essential fatty acid docosahexaenoic acid (DHA) on cognitive function and visual acuity in a healthy aging population.Stough C, Downey L, Silber B, Lloyd J, Kure C, Wesnes K, Camfield D.
National Institute of Complementary Medicine (NICM) Collaborative Centre for Neurocognition, Brain Sciences Institute, Swinburne University of Technology.
Int Ophthalmol. 2011 Feb;31(1):73-82. Epub 2010 Sep 23.Prevention of age-related macular degeneration.Wong IY, Koo SC, Chan CW.Eye Institute, University of Hong Kong, Hong Kong, Hong Kong. ianyhwong@gmail.com
Arch Ophthalmol. 2011 Mar 14. [Epub ahead of print]Dietary {omega}-3 Fatty Acid and Fish Intake and Incident Age-Related Macular Degeneration in Women.Christen WG, Schaumberg DA, Glynn RJ, Buring JE.Schaumberg, Glynn, and Buring) and Aging (Dr Buring), Department of Medicine, Brigham and Women's Hospital and Harvard Medical School, the Department of Biostatistics, Harvard School of Public Health (Dr Glynn), and the Department of Ambulatory Care and Prevention, Harvard Medical School (Dr Buring), Boston, Massachusetts.
Prostaglandins Leukot Essent Fatty Acids. 2009 Aug-Sep;81(2-3):151-8. Epub 2009 Jun 7.Toward optimizing vision and cognition in term infants by dietary docosahexaenoic and arachidonic acid supplementation: a review of randomized controlled trials.Hoffman DR, Boettcher JA, Diersen-Schade DA.Retina Foundation of the Southwest, 9900 N. Central Expwy, Dallas, TX 75231, USA. dhoffman@retinafoundation.org.
Benefícios da alimentação para prevenção do cancro da mama
O cancro da mama é o cancro mais prevalente no sexo feminino. Tem como principais fatores de risco a idade, a menopausa tardia, a menarca precoce (primeira menstruação em idades muito jovens), fatores genéticos, a ingestão de álcool em excesso e a obesidade. De facto, as mulheres com excesso de peso e maior concentração de gordura abdominal têm maiores níveis de estrogénios, favorecendo o desenvolvimento de cancro da mama. Assim, de forma a evitar o seu aparecimento, é fundamental que mantenha uma alimentação saudável e equilibrada, evite o consumo de bebidas alcoólicas e pratique exercício físico.
Apesar de a alimentação ter um papel privilegiado na prevenção do cancro da mama, os seus benefícios mantêm-se mesmo após o diagnóstico.
Estudos científicos mostram que o con-
sumo de legumes crucíferos (couves,
brócolos, nabo, couve-de-bruxelas, couve roxa…) reduz significativamente o risco de mortalidade e de recidiva. Este benefício deve-se à presença de substâncias como glicosinolatos e mirosinase nestes alimentos que devem ser ingeridos na sopa, crus ou em sumo, de forma a conservar todos os componentes, que podem ser perdidos na água de cozedura.
O consumo de alimentos ricos em açúcar e gordura (incluindo produtos lácteos gordos, como é o caso da maioria dos queijos) leva a uma ingestão calórica excessiva e, consequentemente, a um aumento do peso corporal, o que aumenta a probabilidade de recidiva.
A ingestão de peixes gordos (salmão, sardinha, atum, cavala…), sementes de linhaça e nozes, poderá trazer benefícios durante os tratamentos oncológicos. Estes alimentos são ricos em ómega 3 que ajudam a reforçar a função imunitária (defesas do organismo), que pode estar comprometida durante o tratamento. Além disso, estudos revelam que a ingestão de alimentos ricos em ómega 3 poderá inibir o crescimento do cancro da mama em 30%.
Outros estudos comprovam que a ingestão regular de romãs, ricas em antioxidantes e fibras, inibe o crescimento do tumor e evita o aparecimento de metástases (formação de uma nova lesão tumoral noutro órgão).
Uma vez que a alimentação poderá trazer benefícios na prevenção e/ou tratamento, comer bem começa com a sua decisão, pois não basta saber, é preciso fazer!
Açucar no exercício físico - Os erros mais comuns
Um dos erros mais comuns é apostar no açúcar e noutros tipos de açucares simples
Esta é uma das grandes dúvidas de quem pratica qualquer tipo de exercício físico. A refeição que fazemos ou não antes do esforço pode afectar o rendimento durante a actividade pela positiva ou pela negativa.
O que se pretende é que seja um reforço das nossas reservas energéticas. As nossas principais reservas energéticas estão no músculo e no fígado e vão ser continuamente gastas durante o esforço. Normalmente a sua constituição leva 6 a 8 horas – assim, não é a refeição feita antes do exercício que vai determinar se temos o combustível necessário para um esforço prolongado.
A refeição antes do esforço reforça as reservas e tem como objectivo fornecer energia para os primeiros instantes do exercício físico, promovendo um bom controlo do açúcar no sangue e combustível a curto/médio prazo. Por isso, os hidratos de carbono são essenciais nesta refeição.
Um dos erros mais comuns é apostar no açúcar e noutros tipos de açucares simples. Estes vão promover um pico massivo de glicemia e, consequentemente, de insulina, fazendo com que o açúcar entre todo nas células, deixando-nos com hipoglicémia. O efeito energético do açúcar sente-se nos primeiros instantes mas acaba por ter um efeito contrário ao desejado durante o exercício.
Vários estudos demonstram que a medida mais acertada é combinar fontes de hidratos de carbono complexos com outros simples.
Por exemplo, podemos combinar pão, cereais, massa ou tostas, com fruta, mel ou compotas. Conseguimos, assim, um bom equilíbrio energético.
Há alguns alimentos que devemos evitar. De uma forma geral, tanto a gordura como a fibra atrasam a digestão, razão pela qual devem ser evitadas. Os frutos secos (como as nozes, amêndoas e amendoins) têm gorduras de absorção relativamente fácil e ajudam a controlar ainda melhor os níveis de açúcar no sangue.
As comidas muito ricas em proteínas também são de digestão lenta e contribuem com pouca energia para o exercício.
Assim, são exemplos de alimentos que devemos evitar:
leite e derivados
legumes
carne e peixe
feijão e outras leguminosas
As refeições devem ser feitas 1h30 a 2 horas aproximadamente antes da partida.
Não beba água com a refeição para melhorar a digestibilidade dos hidratos de carbono (comece a beber cerca de 30 minutos depois, em pequenas quantidades). Pode optar por água ou bebida desportiva pouco concentrada.
Se tiver fome antes do treino, reforce com frutos secos ou meia banana.
*Maria Santana Lopes trabalhou no Hospital Militar Principal onde deu consultas externas de Nutrição e apoiou a restauração colectiva da unidade hospitalar, incluindo a elaboração de ementas. Hoje trabalha por conta própria e participa regularmente em projectos de ensino e investigação.
As virtudes do gengibre
O gengibre pode ser consumido fresco, seco ou em pó. Ele possui várias propriedades úteis para a nossa saúde. Ele pode regularizar desde as perturbações digestivas, enxaquecas, fadiga ou mesmo a disfunção eréctil.
- O gengibre é um anti-inflamatório natural
O gengibre é um precioso aliado para combater as inflamações e dores, desde os reumatismos às dores de cabeça.
E porquê?
Porque impede a produção das prostaglandinas, hormonas precursoras dos mecanismos inflamatórios, segundo a opinião da Dra. Odile Morant, médica fitoterapeuta.
- Como utilizar o gengibre?
Nos reumatismos – diluir 1ml de óleo essencial de gengibre em 30 ml de um óleo vegetal (pode ser mesmo azeite). Aplicar 6 gotas desta mistura, em massagem das zonas dolorosas, de manhã e à noite, até melhoria dos sintomas.
Nas dores de cabeça – fazer uma infusão de 500mg a 1g de gengibre seco em 150 a 250ml de água durante pelo menos 10 minutos. Beber 2 a 4 chávenas por dia, até eliminação dos sintomas.
Para dar energia – a sua riqueza em vitaminas C, D, e B, sais minerais (potássio) e em oligoelementos como, cálcio, magnésio, cobre e zinco faz do gengibre um poderoso energético e tónico natural.
Utilizar gengibre fresco ou seco, pois ele consegue conservar as suas propriedades nas duas apresentações e integrá-lo correntemente na alimentação diária.
Para ajudar a digestão – o gengibre consegue facilitar e ajudar as digestões difíceis, bem como os problemas digestivos, graças aos seus princípios activos que agem sobre o estômago e intestino, regularizando a actividade das mucosas. Segundo estudos clínicos efectuados, o gengibre estimula a secreção dos sucos digestivos e das verias enzimas que facilitam a digestão.
Pode consumir-se fresco, em pó, ou em chá. Existem também já no mercado cápsulas e tisanas. Mas poderá sempre utilizar o rizoma seco (1g para 150 ou 200 ml de água) para beber após as refeições.
Tratar Anemia - Cuide de si de forma natural
Os cuidados alimentares que previnem a anemia que afecta os níveis de hemoglobina
Trata-se de uma doença em que a hemoglobina (pigmento que dá cor aos glóbulos vermelhos e tem a função de transportar o oxigénio dos pulmões para os tecidos) apresenta valores inferiores ao normal.
A falta de ferro é uma das principais causas da anemia. O corpo absorve um a dois mg de ferro diariamente através dos alimentos, quantidade equivalente à que o corpo perde normalmente por dia.
Se a alimentação for deficitária em ferro, a longo prazo, poderá levar a estados de anemia.
Sintomas
Pode causar fadiga, dificuldades respiratórias e incapacidade de fazer exercício. Também causa inflamações na língua, cortes nas comissuras da boca e deformações nas unhas.
Tratamento
Os suplementos de ferro são usados para melhorar a anemia mas demoram entre três a seis semanas até fazerem efeito. Devem-se fazer análises periódicas ao sangue.
Como prevenir
Há muitos alimentos que contêm ferro, sendo que a carne é uma das maiores fontes. Existem, no entanto, outros:
- Pode usar o sumo natural SUMO EISENBLUT (FERRO) - 500 ML
Benefícios Terapêuticos
Estados anémicos. Astenia (fraqueza). Convalescenças. Cansaço. Debilidade física. Hemorragia menstrual.
Favorece a formação de glóbulos vermelhos e hemoglobina. Aumenta as defesas do sistema imunitário. Favorece o transporte de oxigénio a todas as partes do corpo.
Energizante. Revitalizante. Próprio para vegetarianos, grávidas e crianças.
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- O farelo, o fosfato e os anti-ácidos diminuem a absorção de ferro.
- A vitamina C (ácido ascórbico) presente em muitas frutas (nos citrinos e nos morangos, por exemplo) ajuda a aumentar a absorção de ferro durante a digestão.
- As grávidas precisam de uma quantidade maior de ferro durante o período de gestação, uma vez que o feto consome grandes quantidades deste mineral.
Saiba como evitar a perda de nutrientes na hora de preparar vegetais
Saiba como evitar a perda de nutrientes na hora de preparar vegetais
Excesso de água, alta temperatura e muito tempo de cozimento são os três fatores mais dispersivos de nutrientes
Vegetais são parte importante da dieta de qualquer criança (mesmo que por imposição dos pais) porque contêm nutrientes, essenciais para o desenvolvimento saudável do organismo. Em via de regra, o que era um trauma infantil se torna um prazer ao paladar de uma pessoa mais experiente, sem deixar, claro, de aproveitar os benefícios para a saúde que esses alimentos proporcionam. Mas dependendo da maneira como os vegetais são preparados, eles podem perder o que têm de melhor, além do sabor: os tais nutrientes.
Segundo especialistas, são três os fatores que provocam a perda de nutrientes em alimentos de origem vegetal durante o seu cozimento. São eles: o tempo de cozimento, a temperatura utilizada e o volume de água empregado. Se a quantidade de água, o tempo e a temperatura de cozimento forem reduzidos, mais nutrientes se mantêm presentes. Dessa tríade, a água é o elemento mais importante, pois sua falta ou abundância é primordial para a riqueza ou escassez de nutrientes nos vegetais.
Microondas
Pelos motivos expostos acima, o forno de microondas aparece como uma boa opção para preparo de vegetais, já que minimiza todos os fatores citados.
No entanto, um estudo feito na Espanha, em 2003, constatou que o brócolis cozido no microondas perde 97% de seus nutrientes antioxidantes, contra apenas 11% desperdiçados em um cozimento feito por fogão convencional. Isso levou certos pesquisadores a concluírem que o culpado por tal perda seria o microondas. No entanto, críticos alegaram que o experimento utilizou mais água do que o necessário para preparar o alimento. Portanto, o forno de microondas continuaria sendo eficaz para preservar os nutrientes, caso utilizasse menos água e um tempo menor de exposição ao calor.
O forno de microondas também tem a vantagem de consumir cerca de 80% menos energia do que um forno elétrico comum, além de não utilizar gás. No entanto, muitos materiais tóxicos são usados em sua fabricação, como a placa marrom, de difícil destinação (veja mais aqui), além do fato de que, em países que usam matriz energética não renovável (termoelétricas e usinas nucleares, por exemplo), a obtenção de energia elétrica pode ser danosa ao meio ambiente.
Polêmicas à parte, há alternativas
Como o debate nutricional sobre preparo de vegetais ainda está em aberto, vamos às alternativas possíveis para evitar a perda de nutrientes:
-Faça uma sopa: ao cozinhar os vegetais em uma panela com água levada ao fogo, os nutrientes se concentram na água. Ao aproveitar esse caldo na sopa, evita-se que grandes quantidades de nutrientes sejam desperdiçadas. Mais uma possibilidade é aproveitá-lo para cozinhar outros alimentos, como arroz ou macarrão.
-Cozinhe-os no vapor: as perdas nutricionais quando os vegetais são cozidos a vapor são muito menores (10% a 30%) se comparadas ao cozimento tradicional (40% a 60%);
-Pedaços grandes: corte os vegetais imediatamente antes de prepará-los e em pedaços grandes. Os pequenos pedaços aumentam a exposição interior do vegetal, facilitando a fuga de nutrientes;
-Água: evite usar muita água ou deixar o alimento no fogo por muito tempo;
-Microondas: utilize o forno de microondas para cozinhar os vegetais, mas com pouca água.
Agora que você já está consciente sobre fuga de nutrientes dos vegetais, é só colocar a mão na massa para evitar a diáspora. Uma dieta balanceada e o consumo de produtos orgânicos e feitos próximos à sua região são escolhas complementares para uma pegada mais leve.
Quinoa - Fonte de vitalidade
Com 300 kcal por 100 g, a quinoa inclui todos os aminoácidos essenciais ao organismo e, segundo a nutricionista Iara Rodrigues, «por ter muita fibra e proteína no grão, confere uma sensação de saciedade e facilita o esvaziamento gástrico, favorecendo a perda de peso». Além disso, «é rica em vitaminas do complexo B que, para além de regularem o sistema nervoso e ajudarem na manutenção muscular, têm um papel importante no equilíbrio das flutuações hormonais, muitas vezes responsáveis pela flacidez», afirma
Embora não exista uma recomendação exata, Iara Rodrigues sugere que mantenha aquilo a que chama a «regra dos hidratos», não ultrapassar as duas colheres de servir por dia. Geralmente consumida em pó (disponível em lojas de produtos naturais), a quantidade diária não deve ultrapassar uma colher de sopa ou duas colheres de sobremesa.
Deve cozê-la durante pouco tempo. Por ter um sabor praticamente nulo, «o ideal é adicioná-la a saladas, leite, iogurtes, sumos naturais ou batidos de fruta ou, uma vez que tem um reduzido teor glicémico, usá-la como substituta da farinha de trigo em bolos, tortas e pães», acrescenta ainda a nutricionista.
Fonte: Revista Prevenir
Fonte: Revista Prevenir
Ovos (quase) sem colesterol
Saiba o que pode fazer para ingerir este alimento sem prejudicar a sua saúde
Ovos (quase) sem colesterol
De acordo com o livro «A cozinha da Saúde», da autoria de Ferran Adrià, Valentín Fuster e Josep Cobella (Planeta) e com base em dados da Associação Portuguesa de Nutricionistas, a par da carne e do peixe, os ovos são ricos em proteína, zinco, ferro, fósforo, vitamina D e vitaminas do complexo B.
Mas, tal como a carne vermelha, a riqueza em gordura saturada coloca restrições ao seu consumo.
A boa notícia é que, se reduzir a proporção de gema em relação às claras, obterá ovos com teor mais baixo de colesterol. Saiba ainda que um quinto a quatro quintos é o número total de porções de carne, peixe e ovos que deve ingerir diariamente. Uma porção corresponde a um ovo médio ou a 25 gramas de carne ou de peixe cozinhados.
Dicas úteis para uma ingestão (mais) saudável:
- Para não abdicar dos ovos, faça uma omolete com duas claras e uma gema.
- Se não prescinde do amarelo dos ovos, use apenas as claras e simule a cor das gemas acrescentando açafrão.
- Coloque a clara num copo e substitua a gema por puré espesso de cenoura. Leve a cozer no microondas e delicie-se de seguida.
Fonte: Revista Prevenir
Café reduz para metade o risco de cancro no fígado
O consumo de café reduz em pelo menos 40% o risco de carcinoma hepatocelular, o tipo mais comum de cancro no fígado. A conclusão é de uma metanálise recente desenvolvida em Itália com base em mais de uma dezena de estudos, que revelou que a ingestão de três chávenas por dia chega inclusive a diminuir em mais de 50% as hipóteses de vir a sofrer da doença.
Os investigadores do Instituto de Investigação Farmacológica Mario Negri e do departamento de ciências clínicas e saúde da Università degli Studi di Milano, em Itália, analisaram artigos científicos publicados entre 1996 e 2012, investigando em profundidade 16 estudos que se debruçaram sobre um total de 3.153 casos.
"A nossa investigação confirma as indicações de que o café é bom para a saúde e particularmente para o fígado", explica, em comunicado, Carlo La Vecchia, principal autor do estudo publicado na revista científica Clinical Gastroenterology and Hepatology da Associação Gastroenterológica Americana.
"O efeito benéfico do café em relação ao cancro do fígado pode ter a ver com o potencial que este tem ao nível da prevenção da diabetes, um fator de risco da doença, bem como no combate à cirrose e nas vantagens [que a sua ingestão apresenta] para as enzimas do fígado", acrescenta La Vecchia.
Apesar de os resultados serem consistentes, o investigador e os colegas afirmam que é difícil compreender na perfeição as razões que explicam esta associação entre a ingestão de café e o carcinoma hepatocelular, pelo que, mesmo que o mesmo possa, eventualmente, ter um papel preventivo, "esse papel será sempre limitado em comparação com outras medidas" que podem e devem ser adotadas.
Entre estas medidas estão a vacinação contra a hepatite B, o controlo da transmissão do vírus da hepatite C e a redução do consumo de álcool que, de acordo com os especialistas, conseguem evitar mais de 90% dos casos de cancro do fígado a nível mundial. O tabaco, a obesidade e a diabetes são também fatores de risco a ter em atenção.
Atualmente, o cancro no fígado é o sexto mais comum em todo o mundo e o terceiro maior causador de mortes por cancro. O carcinoma hepatocelular é o principal tipo de cancro no fígado, correspondendo a mais de 90% das manifestações da doença.
Clique AQUI para aceder ao resumo do estudo (em inglês).
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