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Alimentos para as novas mamães



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Uma dieta saudável é a chave para aproveitar ao máximo a sua gravidez e depois de se recuperar rapidamente. Além disso, é vital que a criança recebe todos os nutrientes de que necessita para crescer forte e saudável, tanto dentro da barriga, de qualquer maneira. E é através do leite materno para que você também vai estar ajudando a desenvolver.

Então, neste momento, tendo em conta todos estes dados, é provável que você esteja se perguntando: “O que são os melhores alimentos que podem dar nesta fase da minha vida”. Bem, hoje vou mostrar-lhes.


ovos


Os ovos são uma excelente fonte de proteína e contém o equilíbrio ideal de aminoácidos. A partir deles você pode obter toda a energia que você precisa para cuidar de você e seu bebê. Além disso, a gema é uma das poucas fontes naturais de vitamina D, que é vital para a força de seu sistema esquelético e seu bebê de nutrientes. Finalmente, o morro dos ovos será fundamental para o centro de memória do seu pequeno. Por todas estas razões, recomendamos que você consome 1-2 ovos por dia.


aveia


Todo esse grão tem muita fibra, pelo que a sua ingestão é especialmente recomendado para as mães que sofrem de constipação pós-parto. Além disso, a aveia é rica em ferro; isso torna o alimento ideal para prevenir a anemia. Finalmente, toda esta grão também é muito eficaz para aumentar a produção de leite.


salmão


O salmão é, sem dúvida, um dos alimentos mais nutritivos. Para começar, ele contém uma riqueza de ácidos graxos. Este será crítico no desenvolvimento do sistema nervoso no seu recém-nascido. Mas isso não é tudo: o consumo de salmão tem mostrado prevenir a depressão pós-parto. Portanto, aproveite-o duas vezes por semana!


arroz Integral


Todas as mulheres grávidas devem incluir uma boa dose de carboidratos saudáveis??, como arroz integral em sua dieta. E esta variedade de arroz dá muita energia e ajuda a equilibrar os níveis de açúcar no sangue. Ele também contém mais nutrientes e fibras do que o arroz tradicional.


Recomendamos que antes de cozinhar o arroz, deixe o feijão em uma bacia de água por um par de horas. Esta medida será ligado a alimentos mais nutritivos e torná-lo mais facilmente digerível.


mirtilos
Para os seus antioxidantes, mirtilos são uma das melhores frutas para combater os efeitos destrutivos dos radicais livres e, portanto, livre você e seu bebê a inúmeras doenças. Além disso, blueberries fornecer-lhes todas as vitaminas e minerais que você e seu pequeno bebê precisam.


espinafre


Espinafre é pura vitamina A, mas também contém muito ácido fólico. Isto é o que contribui para a produção de novas células, um efeito que é especialmente importante para as mulheres que acabaram de experientes severa perda de sangue durante o parto. Mas aqui as qualidades deste delicioso vegetal não se esgota: Espinafre também fornece uma grande quantidade de magnésio e isso apóia a formação de cartilagem e osso e promove a produção de colágeno.


Sugerimos, então, que você consome em saladas, sopas ou sucos. Ele vai te fazer bem!


amêndoas


Amêndoas vai oferecer uma ampla gama de nutrientes. Como o que? Muito Omega 3!, O que irá aumentar a produção de leite. Eles também fornecem proteína e cálcio. Portanto, certifique-se de cultivar essas deliciosas nuts. Eles são o lanche perfeito!


Informações recomendada: Como perder peso após a gravidez naturalmente


Estes são os superalimentos que ajudarão você a desfrutar de uma das fases mais memoráveis ??na vida de cada mulher. Vá em frente!

Pratos malandros para saciar


Sabia que se a água for utilizada na confecção dos alimentos não só se consegue um interessante poder saciante como também a subsequente ingestão calórica tende a ser menor?


Explore as técnicas culinárias que privilegiam a adição de água e a redução de gordura adicionada – como os cozidos, guisados, ensopados, jardineiras e caldeiradas – conseguindo uma alimentação saudável e com elevado poder saciante.


Para a confecção de uma refeição com elevado poder saciante e pouco densa caloricamente, não importa apenas escolher com pormenor os alimentos que a devem compor (e neste caso salientam-se os alimentos mais ricos em água e fibra alimentar e com menor teor de gordura – como os legumes, leguminosas e fruta), como também interessa conhecer e explorar os métodos culinários que potenciam estas características.


A considerar:
• A água utilizada directamente na cozedura dos alimentos e que está no molho dos alimentos cozinhados (ou em sopa) tem um efeito saciante comprovadamente superior à mesma quantidade de água mas consumida como uma bebida a acompanhar a refeição.
• Não existe evidência científica que beber mais ou menos água antes durante ou após uma refeição tenha um efeito na ingestão de calorias nessa refeição ou na refeição seguinte (ou no controlo do peso).
• Reserve 2 ou 3 refeições semanais para confeccionar caldeiradas, jardineiras e/ou ensopados. Estas são algumas das melhores técnicas culinárias para promover a saciedade e reduzir a ingestão calórica.
• Quando decidir confeccionar arroz ou massa, opte por lhes adicionar um pouco mais água que o habitual e também bastantes legumes (por si só ricos em água), conseguindo os chamados “pratos malandros”, com elevado poder saciante.
• Utilize panelas, tachos e frigideiras anti-aderentes para cozinhar as suas refeições com pouca ou nenhuma em gordura adicionada. Na maioria dos casos, a própria gordura dos alimentos é suficiente para conseguir um paladar saboroso. E se assim não for, pode sempre recorrer às ervas aromáticas e especiarias.

Dia Mundial do AVC


 


29 de Outubro é o dia mundial do acidente vascular cerebral (AVC). Em Portugal, o AVC é a principal causa de morte, mas cerca de 90% dos casos são evitáveis.


9 em cada 10 AVCs devem-se a um ou mais factores de risco sobre os quais se poderia ter  intervido para anular o risco. Estes factores de risco incluem: hipertensão arterial, sedentarismo, obesidade, excesso de colesterol, fumo de tabaco, erros alimentares, diabetes, stress psicossocial, consumo de álcool e algumas doenças do coração.


O AVC está a tornar-se cada vez mais comum entre pessoas mais jovens. Calcula-se que uma em cada cinco vítimas tenha menos de 55 anos, tratando-se de doentes mais jovens, aumentam também os custos pessoais e sociais com medicamentos, consultas, internamentos e outros cuidados de saúde, mas também com baixas e reformas antecipadas durante cada vez mais tempo.
O estilo de vida, a alimentação e a falta de exercício físico regular faz com que envelheçamos precocemente. A população deve ter uma atitude proativa, porque prevenir é melhor do que tratar e uma alteração do estilo de vida tem importância até na prevenção da demência! 


Mantenha um peso saudável, opte por uma alimentação rica em frutos e vegetais e pobre em gorduras saturadas e alimentos processados, reduza a ingestão de sal, não fume, e pratique exercício físico diariamente. Não entre nas estatísticas do AVC.

4 alimentos funcionais


São vários os alimentos considerados funcionais – ou seja, que vão além de nutrir. 


 


Pimenta caiena – O gosto picante desencadeia no cérebro a produção de endorfinas, substâncias que trazem bem-estar. Além disso, provoca a vasodilatação, melhorando a circulação sanguínea. Ao acelerar os batimentos cardíacos e estimular a salivação e o suor intensos, aumenta o gasto de energia pelo organismo, ajudando na perda de peso. Ainda dá energia e tem papel no controle das doenças cardíacas.


 


Chia – Eessa semente tem poderes protetores para o coração, graças ao ómega-3. Aliás, é mais rica nesse nutriente do que sua “concorrente” mais popular, a linhaça. Aumenta a saciedade, melhora o ritmo intestinal e tem fama de ajudar na definição da barriga.


 


Abacate – Durante muito tempo, ele foi desprezado pelas dietas tradicionais por seu alto teor de gordura. O que se sabe hoje, porém, é que sua polpa macia é uma fonte potente de gorduras saudáveis, com ação anti-inflamatória, capaz de aumentar o colesterol bom (HDL) e combater o mau (LDL). Tem alto teor proteico e muitas vitaminas. E é rico em triptofano, um aminoácido que trabalha na síntese da serotonina, o hormona do bem-estar. Por isso, ajuda no controle da ansiedade e no processo de perda de peso. 


 


Gengibre – É antioxidante, combate os radicais livres e contribui para desacelerar o envelhecimento; termogénico, aumenta o metabolismo e a queima de gorduras; é excelente no combate às náuseas e tem atuação comprovada na diminuição da gordura abdominal. 

Petiscos que aceleram o metabolismo

 



 


Devemos fazer cinco ou seis refeições de forma a comer menos nas refeições principais, já escrevi várias vezes esta informação. Não surgem, desta forma, os picos de fome e o metabolismo mantém se num ritmo constante. Mas, se já é bom saber que para emagrecer é preciso comer, melhor ainda é a notícia de que certos alimentos ajudam a acelerar o metabolismo.


Para comemorar, que tal preparar agora mesmo umas pipocas? No quesito fibras, o milho integral, que dá origem à pipoca, é imbatível. Comparada com a pipoca caseira, feita só com um fiozinho de óleo, a que fazemos no microondas sem gordura é menos calórica. Uma chávena de chá tem cerca de 42 calorias. Não é preciso dizer que a versão doce ou com manteiga deve ser banida se a ideia é reduzir medidas. Experimente com canela. Por ser volumosa, as pipocas são uma boa opção para quem gosta de petiscar. Além disso,  contribui para adiar o envelhecimento. Rica em polifenóis, antioxidantes concentrados principalmente na casquinha, a pipoca neutraliza os danos dos radicais livres. 


 


A maçã é outro excelente petisco. As maças estão cheias de pectina, uma fibra que dá saciedade.


 


Dois pacotinhos de iogurte (magro, de preferência) por dia são aliados da cintura fina. O alimento ajuda a equilibrar a fora intestinal, o que favorece a absorção dos nutrientes. Esse efeito é ainda melhor no caso do iogurte probiótico. Fonte de proteína, essa opção de lanche dá saciedade e acelera o metabolismo – aspectos que também favorecem a perda de peso.


Assim como a pipoca, a bolacha de arroz integral tem volume. Mesmo consumindo uma ou duas, ficamos com a sensação de ter comido muito mais. Isso deve se, em parte, ao alto teor de fibras que estimula a mastigação, além de saciar. Sem falar no reduzido teor energético – a unidade tem cerca de 35 calorias. Outros pontos a favor: é livre de glúten, conservantes ou aromatizantes. De sabor neutro, pode ser consumida simples, com compota sem açúcar ou queijo creme magro.

Benefícios do café verde para o organismo

Emagrecer naturalmente é o sonho de toda mulher que está acima do peso. Como é bom não precisar fazer uso de medicamentos agressivos para perder peso, não é mesmo? Mas infelizmente a realidade é bem outra, pois quando uma mulher quer emagrecer ela recorre sempre a métodos eficazes e rápidos, a maioria não consegue esperar pelos resultados, a longo prazo, o que torna prejudicial à saúde. É preciso fazer uma reeducação alimentar e praticar exercícios físicos para alcançar o objetivo, mas para acelerar o processo de perda de peso é preciso um auxílio externo e a maioria das pessoas não recusa como é o caso do café verde.

Benefícios do café verde para o organismo
Estudos comprovaram que o café verde em cápsulas é muito eficaz, se usado como forma complementar , pois além de emagrecer ele também controla as taxas de açúcar no sangue. O café verde, um produto 100% natural quando é consumido diariamente absorve as gorduras que vem dos alimentos de forma que ativa o metabolismo. O produto também traz em sua composição quantidade relevante de cafestol e kahweol, substâncias responsáveis por inibir a enzima GST. Também protege o fígado evitando acúmulo de açúcar que depois se transforma em gordura.

Quantidade recomendada por dia
As doses variam de pessoa para pessoa, mas o normal é que um adulto consuma entre 200 e 400 mg. Vale lembrar que a ingestão das cápsulas deve ser fracionada, ou seja, ingerida duas vezes ao dia de preferência trinta minutos antes das refeições. O resultado significativo já pode ser observado após três meses de uso do suplemento. Como o café verde não é torrado ele apresenta maior concentração de cafeína aumentando os gastos energéticos.  Na hora da compra é importante observar no rótulo da embalagem a quantidade de ácidos clorogênicos, uma vez que essa é a quantidade necessária para trazer resultados positivos ao organismo. Agora que você já conhece, que tal experimentar a nova descoberta?

Você pode encontrar café verde aqui:
http://www.jardimverde.pt/produtos-naturais-marcas/quidnovi/2706/2080/apoio-nutricional/cafe-verde-pt


Conheça os benefícios das algas para a saúde

As algas são muito conhecidas, inúmeras pessoas já as consumiram para alcançar os benefícios que elas proporcionam. Além dos inúmeros benefícios para a saúde as algas marinhas também são muito utilizadas na alimentação, no preparo de pratos na culinária japonesa. Quem nunca comeu um delicioso sushi? Saiba que as algas, entretanto, trazem inúmeros benefícios a saúde, pois além de rica fonte de energia também é rica em  magnésio, vitaminas A, E e C, sódio, iodo e cálcio. Também proporcionam sensação de saciedade em instantes promovendo o emagrecimento e ainda tem ação antioxidante.

Variedades de algas

Existem mais de 20.000 variedades de algas, mas apenas 50 delas podem ser consumidas. Entre essas 14 são encontradas com facilidade no mercado. Entre as mais conhecidas estão a alface do mar e  o nori, um tipo de alga seca que envolve os sushis. Você pode escolher a que desejar para consumir, você as encontra em supermercados e lojas especializadas em alimentos naturais.

O que as algas podem fazer por você
Energia – entre os inúmeros benefícios as algas são fonte de energia, pois são ricas em vitamina B12 que ajuda a combater o cansaço, a perda de memória e os danos nos nervos. Pessoas como os veganos, podem encontrar nas algas as mesmas vitaminas encontradas na carne.
Ação antiinflamatória - as algas marinhas também são fonte de magnésio usado para combater enxaqueca e diminuir, os sintomas mais graves, de quem sofre com asma.
Alívio nos sintomas da menopausa – por serem dotadas de magnésio e lignanas, os sintomas como falta de sono e os calorões da menopausa podem ser aliviados.  As algas apresentam quantidade fraca de estrógeno, o hormônio que tem redução significativa quando a mulher está na menopausa. As algas diminuem os fogachos, que são as ondas de calor, que tanto incomodam e proporcionam mal estar.
Ajuda no emagrecimento – as algas são uma de fibra de nome alginato, esta fibra promove a saciedade e reduz cerca de 75% a absorção de gordura pelo organismo, promovendo o emagrecimento.

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O que são Triglicéridos? Como descer os seus valores?

Tanto os triglicéridos como o colesterol são gorduras importantes que circulam no nosso sangue e são necessárias para o nosso organismo, o problema surge quando seus valores sobem acima do normal.

O valor de referencia limite é de 200mg/dl, quando está muito acima perto dos 500mg/dl acende-nos a luz para doenças como pancreatite, doença hepática, diabetes, hipotiroidismo, enfarte do miocárdio, ou que a pessoa está a ingerir muito açúcar e gorduras.
Quando o valor está muito abaixo, menor que 150mg/dl, revela um quadro de má nutrição, má absorção, hipertiroidismo e doença pulmonar obstrutiva.

O excesso de peso, o consumo de muitas calorias e o álcool aumentam os triglicéridos.
Também podem surgir pelos efeitos secundarios de medicamentos, como os anticonceptivos (pílula), anti-inflamatórios esteróides (tenham cortisona), e os diuréticos.

 Entendo perfeitamente o que leva as pessoas a terem uma alimentação que aumenta os níveis de triglicéridos, muitas delas já têm idade e quando novas passaram fome ou necessidades, como vamos agora, dizer-lhes para não comerem?
Existem algumas medidas que beneficiam, mesmo o tradicional comedor:

-  Consumir alimentos ricos em fibra, especialmente a aveia e os cereais integrais, pois eles absorvem as gorduras, assim como vegetais de folha verde e frutas (comer a fruta, não o sumo e fora das refeições).

- Uma das grandes medidas para reduzir os níveis de triglicéridos é aumentar a atividade física, fazer de 30 minutos a 1 hora de caminhada diária.

- Num vaso com agua, misturar 2 colheres de sopa de aveia e deixar repousar toda a noite, beber no dia seguinte.

- Um truque caseiro, consiste em beber uma infusão de casca de laranja (ferver 5 minutos) todos os dias à noite.

- A maçã é a grande rainha no controle dos triglicéridos, em jejum beber suco verde ao qual adicionou 2 ou 3 maçãs.

Se é mulher na idade pós menopausa, dê atenção aos valores altos dos triglicéridos, não pense que os medicamentos os descem, estudos indicam que o só o fazem na ordem de 10 a 30 por cento, por isso acrescente estes truques, e veja os resultados.

Tratamento Natural das Hemorroidas

Todos temos hemorróidas, não é uma doença é uma parte anatómica e útil do nosso corpo. São veias situadas na area rectal. O problema surge quando estas veias dilatam e inflamam, dando dor, comichão e por vezes sangramento.

O que fazer?
Como não devemos agir somente sobre os sintomas, mas tentar fazer com que o desequilíbrio causal seja ultrapassado, para que dessa forma possamos ter um ânus adequado ás suas funções eliminatórias, temos que perguntar?
Porque tenho eu hemorróidas?
Varias causas podem estar por trás deste aviso do seu corpo, como a prisão de ventre, comer em excesso associado ao sedentarismo, álcool, problemas hepáticos, preguiça do sistema linfático, quistos nos ovários, esforços intensos e gravidez.

- Em primeiro lugar tem de alcalinizar o corpo, para isso fique longe de carne, produtos industrializados, refrigerantes e lácteos.
Prefira uma alimentação baseada em verduras, cereais integrais, frutas e sementes.
Porque tem de fazer esta mudança?
Não somos obrigados a nada, mas há consensos pessoais a que temos que chegar, temos de decidir se queremos unicamente aliviar o sintoma com este ou aquele tratamento ou se queremos curar.
Fazer um tratamento para aliviar o sintoma ou curar, são duas coisas muito distintas, uma envolve a sua ação sobre o local a outra envolve alterações na sua Vida.
Da pomada mais milagrosa à cirurgia, tudo contribui para um alivio do sintoma, mas senão normalizar a digestão e a evacuação de forma a purificar o sangue, não está a curar.

- Em jejum beba agua com limão e 1 colher de azeite de boa qualidade. Diariamente tome 1 colher de sopa de linhaça moida.

- Coma urtigas ( se for época) em sopas, em esparregado, cozidas, cruas em sumos e beba chá de urtigas com malvas e menta.
Diariamente consuma frutas como laranjas, clementinas, tanjas...frutas cítricas.
Pode ralar cascas de limão e laranja e juntar ás saladas, excelente fonte de bioflavonoides.

- Caminhe 1 hora por dia e respire...inspire e expire conscientemente.

- Também existem extratos preparados à base de Castanha da India, Hamamelis e Ginko Biloba que melhoram a circulação e podem dar uma ajuda.

 - Como adjuvante, para regularizar os intestinos e a zona hepática deve dormir com cataplasmas de argila sobre o ventre e fígado.

- Não podem faltar como tratamento local os Banhos de acento (mergulhar a zona rectal numa bacia com agua e deixar os pés de fora).
Nas crises agudas, com as hemorroidas de fora, deve ser feito com agua muito fria, por vezes até aplicar localmente gelo envolvido num pano para que a desinflamação aconteça rapidamente.
Fora das crises, fazer banhos de acento com agua morna, quase quente (a agua pode ser simples ou com infusão de malvas, ou de nogueira ou de tomilho). Depois de estar na agua morna por 15 a 20 minutos, deve passar por agua fria.

Pode aplicar uma bola de algodão embebida em vinagre de maçã e repetir o processo até desaparecer o sintoma agudo.
Outra opção é a Aloés, tanto em forma de pomada de aloés como em gel, mas o mais indicado é cortar uma folha, abri-la e aplicar directamente no local.

- Não use sabão na zona, pode irritar e humedeça o papel higiénico antes de se limpar.

- Um tratamento antigo consistia em injetar (com uma "pêra" de borracha que se vende na farmácia)sumo de dois limões no reto e deixar ficar toda a noite. Repetir três noites. Parece que é um pouco doloroso, mas o sintoma hemorroidal deixa de incomodar.
O grande mestre Lezaeta, que considerava que todas as doenças tinham cura  bastava para isso dar ao corpo as condições que necessitava, disse: "A operação ou extirpação das hemorroidas não restabelece a Saúde do doente, porque o bisturi não purifica o sangue. A doença mudará de sintoma e as matérias toxicas que procuravam saída por baixo, subirão à cabeça e afetaram o cérebro ( a maior parte das pessoas com hemorroidas sofre de perturbações nervosas). Julgando-se curado, o doente seguirá sua Vida de erros que lhe causará maiores males".


Podem as frutas, verduras e sementes curarem as doenças degenerativas?

Não!
Não são as frutas, nem as verduras, nem as sementes que curam o corpo, mas SEM elas também não há cura.

A maioria das doenças  degenerativas  ou melhor a maioria das doenças são causadas por altas taxas de toxicidade interna associada a deficiências nutricionais.
Não tenha duvida, de que estamos gordos, mas estamos subnutridos.
Ao comer-mos frutas, verduras e sementes essencialmente cruas vamos fornecer ao corpo toda a classe de enzimas, minerais e nutrientes dos quais o corpo precisa e desta forma  restauramos a capacidade do corpo de se auto-desintoxicar e de auto-curar.

Ao analisarmos a Terapia Gerson contra o cancro, vemos que ele chegou à mesma conclusão, por isso a sua recomendação de 12 copos diários de suco de vegetais e frutas, o objetivo era limpar e regenerar; todas as doenças são desequilíbrios criados por excesso de toxicidade e deficiência de nutrientes. No entanto há que referir que a Terapia Gerson tornou-se conhecida pelos seus bons resultados no Cancro, mas penso que ela pode ter bons resultados na maioria das doenças.
Concluindo, podemos dizer que qualquer cura só vem do corpo, por isso é que tudo o que fizermos numa patologia deve ser sempre a favor do corpo e não contra ele, como disse Hipocrates:
 "Em primeiro lugar NÃO fazer mal".


Como conservar melhor os alimentos saiba tudo aqui


SAIBA COMO CONSERVAR MELHOR OS ALIMENTOS
Os métodos mais comuns para conservar alimentos incluem a refrigeração, a secagem e a salga. Os vários processos que existem têm como objetivo retardar o efeito das enzimas que alteram e degradam os alimentos. Os microrganismos também atuam nos alimentos apodrecendo-os e levam à produção de toxinas prejudiciais ao organismo e responsáveis por graves intoxicações alimentares.

A primeira, e mais simples dica, é: compre sempre pequenas quantidades de alimentos. Assim, evita que eles se mantenham muito tempo no frigorífico ou no congelador.

Outra dica básica é lavar as mãos sempre que for manipular alimentos, este passo simples diminui as contaminações cruzadas.

Como conservar carne no frigorífico
Para conservar a carne no frigorífico evite manter a embalagem original. Utilize sacos com fecho, desta forma evita que os microrganismos ataquem a peça e esta permanece fresco mais tempo. Não a deixe mais do que 3 dias no frigorífico.
O peixe deve ser consumido no dia de compra, se não for possível o melhor é refrigerar no congelador em sacos fechados. Congele sempre o peixe já arranjado, sem as vísceras, escamas e gordura.

Como guardar ovos, frutas e outros vegetais
Os ovos devem ser armazenados com o lado pontiagudo para baixo e nas prateleiras laterais do frigorífico.
As frutas para serem guardadas no frigorífico devem ser embrulhadas em papel vegetal, uma a uma.
Os vegetais devem ser lavados com água corrente e bem secos antes de serem refrigerados porque a humidade acelera a deterioração destes alimentos.

Outras dicas importantes para conservar alimentos
Sempre que abrir a embalagem de um produto como queijo ou fiambre, tente não tocar com os dedos nos alimentos, utilize um garfo, para evitar contaminações. Coloque então o que sobrar em embalagens de plástico ou sacos herméticos.

Ordene os alimentos no frigorífico da seguinte forma: os alimentos já cozinhados devem ficar na prateleira de cima, os alimentos semiprontos nas prateleiras do meio e os alimentos crus na parte de baixo.

É também importante que siga sempre as indicações de conservação da embalagem. Os alimentos refrigerados devem ser armazenados a temperatura até 6ºC e os alimentos congelados devem estar armazenados a temperatura inferior a -18ºC.

Com estas dicas, conservará os alimentos frescos por mais tempo.

Erros que cometemos quando vamos às compras

Quantas vezes vai às compras por semana? E de barriga cheia ou vazia? São questões como estas que preocupam Katie Hill, treinadora de bem-estar norte-americana, que alerta para alguns erros que todos cometemos no que toca às lidas da mercearia.
“Como treinadora de saúde, reparei que os meus clientes se sentem ansiosos quando têm a casa cheia de comida. E muitos cometemos erros básicos quando vamos comprar a nossa alimentação”, explicou ao Huffington Post.

A educadora elaborou uma lista dos seis erros que todos cometemos quando vamos às compras. E alguns deles são bastante pertinentes.
Katie deixa um também um conselho: por vezes, deleguem as compras a alguém: “Muitas vezes, é o meu marido quem vai às compras. Ele é o mais paciente cliente do mundo”.

Erro nº1: Ir às compras apenas uma vez por semana
Este é um erro muito comum nos Estados Unidos. Muitas famílias enchem os seus carrinhos de compras uma vez por semana, esperando que estas sejam suficientes para o resto da semana. Com esta estratégia, tendemos a comprar comidas que durem mais tempo, ou seja, abusamos das comidas processadas.
Por outro lado, isto também significa que, por vezes, deixamos expirar o prazo dos alimentos, o que nos deixa chateados. Se comprarmos menos comida mas aumentarmos as idas ao supermercado, poupamos dinheiro e temos mais comida fresca todos os dias.
Erro nº2: Ir às compras sem um plano
Há cada vez mais pessoas com listas de compras, mas muitas vezes os alimentos que fazem parte desta não se encontram coordenados. Antes de sairmos de casa, devemos saber o que precisamos para dois ou três dias. Ou seja, devemos comprar o suficiente para nove refeições.
Katie explica que, por vezes, chega a casa – vinda do supermercado – e não tem nada por comer, apenas comida dispersa: umas cenouras, uns enlatados.
Erro nº3: Ir às compras com a barriga cheia
Já se sabia que ir às compras de barriga vazia é desastroso, agora podemos acrescentar a barriga cheia. Segundo Katie, muitos dos seus clientes que vão ao supermercado com o estômago cheio acabam por comprar tudo menos comida: papel higiénico, detergentes, artigos de higiene pessoal… mas nada de alimentos. Ou seja, terão de voltar ao supermercado umas horas depois.
Erro nº4: comprar demasiada comida de conveniência “saudável”
Há centenas de comidas cujos fabricantes consideram “sem glúten”, “orgânica”, “sem gordura” ou “natural” e que, na verdade, não o são. Devemos optar por comida verdadeira, de preferência que não venha num pacote que sobrevive a tudo – incluindo holocaustos nucleares.
Erro nº5: Desconhecer a que dias o seu supermercado renova o stock
Este é um dos grandes conselhos que já publicámos no Green Savers. O segredo para comprar comida fresca é saber a que dia o seu supermercado renova o stock. Pergunte ao gerente e ele lhe dirá, certamente. Depois, planeie as compras nesse dia – que não tem necessariamente de ser ao fim-de-semana, apesar de dar mais jeito à maioria dos consumidores.
Erro nº6: Não ter paciência
É chato esperar horas pela sua vez no peixe fresco ou charcutaria? Sim, é verdade, mas saberá que a comida é fresca. Tente resistir à compra de produtos embalados – por vezes, eles estão há vários dias no mesmo local.


Harvard elabora dieta sem leite


A Harvard School of Public Health afirma que o leite pode ser prejudicial para a saúde.

Vários especialistas em nutrição da Harvard School of Public Health, juntamente com os editores de Harvard Health Publications, criaram um guia para corrigir as deficiências na alimentação, denominado 'The Healthy Eating Plate' (dieta saudável).
A dieta saudável foi enviada para o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos da América (USDA), para integrar o novo guia de saúde e nutricionismo que veio substituir a pirâmide dos alimentos. Especialistas e investigadores desenvolveram uma alimentação equilibrada e sã. Para isso, a ausência de laticínios nesta dieta, é essencial. O consumo destes alimentos aumenta significativamente a possibilidade de poder vir a contrair o cancro dos ovários e da próstata.
O alto nível de gordura saturada e a presença de componentes químicos derivados da sua produção tornam os laticínios alimentos a evitar devendo ser substituídos por legumes verdes, como a couve, o repolho e os brócolos. Para obter o cálcio necessário, sem consumir diretamente a sua fonte (laticínios), deve ingerir-se soja enriquecida e grãos de várias espécies.
The Healthy Eating Plate orienta as pessoas a consumir menos carboidratos e a fazer uma alimentação saudável.

Estratégias para manter o coração saudável


Estratégias Auto-Ajuda


Para as doenças cardíacas, a prevenção é particularmente importante porque a doença pode ser devastadora — e porque a prevenção é de facto eficaz. Há duas formas básicas de prevenção: primária e a secun-dária. A prevenção primária destina-se a prevenir uma doença antes de ela se manifestar A secundária tenta deter a progressão —ou produzir a regressão — de uma doença depois de se ter iniciado. Num mundo ideal, a prevenção primária poderia reduzir drasticamente a ocorrência de doenças coronárias. Como a aterosclerose começa na infância, teríamos de começar bem cedo para atingir este alvo. Contudo, se as crianças e os jovens pudessem ser convencidos a praticar apenas os «quatro grandes» da prevenção cardíaca — evitar exposição ao tabaco, comer adequadamente, fazer exercício com regularidade e manter uma pressão arterial desejável —, a prevenção primária seria de facto muito eficaz. A prevenção secundária é também muito eficaz, Depende igualmente dos «quatro grandes» mas implica com frequência estratégias adicionais — como medicação para controlar a pressão arterial, a coagulação sanguínea e os níveis de colesterol. Quem sofre de manifestações clínicas de aterosclerose, COMO angina de peito ou um anterior ataque cardíaco, exige o máximo de intervenções preventivas. Medicação, incluindo estatinas, inibidores da enzima de conversão da angiotensina (ECA) e betabloqueantes são em geral necessários tanto no tratamento como na prevenção nesta fase, mas esses potentes remédios devem ser sempre encarados como suplementos e não como substitutos de mudanças no estilo de vida, que constituem o cerne da prevenção das doenças cardíacas. 

Objectivo preventivo Reduzir o colesterol HDL

Estratégias comprovadamente eficazes
• Alimentação pobre em gordura, Salva em colesterol
• Consumir fibras alimentares • Fazer exercício
• Perder peso
• Comer soja
• Consumir esteróis alimentares
• Tomar niacina
• Receita médica contra o colesterol Aumentar o colesterol HDL . Reduzir ácido gordos hidrogenados alimentares
• Evitar o tabaco
• Fazer exercício
• Perder peso
• Consumir álcool em doses baixas
• Niacina Proteger a parede arterial . Reduzir a pressão arterial • Evitar o tabaco
• Reduzir o colesterol LDL Reduzir os troubos Reduzir a inflamação

Estratégias possivelmente eficazes
• Comer aliso
• Comer nozes
• Terapia de substituição hormonal pós-menopausa
• Receita médica contra o colesterol
• Tomar crórnio
• Terapia de substituição hormonal pós-menopausa
• Reduzir açúcares simples na alimentação
• Reduzir o açúcar do sangue
• Comer peixe ou óleo de peixe
• Tomar ácido fálico, vitamina E3, e vitamina B,2
• Tomar aspirina em doses baixas
• Fazer exercício
• Consumir álcool em doses baixas
• Comer peixe
•Tomar aspirina em doses baixas
• Comer peixe 011 óleo de peixe 

Devo pensar em perder peso só porque muda o ano?


Nove pequenas mudanças saudáveis que vai conseguir pôr em prática diariamente.

Apesar de cada vez mais pessoas não acreditarem no seu cumprimento, certo é que manda a tradição que se formulem desejos e estipulem resoluções para cada ano que se inicia. Uma boa parte destas está ligada à saúde, com a perda de peso e o início da prática de exercício no topo da lista. Infelizmente o outro lado da tradição continua a ser verdade: boa parte destas resoluções raramente têm sucesso.

Em todo o caso, por mais baixa que seja a “taxa de cumprimento” destas resoluções, continua a ser maior o grau de sucesso de quem as idealiza e tenta operacionalizar do que de quem nem isso tenta. Tudo depende da forma como é encarado este processo, até porque a aura de mudança está tão presente nestes dias que faz desta uma época dourada para os livros de auto-ajuda, suplementos milagrosos e gurus motivacionais que, diga-se de passagem, são palavras muito perigosas quando se juntam numa mesma frase.

Aliás, um dos problemas começa logo pelo número: 12 desejos ou 10 resoluções implica ou uma ambição algo desmedida ou que, de facto, há muita coisa para ser mudada. E, como mudar não é fácil, tentar modificar muitos hábitos de uma só vez poderá conduzir inevitavelmente ao seu abandono.

Neste contexto, tendo a perda de peso como pano de fundo, aqui ficam alguns exemplos de estratégias concretas - não lhes chamemos resoluções - que podem ser colocadas em prática com maior ou menor dificuldade:

- Acorde 15 minutos mais cedo e faça um bom pequeno-almoço. Verá que estará com o apetite muito mais controlado ao longo do dia;

- Tenha sempre sopa feita em casa. É sempre de extrema utilidade para controlar o apetite descontrolado antes do jantar naqueles dias em que não conseguiu lanchar;

- Não leve para a mesa pão, tachos ou travessas durante as refeições. Pode até já não ter fome, mas esses estímulos visuais e olfactivos constantes vão fazer com que coma mais;

- Vá às compras sem fome e sem filhos. Verá que as suas escolhas serão certamente mais equilibradas;

- Não compre para casa “alimentos” que sabe que não consegue resistir. Ter os armários repletos de batatas fritas, snacks salgados, bolachas, refrigerantes e chocolates é uma armadilha que fazemos a nós próprios;

- Em contexto social não se restrinja em demasia. Aproveite o tempo à mesa com amigos e família. De resto, é justamente para estes extras que se deve portar bem nos outros dias da semana;

 - Estabeleça uma frequência semanal mínima para a prática de exercício e tente (se entender por bem) encontrar um parceiro para o mesmo. Desde que seja numa perspectiva de motivação e controlo mútuo e não de distração;

- Partilhe os seus objectivos com os amigos. Actualizações através de email, blogue ou redes sociais pode também ser uma forma ousada, mas eficaz de se manter fiel aos objectivos uma vez que já incluiu várias pessoas no processo que pode agora não querer desiludir. Até os próprios elogios e reforços positivos dos mesmos podem ser uma fonte de motivação extra (mesmo tendo em conta que não é a mais duradoura);

- Crie as suas próprias estratégias! Pense em comportamentos que já conseguiu mudar com êxito e como o conseguiu. Não existe apenas uma mas sim várias fórmulas de sucesso para conseguir perder peso e tudo o que está acima descrito pode até não se aplicar minimamente ao seu quotidiano. Qualquer mudança é mais sustentável quando corresponde às suas próprias motivações e está adaptada aos seus ritmos de vida e preferências alimentares.

Dizer que se quer perder peso na passagem de ano e comprar um livro (ou arranjar uma pessoa) para dizer “tu consegues” é muito diferente de modificar de facto pequenos actos ao longo do dia que fazem uma grande diferença.

Apps para controlar o peso não devem substituir o papel do médico


As aplicações para controlar o peso são ferramentas de apoio e não devem substituir o papel dos nutricionistas ou dos especialistas em endocrinologia, segundo um estudo espanhol.
Cinco milhões de utilizadores descarregam a cada 16 segundos uma aplicação para os seus telemóveis. Esta tendência é também visível entre o grupo de pessoas que pretende melhorar os seus hábitos alimentares, manter-se em forma e perder peso.
Para ajudar os internautas na sua escolha, a revista espanhola Eroski Consumer analisou as funcionalidades de 16 aplicações móveis gratuitas que ajudam a controlar o peso e a melhorar os hábitos alimentares.
Na análise das apps, que são compatíveis com os sistemas operativos iOS e Android, estiveram envolvidos nutricionistas da revista da Sociedade Espanhola para o Estudo da obesidade (SEEDO), assim como especialistas da The App Date, ponto de encontro em Espanha sobre aplicações para telemóveis.
As funcionalidades oferecidas pelas 16 aplicações foram classificadas em cinco secções como teste inicial, orientação alimentar, registo de alimentos e exercício físico, monitorização do progressos e da motivação e aconselhamento alimentar. O objectivo destas apps é ajudar o internauta a encontrar, de forma simples, por exemplo, informação nutricional dos alimentos que ingere e a acompanhar as suas refeições, exercícios e peso.
Segundo os especialistas envolvidos no estudo, “as apps deveriam destacar em primeiro lugar a importância de procurar aconselhamento médico antes de se iniciar uma deita alimentar”. No entanto, “apenas metade das aplicações faz esta recomendação”, nomeadamente as apps Calorie Counter by FatSecret, Weigh What Matters, Calorie Counter by CalorieCount.com, Calorie Counter- Myfitness Pal, Fitbit, Diet Point Español, DailyBurn Tracker e 40•30•30.
No que diz respeito à orientação alimentar, comprovou-se que praticamente nenhuma app aconselha a perder um número de quilos determinado.  Nas apps Calorie Counter by FatSecret, Shape Up Club, Calorie Counter by CalorieCount.com, Calorie Counter-MyFitness Pal, Libra-Gestor de Peso, Noom Weight Loss e iPesoCorporal é a pessoa que estabelece o número de quilos que deseja perder.
As kcal ajudam a recuperar a energia perdida durante o dia e durante a noite. A energia é necessária não só para se exercitar, mas para tudo o que faz, até para respirar e dormir. Neste sentido, cada pessoa necessita de assegurar que a energia despendida está em equilíbrio com a energia consumida. Em média, uma pessoa necessita de cerca de 2.000 kcal por dia, mas não existe consenso entre as app móveis analisadas quanto ao número de calorias necessárias.
Oito dos 12 programadas estudados propõem um plano calórico, indicando o número de calorias que são aconselháveis ingerir diariamente. A app Weigh What Matters aconselha a procurar ajuda de um profissional de saúde para estabelecer um plano de calorias correcto e adequado.
As app Calorie Counter by FatSecret, Shape Up Club Calorie Counter by CalorieCount.com, Calorie Counter-MyFitness Pal, Fitbit, DailyBurn Tracker y Noom Weight Loss oferecem um serviço de monitorização. Por exemplo, registam os alimentos e as bebidas que  são ingeridas, de forma a controlar a dieta do utilizador.
Quase todas as app – excepto a La Dieta del Bocadillo, Tu Peso Ideal e 40•30•30 – analisam os progressos realizados pelo utilizador, analisando dados como peso, IMC, as calorias ingeridas e o exercício físico realizado.
A perda de peso é um desafio que requer motivação. E sete das 16 aplicações fornecem mensagens que visam motivar o utilizador para hábitos alimentares correctos: Weigh What Matters, Calorie Counter by CalorieCount.com, Calorie counter-MyFitness Pal, Fitbit, Diet Poiunt?Español, DailyBurn Tracker e Noom Weight Loss. Estas duas últimas apps enviam mensagens de felicitação e de bom trabalho aos utilizadores.
Confira a lista das 16 apps analisadas pela revista espanhola:
7. Fitbit

12 DICAS PARA QUEM QUER COMEÇAR UMA DIETA

Segunda-feira você vai começar uma deita? Então, nada de exageros e cortes insuportáveis na sua alimentação. O segredo para perder quilos de maneira eficiente é fazer substituições que sejam suportáveis para você. Confira algumas dicas:

Substitua açúcar por adoçante.

Substitua café por chás de frutas e ervas.

Substitua carne gordurosa por carne magra, peito de peru, frango e peixes.

Substitua cereal matinal açucarado por cereal integral.

Substitua doces e sorvetes por frutas frescas ou levadas ao forno com adoçante.

Substitua frituras por grelhados.

Substitua maionese por requeijão.

Substitua manteiga com sal por requeijão ou ricota.

Substitua óleo de soja por óleo de canola ou azeite de oliva extravirgem.

Substitua pão francês por pão integral.

Substitua presunto por peito de peru.

Substitua queijo amarelo por queijo branco.


Resveratrol - A capacidade de adiar o envelhecimento através de uma poderosa substância antioxidante

As formulações dos produtos de cosmética estão cada vez mais inovadoras. Conhecido pelas suas propriedades antioxidantes e rejuvenescedoras do organismo, o resveratrol está agora no centro das atenções da comunidade científica pela sua capacidade de abrandar o processo de envelhecimento cutâneo.



«Já nasceu a primeira pessoa que vai viver até aos 150 anos», acredita mesmo David Sinclair.

Foi com esta afirmação surpreendente que o professor e co-diretor do departamento de genética da Harvard Medical School, iniciou a conferência Live Older, Younger, que é como quem diz, Viva mais tempo, mais jovem, que fomos assistir a Paris a convite da Caudalie. O grande tema em discussão era o resveratrol e as suas propriedades rejuvenescedoras a nível dermatológico.

Apesar de ser uma substância conhecida há alguns anos, a comunidade científica ligada à dermatologia está mais entusiasmada que nunca com o seu elevado poder antioxidante e tem levado a cabo inúmeros estudos e investigações que confirmam estarmos na presença do ativo antienvelhecimento do momento e, por conseguinte, na tendência mais excitante no universo da cosmética. Vale a pena saber porquê.

O resveratrol aos olhos da ciência


O contentamento de Sinclair ao falar das suas recentes descobertas sobre os mecanismos biológicos do envelhecimento e as formas de revertê-lo era visível. Foi no laboratório pelo qual é responsável que descobriu, juntamente com a sua equipa, o papel importante que o resveratrol tem na ativação das sirtuínas, uma classe de enzimas presentes nos tecidos fetais e adultos que são responsáveis pela saúde e longevidade humanas.

Seguiu-se o discurso de Joseph Vercauteren, farmacêutico que trabalha com a Caudalie desde 1995 e o maior entusiasta quanto às propriedades da vinha e da capacidade antioxidante que o seu caule e sementes têm na preservação da juventude cutânea. Segundo nos contou, o resveratrol «redensifica a pele, tem uma atividade antioxidante, combate o stress oxidativo e diminui o fenómeno da glicação».

Para finalizar a conferência, foi dada a palavra a Richard Baxter, cirurgião plástico de Seattle e autor do livro premiado «Age Gets Better With Wine: New Science For a Healthier, Better And Long Life», onde partilha alguns factos curiosos sobre o desenvolvimento da ciência antienvelhecimento baseada nas propriedades do vinho.

Num discurso descontraído, revelou que trabalhar com pessoas que rejuvenescem artificialmente o fez interessar-se pelo antienvelhecimento em geral. Curiosamente, todas as suas pesquisas o conduziram aos benefícios do vinho. «Os consumidores de vinho têm uma pele mais saudável e bonita», partilhou com a audiência de jornalistas.

O que é o resveratrol?


Antioxidante poderoso presente nas plantas e, em particular, na vinha e que tem a capacidade de ativar as sirtuínas. A eficácia deste ingrediente ativo está relacionada com as suas poderosas propriedades antioxidantes.

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Reacções químicas geradas pela dieta mediterrânica podem evitar úlceras, diz estudo


Um estudo internacional, liderado por investigadores da Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra (FFUC), revelou que as reacções químicas no estômago geradas pela dieta mediterrânica podem evitar úlceras pépticas.

A pesquisa revelou que a dieta mediterrânica contém nitritos,assim como os polifenóis que produzem óxido nítrico, molécula essencial para proteger o estômago de algumas patologias.

Um estudo internacional, liderado por investigadores da Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra (FFUC),  revelou que as reacções químicas no estômago geradas pela dieta mediterrânica podem evitar úlceras pépticas.

“Até agora, o nitrito era sinónimo de molécula altamente tóxica associada ao cancro do estômago e os polifenóis símbolo de antioxidantes”, mas a investigação desenvolvida por aqueles especialistas demonstrou que a reacção destes compostos no estômago “pode evitar o desenvolvimento de úlceras pépticas”, anunciou a Universidade de Coimbra (UC).

A pesquisa revelou que “a dieta mediterrânica contém nitritos em quantidades elevadíssimas” (existentes nos vegetais verdes), assim como os polifenóis (presentes nos vegetais, na cebola, no vinho e na maçã, entre outros produtos), que, “em conjunto, produzem óxido nítrico (NO), molécula essencial para proteger o estômago de algumas patologias, através da regulação celular”.

O estômago funciona como “um biorreator que promove as condições adequadas para a produção de óxido nítrico em quantidade suficiente, podendo regular processos gástricos e outros mais globais e, em caso de inflamação, impedir, por exemplo, o surgimento de úlcera péptica”, explicam João Laranjinha e Bárbara Rocha, cientistas da FFUC envolvidos no estudo.

A possibilidade de impedimento da formação de úlcera péptica deve-se ao facto de aqueles processos modificarem “a estrutura química de proteínas endógenas que, desta forma, adquirem uma actividade antiulcerogénica previamente inexistente”, adiantam os investigadores.

As experiências realizadas em “modelos animais (ratos) e em humanos” permitem concluir que “através da dieta alimentar é possível controlar algumas doenças do estômago, produzindo um regulador celular (NO) por processos puramente químicos”, salientam.

“Estamos perante uma mudança de paradigma, porque identificámos nova actividade dos polifenóis e do nitrito no organismo”, afirmam os especialistas, sublinhando que se forma “uma nova equação: a produção de óxido nítrico a partir destas duas moléculas desencadeia uma série de ações e, em caso de inflamação, são formados compostos antiulcerogénicos”.

O regulador celular NO é, de facto, considerado “um grande maestro da regulação celular no organismo”, destaca João Laranjinha.

O estudo, com artigos publicados em “revistas científicas de referência internacional”, como a “Toxicology” ou a “Free Radical Biology and Medicine”, entre outras, foi desenvolvido durante os últimos cinco anos, com a colaboração do cientista Jon Lundberg, um dos líderes mundiais no estudo da “biologia do nitrito, uma nova área com grande impacto biomédico”.

As Propriedades da Coenzima Q10


Esta Coenzima Q10 foi descoberta no ano de 1957 pelo professor Fred L. Crane e os seus colegas na University of Wisconsin-Madison, sendo pouco tempo depois a sua estrutura relatada por Karl Folkers.

Esta, também conhecida como Ubiquinona, consiste numa benzoquinona cuja presença pode ser detetada em quase todas as células do organismo e que tem uma participação ativa nos processos de produção de trifosfato de adenosina (ATP – um nucleotídeo cuja responsabilidade é o armazenamento de energia).

Como Obter a Coenzima Q10

A citada coenzima pode ser obtida através de uma alimentação normal ou através de suplementos alimentares, embora se saiba que esta também pode ser produzida de forma endógena.

A carne e o peixe são elementares fontes de Q10 podendo ser encontrada igualmente nos cereais como a soja, nozes e vegetais, como é o caso dos espinafres e dos brócolos.

É uma substância lipossolúvel também conhecida como vitamina Q10 e a sua absorção acontece no intestino delgado sendo influenciada pela presença de alimentos e bebidas.

Composião química da Coenzima Q10 (Autor: Imagem em domínio público)
Composião química da Coenzima Q10 (Autor: Imagem em domínio público)
A sua absorção é mais eficiente na presença de alimentos ricos em lípidos, após a qual é transportada para o fígado onde é integrada nas lipoproteínas e concentrada nos tecidos.

A sua maior concentração nos tecidos humanos atinge seu maior valor por volta dos 20 anos notando-se uma diminuição com o avançar da idade.

Presença da Coenzima Q10 é Fundamental

Uma vez que esta coenzima é responsável pela produção de ATP e pelo consequente armazenamento de energia os órgãos como o coração, o cérebro, os rins e o fígado apresentam maiores concentrações da referida coenzima.

Um nutriente fundamental para a produção de energia nas células e um magnífico antioxidante na conservação de um coração saudável, as doses diárias de 50 miligramas ou mais permitem uma maior proteção cardiovascular e antioxidante em comparação com uma dose diária inferior a 30 miligramas.

A falta da CoQ10 no organismo leva ao aparecimento de sinais e sintomas associados à falência cardíaca congestiva, doença isquêmica do coração, cardiomiopatia, hipertensão, hipertiroidismo e cancro de mama.

Os estudos realizados ainda não determinaram se é a falta da coenzima que leva ao aparecimento da doença ou se é a doença que causa diminuição dos valores da coenzima.

Coenzima Q10 e as Doenças

É do conhecimento científico que a Coenzima Q10 apresenta benefícios para o organismo uma vez que:

Ajuda a garantir um perfil normal de lípidos.
Melhora a utilização do oxigénio melhorando também os seus níveis no sangue.
Em casos clínicos de hipertensão, esta renova a biogenética melhorando a condição funcional da pessoa.
Em situações de insuficiência cardíaca congestiva ela vai corrigir a disfunção diastólica.
No enfarte do miocárdio, apresenta a capacidade de diminuir as altas concentrações dos níveis da Lipoproteína-A Trombogênica. Devido às suas capacidades anti-oxidantes diminui também os danos causados nos tecidos pela isquémia e reperfusão.
A Coenzima Q10 ajuda no tratamento de algumas doenças mitocôndriais e metabólicas raras.
Nas doenças neurodegenerativas tem vindo a ser usada diminuindo o processo degenerativo.
Impede os danos causados pelos radicais livres nos tecidos que são submetidos ao tratamento de cancro tradicional.
Nas reações alérgicas inibe a produção da histamina.
Ajuda na síntese da energia nas mitocôndrias auxiliando na mobilidade dos espermatozóides e nas atividades dos seus antioxidantes impedindo a peroxidação lipídica.

A controvérsia da soja – bom ou mau alimento?


A soja ganhou status de alimento funcional pela presença de fitoquímicos, sendo-lhe atribuídas diversas funções benéficas à saúde. Este processo iniciou-se há cerca de 20 anos, com a divulgação de diversos estudos que referiam a soja como um aliado da mulher contra os sintomas incómodos da menopausa. Mas os benefícios associados ao consumo de soja não ficaram por aí, diversas autoridades médicas, governos, indústrias promoveram a soja como alimento saudável capaz de ter efeito protetor contra o cancro, na regulação da hipertensão, na saúde óssea da mulher, redução do colesterol, entre outros benefícios.

As alegações de saúde, em alguns países, relativas à proteína de soja referem que “O consumo diário de no mínimo 25 g de proteína de soja pode ajudar a reduzir o colesterol. Seu consumo deve estar associado a uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis" (ANIVISA). Hoje, esta história sofreu um volt face e a soja já não é olhada com o mesmo fascínio de há duas décadas. Com a atenção voltada para ela, muitos estudos foram realizados, e diversos cientistas levantaram questões acerca dos efeitos adversos da soja, seja na saúde ou no ambiente. A controvérsia instalou-se e é um exemplo de debates ainda não solucionáveis da ciência.

Benefícios nutricionais
Incontestáveis são as suas qualidades nutricionais, embora na maior parte das vezes a soja seja referida por outras características que não estas. É uma leguminosa das mais ricas em proteínas, sendo estas proteínas de elevada qualidade (na digestibilidade e score de aminoácidos). Tem teor de hidratos de carbono elevado, cerca de 35%, embora o seu índice glicémico seja baixo, e boa quantidade de fibra. É também uma boa fonte de gorduras insaturadas, sendo dos poucos alimentos de origem vegetal com uma fonte razoável de ómega -3. Rico em ácido fólico, riboflavina e triptofano, boa fonte de cálcio, apesar de este possuir baixa biodisponibilidade. Em relação ao ferro, do qual também é boa fonte, durante muito tempo se pensou ter baixa taxa de absorção, mas hoje sabe-se que a sua absorção pode ser bastante elevada porque o ferro existente na soja está sob a forma de ferritina. Muitas são as formas de consumir a soja, o que a torna muito versátil, desde o seu grão, aos produtos processados como leite, tofu, farinha, proteína de soja texturizada, até às formas fermentadas como miso, temph e natto, e as quantidades de nutrientes variam com o tipo de produto.

Fatores anti-nutricionais

Os feijões de soja, como a maioria dos feijões, cereais e alguns legumes possuem fitatos e oxalatos que interferem com a absorção de alguns minerais (cálcio, ferro e zinco). No caso dos fitatos a sua concentração pode ser diminuída através da impregnação (demolhar os feijões), da fermentação, da germinação e pela cozedura. Os oxalatos são diminuídos com o processamento, existindo em maior quantidade nas camadas externas dos grãos (grão integral), retiradas no processamento. Os inibidores de enzimas digestivas (ex. tripsina) são encontrados com bastante frequência nos alimentos. Na soja, os inibidores de tripsina, são resistente às enzimas digestivas no trato gastrintestinal no estado in natura e ligam-se ao epitélio intestinal afetando as vilosidades, o que faz com que estas proteínas sejam prejudiciais nos processos de digestão, absorção e utilização de nutrientes. No entanto estes inibidores de tripsina são diminuídos significativamente pela ação da temperatura e pelo processamento dos alimentos durante a sua produção. O feijão cru é a forma onde encontramos maiores quantidades destas substâncias anti nutricionais.

Isoflavonas

Dos cerca de 2000 estudos publicados anualmente à “volta” da soja, grande parte deles centram-se nas isoflavonas (daidzeína e genisteína). Normalmente são as isoflavonas que largamente contribuem para as alegações de saúde associadas à soja, e são elas também que estão na mó de cima quando o assunto são os efeitos adversos da leguminosa. As isoflavonas, são compostos orgânicos naturais de origem vegetal, presentes principalmente na soja e seus derivados. São uma subclasse de fitoestrogénios ou " estrogénios vegetais", que se podem ligar a recetores de estrogénio nas células, agindo de forma semelhante à hormona estradiol, por isso muito associados à saúde da mulher, especialmente na menopausa, mas também no cancro.  O estrogénio é uma hormona com função proliferativa e que, em doses elevadas, aumenta o risco de certos tipos de cancro, como o da mama. Porém, quando os fitoestrogénios se ligam a estes recetores a própria hormona fica de alguma forma impossibilitada de exercer os seus efeitos. A sua absorção varia com a dieta, sensibilidade individual, perfil genético, processamento industrial e composição do produto, um dado que contribui para a incoerência dos resultados das pesquisas. O interesse sobre as isoflavonas tem sido enorme e a questão benefício/efeito adverso coloca-se quando se tenta determinar a sua segurança quando consumido e se seguro, quanto consumir! Os estudos são muitos, e torna-se difícil compreender e interpretar a enorme quantidade de pesquisas associadas à soja já realizadas, torando-se um desafio compreender as forças e fraquezas de uma ampla variedade de modelos experimentais. Esta incoerência pode estar associada ao facto de os estudos epidemiológicos da Ásia, que associam a soja de forma benéfica à saúde, serem realizados com produtos de soja usados no dia-a-dia, como tofu, leite, miso, e serem comparados com os estudos clínicos que associam o consumo de soja aos efeitos adversos na saúde, que são quase exclusivamente produzidos com proteína isolada de soja ou suplementos de isoflavonas de soja.

Efeitos positivos das isoflavonas

As alegações associadas às isoflavonas sobre a sua influência positiva sobre cancro, osteoporose, redução do risco cardiovascular, reposição hormonal, não têm até ao momento comprovação científica suficiente que justifique com segurança o seu uso com esse objetivo. De todas as evidências referentes aos benefícios das isoflavonas, apenas o alívio das “ondas de calor” associadas à menopausa e como auxiliar na diminuição dos níveis de colesterol (com prescrição médica) está comprovado. No caso do efeito protetor no cancro, em especial da mama e próstata, desde há 20 anos que se investiga rigorosamente esta questão, em parte pela baixa incidência desta doença nos países onde o consumo de soja e derivados é maior e mais antigo, os países Asiáticos. A comprovação ainda não está clara, mas sabe-se que, embora os produtos de origem vegetal possuam outros componentes com atividade biológica com efeito protetor da saúde, as evidências sugerem que, se a soja protege contra o cancro, é pela ação das isoflavonas. Também o facto de nestes países o consumo de soja acontecer desde idades muito jovens, pode estar associado a este efeito protetor. No entanto, como referido, todas estas questões não são ainda absolutamente claras.

Efeitos adversos das isoflavonas

Também nesta abordagem as dúvidas são muitas e as controvérsias mantêm-se. Os assuntos de maior preocupação dizem respeito ao cancro da mama, crianças alimentadas com fórmulas infantis à base de soja, fertilidade, função da tiróide e problemas cognitivos. Em relação à utilização de soja por pessoas com cancro da mama estrogénio-dependente ou em maior risco de desenvolver cancro da mama, devido à propriedade das isoflavonas semelhante aos estrogénios, as evidências não são claras e os estudos em animais oferecem resultados contraditórios. Uns colocam a genisteína como protetora e outros como estimulante do crescimento tumoral. Outra das preocupações é o problema de feminização no homem e redução da testosterona circulante, que têm sido estudadas mas sem conclusões consistentes. Existem referências à diminuição do número de espermatozoides em homens com excesso de peso ou obesos, mas sem influência na motilidade espermática, morfologia espermática e volume ejaculado. Relativamente à influência da soja na tiróide, não existe relação comprovada entre o consumo de soja e efeitos adversos sobre o bom funcionamento da tiróide. Existem no entanto duas situações que devem ser tidas em atenção, o caso de pessoas com deficiência de iodo e pessoas com hipotiroidismo subclínico (T3 e T4 normais e níveis elevados de TSH). No primeiro caso a recomendação vai no sentido de normalizar o consumo de iodo e não de retirar a soja da alimentação, no segundo será conveniente retirar a soja da alimentação. À exceção das crianças com hipotiroidismo congénito, as conclusões referem que a soja não tem efeito negativo sobre a função da tiróide. A delicada questão da soja na alimentação do lactente, tem sido largamente discutida, e apesar das fórmulas infantis à base de soja serem usadas há já várias décadas, não existem relatos de alterações no desenvolvimento, maturação sexual ou fertilidade. Os estudos publicados são na maioria em animais ou in vitro e estudos em humanos impõem questões práticas e éticas que dificultam a pesquisa dos efeitos dos fitoestrogénios no desenvolvimento humano e na reprodução. A Associação Americana de Pediatria não recomenda as fórmulas infantis de soja para bebés prematuros, pela demonstração de fraco crescimento ósseo em crianças alimentadas com estas fórmulas, quando comparadas com fórmulas de leite de vaca projetadas para crianças prematuras. Referem no entanto que não existe contraindicação para bebés nascidos a termo, quando a fórmula de leite de vaca está contraindicada ou quando os pais são vegan. Nas questões relativas à função cognitiva, os estudos que referem existir relação positiva entre o consumo de soja e declínio cognitivo, são estudos controversos com limitações apontadas, como no caso do estudo realizado na Indonésia, em que no tofu é usado formaldeído como conservante, toxina conhecida por afetar a memória em roedores. Neste momento nenhuma conclusão sobre a relação entre soja e cognição pode ser feita, apesar de alguns estudos também referirem potenciais benefícios cognitivos da soja.

Contexto político e socio ambiental da soja

A pesquisa científica é um processo que abarca relações entre cientistas, instituições, indústria e interesses diversos e isso influencia a forma como um determinado assunto será divulgado e afeta a sua relevância. Questões políticas fazem parte deste debate da soja e relacionam-se diretamente com o enorme crescimento do mercado da soja. Sabe-se que muitas pesquisas sobre a leguminosa são financiadas pela indústria da soja, que se dedica a ampliar o consumo humano de soja. A maioria dos estados Norte Americanos tem os seus próprios centros de pesquisas, designados de State Soybean Boards, que financiam estudos na área da soja e saúde humana. É uma indústria muito rica e poderosa que destina milhões de dólares para a pesquisa e informação ao consumidor, com o objetivo de fortalecer e expandir o consumo da soja. Para além disto, uma outra questão se impôs nos últimos anos, a atenção voltou-se para a produção massiva de soja e o seu impacto no ambiente e na saúde humana. Como uma cultura enquadrada num sistema de produção moderno, com práticas agrícolas de grande impacto ambiental, tem consequências na fertilidade do solo, na diversidade biológica da flora e fauna, na poluição dos recursos hídricos e no clima. As grandes áreas de plantação da leguminosa afetam ecossistemas com grande diversidade biológica pelo desmatamento, como a Floresta Amazónica, causam evasão de povos nativos dessas regiões, pequenos agricultores veem-se dependentes das empresas produtoras de soja, existindo referências sobre o trabalho escravo nestas plantações. No entanto, este impacto ambiental não seria minimamente necessário para o consumo humano de soja. Mais de 80% da produção de soja no mundo destina-se à alimentação de animais e à produção pecuária.
Mais recentemente o uso de sementes transgénicas representa repercussões negativas sobre o ambiente, a saúde e a qualidade de vida. Estas sementes, monopólio na sua maioria da empresa americana Monsanto, têm a característica de serem resistentes somente ao herbicida glifosato, também comercializado pela Monsanto. Para além de controlarem o mercado das sementes ainda manipulam o tipo de herbicidas que podem ser usados nessas sementes. Para além disto e não menos grave, apesar de a Monsanto garantir que o composto é minimamente tóxico, um estudo (*) recente refere o glifosato como um agente altamente cancerígeno mesmo em quantidades muito pequenas. Outro estudo (*) que avaliou a concentração desta substância em indivíduos que não manipularam o herbicida, revelou que voluntários de 18 países estavam contaminados com o herbicida. Também descobriram que os fitoestrogénios da soja aumentaram os efeitos cancerígenos quando combinados com o glifosato.

Resumo

A soja como alimento é uma boa fonte de proteínas e pode ter efeitos benéficos sobre a saúde, reduzindo os níveis de colesterol e ajuda as mulheres na menopausa diminuindo as “ondas de calor”. Esta leguminosa tem características nutricionais importantes e pode fazer parte de um regime alimentar saudável e variado. Os avanços tecnológicos no processamento da soja eliminaram total ou parcialmente os anti nutrientes dos derivados da soja e as isoflavonas têm aplicações interessantes na saúde. Outros efeitos são reclamados, tanto positivos como negativos, mas permanecem controversos. Este é um tema complexo que abarca na sua dinâmica questões políticas, sociais e económicas que fazem com que se torne difícil diluir as controvérsias no caminho de uma posição clara da soja na saúde. Todos sabemos, ou deveríamos saber, que a dieta e o estilo de vida têm o maior impacto na nossa saúde e que a mesma não será alcançada à custa de apenas um alimento, por melhores qualidades que tenha, válido para a soja ou outro alimento qualquer. A alimentação vegetariana, com ou sem soja, deve ser variada e equilibrada do ponto de vista nutricional e preferível a uma dieta com alimentos de origem animal, por uma variedade de razões. Ao oparmos pela soja devemos preferir a que não é geneticamente modificada, pelos seus efeitos na saúde e no ambiente, uma vez que este último está cada vez mais ligado a uma vida saudável.

Referências:

Mangels, Reed; Messina, Virginia; Messina, Mark. The Dietitian´s Guide to Vegetarian Diets – Issus and Applications. Third edition. Jones &Bartlett Learning 2011;

Messina, Mark. Insights Gained from 20 Years of Soy Research. The Journal of Nutrition.

Supplement: Soy Summit—Exploration of the Nutrition and Health Effects of Whole Soy December 1, 2010 vol. 140 no. 12;
Committee on Toxicity of Chemicals in Food, Consumer Products and the Environment - Phytoestrogens and Health 2003 - http://cot.food.gov.uk/pdfs/phytoreport0503;

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18650557 - Soy food and isoflavone intake in relation to semen quality parameters among men from an infertility clinic;

The British Nutrition Foundation. Soya and Health 2002. http://www.nutrition.org.uk/attachments/154_Soya%20and%20health.pdf;

http://www.veganhealth.org/articles/soy_wth#sum – Soy What's the Harm? by Jack Norris, RD (2011);

Azevedo, Elaine. Riscos e controvérsias na construção social do conceito de alimento saudável: o caso da soja. Rev. Saúde Pública vol.45 no.4 São Paulo Aug. 2011. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-89102011000400019;

(*)Glyphosate Drives Breast Cancer Proliferation, Study Warns, as Urine Tests Show Europeans have this Weed Killer in Their Bodies. By Dr. Mercola – 2013. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2013/06/25/glyphosate-residue.aspx?e_cid=20130625_DNL_art_1&utm_source=dnl&utm_medium=email&utm_content=art1&utm_campaign=20130625;