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Conheça os benefícios das algas para a saúde

As algas são muito conhecidas, inúmeras pessoas já as consumiram para alcançar os benefícios que elas proporcionam. Além dos inúmeros benefícios para a saúde as algas marinhas também são muito utilizadas na alimentação, no preparo de pratos na culinária japonesa. Quem nunca comeu um delicioso sushi? Saiba que as algas, entretanto, trazem inúmeros benefícios a saúde, pois além de rica fonte de energia também é rica em  magnésio, vitaminas A, E e C, sódio, iodo e cálcio. Também proporcionam sensação de saciedade em instantes promovendo o emagrecimento e ainda tem ação antioxidante.

Variedades de algas

Existem mais de 20.000 variedades de algas, mas apenas 50 delas podem ser consumidas. Entre essas 14 são encontradas com facilidade no mercado. Entre as mais conhecidas estão a alface do mar e  o nori, um tipo de alga seca que envolve os sushis. Você pode escolher a que desejar para consumir, você as encontra em supermercados e lojas especializadas em alimentos naturais.

O que as algas podem fazer por você
Energia – entre os inúmeros benefícios as algas são fonte de energia, pois são ricas em vitamina B12 que ajuda a combater o cansaço, a perda de memória e os danos nos nervos. Pessoas como os veganos, podem encontrar nas algas as mesmas vitaminas encontradas na carne.
Ação antiinflamatória - as algas marinhas também são fonte de magnésio usado para combater enxaqueca e diminuir, os sintomas mais graves, de quem sofre com asma.
Alívio nos sintomas da menopausa – por serem dotadas de magnésio e lignanas, os sintomas como falta de sono e os calorões da menopausa podem ser aliviados.  As algas apresentam quantidade fraca de estrógeno, o hormônio que tem redução significativa quando a mulher está na menopausa. As algas diminuem os fogachos, que são as ondas de calor, que tanto incomodam e proporcionam mal estar.
Ajuda no emagrecimento – as algas são uma de fibra de nome alginato, esta fibra promove a saciedade e reduz cerca de 75% a absorção de gordura pelo organismo, promovendo o emagrecimento.

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Como conservar melhor os alimentos saiba tudo aqui


SAIBA COMO CONSERVAR MELHOR OS ALIMENTOS
Os métodos mais comuns para conservar alimentos incluem a refrigeração, a secagem e a salga. Os vários processos que existem têm como objetivo retardar o efeito das enzimas que alteram e degradam os alimentos. Os microrganismos também atuam nos alimentos apodrecendo-os e levam à produção de toxinas prejudiciais ao organismo e responsáveis por graves intoxicações alimentares.

A primeira, e mais simples dica, é: compre sempre pequenas quantidades de alimentos. Assim, evita que eles se mantenham muito tempo no frigorífico ou no congelador.

Outra dica básica é lavar as mãos sempre que for manipular alimentos, este passo simples diminui as contaminações cruzadas.

Como conservar carne no frigorífico
Para conservar a carne no frigorífico evite manter a embalagem original. Utilize sacos com fecho, desta forma evita que os microrganismos ataquem a peça e esta permanece fresco mais tempo. Não a deixe mais do que 3 dias no frigorífico.
O peixe deve ser consumido no dia de compra, se não for possível o melhor é refrigerar no congelador em sacos fechados. Congele sempre o peixe já arranjado, sem as vísceras, escamas e gordura.

Como guardar ovos, frutas e outros vegetais
Os ovos devem ser armazenados com o lado pontiagudo para baixo e nas prateleiras laterais do frigorífico.
As frutas para serem guardadas no frigorífico devem ser embrulhadas em papel vegetal, uma a uma.
Os vegetais devem ser lavados com água corrente e bem secos antes de serem refrigerados porque a humidade acelera a deterioração destes alimentos.

Outras dicas importantes para conservar alimentos
Sempre que abrir a embalagem de um produto como queijo ou fiambre, tente não tocar com os dedos nos alimentos, utilize um garfo, para evitar contaminações. Coloque então o que sobrar em embalagens de plástico ou sacos herméticos.

Ordene os alimentos no frigorífico da seguinte forma: os alimentos já cozinhados devem ficar na prateleira de cima, os alimentos semiprontos nas prateleiras do meio e os alimentos crus na parte de baixo.

É também importante que siga sempre as indicações de conservação da embalagem. Os alimentos refrigerados devem ser armazenados a temperatura até 6ºC e os alimentos congelados devem estar armazenados a temperatura inferior a -18ºC.

Com estas dicas, conservará os alimentos frescos por mais tempo.

Erros que cometemos quando vamos às compras

Quantas vezes vai às compras por semana? E de barriga cheia ou vazia? São questões como estas que preocupam Katie Hill, treinadora de bem-estar norte-americana, que alerta para alguns erros que todos cometemos no que toca às lidas da mercearia.
“Como treinadora de saúde, reparei que os meus clientes se sentem ansiosos quando têm a casa cheia de comida. E muitos cometemos erros básicos quando vamos comprar a nossa alimentação”, explicou ao Huffington Post.

A educadora elaborou uma lista dos seis erros que todos cometemos quando vamos às compras. E alguns deles são bastante pertinentes.
Katie deixa um também um conselho: por vezes, deleguem as compras a alguém: “Muitas vezes, é o meu marido quem vai às compras. Ele é o mais paciente cliente do mundo”.

Erro nº1: Ir às compras apenas uma vez por semana
Este é um erro muito comum nos Estados Unidos. Muitas famílias enchem os seus carrinhos de compras uma vez por semana, esperando que estas sejam suficientes para o resto da semana. Com esta estratégia, tendemos a comprar comidas que durem mais tempo, ou seja, abusamos das comidas processadas.
Por outro lado, isto também significa que, por vezes, deixamos expirar o prazo dos alimentos, o que nos deixa chateados. Se comprarmos menos comida mas aumentarmos as idas ao supermercado, poupamos dinheiro e temos mais comida fresca todos os dias.
Erro nº2: Ir às compras sem um plano
Há cada vez mais pessoas com listas de compras, mas muitas vezes os alimentos que fazem parte desta não se encontram coordenados. Antes de sairmos de casa, devemos saber o que precisamos para dois ou três dias. Ou seja, devemos comprar o suficiente para nove refeições.
Katie explica que, por vezes, chega a casa – vinda do supermercado – e não tem nada por comer, apenas comida dispersa: umas cenouras, uns enlatados.
Erro nº3: Ir às compras com a barriga cheia
Já se sabia que ir às compras de barriga vazia é desastroso, agora podemos acrescentar a barriga cheia. Segundo Katie, muitos dos seus clientes que vão ao supermercado com o estômago cheio acabam por comprar tudo menos comida: papel higiénico, detergentes, artigos de higiene pessoal… mas nada de alimentos. Ou seja, terão de voltar ao supermercado umas horas depois.
Erro nº4: comprar demasiada comida de conveniência “saudável”
Há centenas de comidas cujos fabricantes consideram “sem glúten”, “orgânica”, “sem gordura” ou “natural” e que, na verdade, não o são. Devemos optar por comida verdadeira, de preferência que não venha num pacote que sobrevive a tudo – incluindo holocaustos nucleares.
Erro nº5: Desconhecer a que dias o seu supermercado renova o stock
Este é um dos grandes conselhos que já publicámos no Green Savers. O segredo para comprar comida fresca é saber a que dia o seu supermercado renova o stock. Pergunte ao gerente e ele lhe dirá, certamente. Depois, planeie as compras nesse dia – que não tem necessariamente de ser ao fim-de-semana, apesar de dar mais jeito à maioria dos consumidores.
Erro nº6: Não ter paciência
É chato esperar horas pela sua vez no peixe fresco ou charcutaria? Sim, é verdade, mas saberá que a comida é fresca. Tente resistir à compra de produtos embalados – por vezes, eles estão há vários dias no mesmo local.


Pele à prova de frio: limpe sem exageros e hidrate

 Na rua, proteja a pele do vento com um creme de rosto com substâncias emolientes, como a lanolina. Não se esqueça do bâton do cieiro e privilegie os hidratantes com ceras (alba, por exemplo) ou com manteigas (karité, entre outras). Aplique-o várias vezes ao dia. Usar luvas, tapa-orelhas e cachecol também evita a desidratação das zonas do corpo mais expostas ao frio. 

Use diariamente loções corporais à base de substâncias gordas, como vaselina, lanolina ou azeite. Aplique-as diretamente no corpo, de preferência com a pele ainda húmida, para que o creme ajude a formar uma camada protetora. Se tem pele sensível, prefira hidratantes sem perfume. 

Tomar mais do que um banho por dia retira as substâncias hidratantes naturais da pele. Evite água muito quente e use um sabão suave. Lavar a cara e os pés deve ser um gesto diário, mas não exagere: uma vez chega. 

Para tratar a comichão típica do tempo frio, prefira tomar duches curtos e mornos, com um gel duche não-irritante e sem sabão. De seguida, aplique, com gestos suaves, um creme mais gordo do que o habitual. Consulte o médico se tem a pele seca, a escamar ou sente comichão persistente.


O que é glúten?



As dietas sem glúten se tornaram as favoritas das celebridades, que começaram a apostar em alimentos livres da substância para perder peso e regular o funcionamento do organismo. Apesar da grande fama desse novo tipo de alimentação, poucas pessoas conhecem os verdadeiros motivos para eliminar o glúten da dieta, e os benefícios dessa prática para o corpo.

Glúten: o que é

O glúten é um tipo de proteína encontrada em alguns cereais, como centeio, trigo, cevada e aveia, e em seus derivados. Essa substância é responsável por conferir viscosidade e elasticidade aos alimentos, além de ajudar na fermentação de bolos, massas e pães. Apesar de estar presente em grande parte da nossa alimentação diária, o glúten pode causar diversos malefícios ao corpo.

Intolerância ao glúten: doença celíaca

Muitas pessoas possuem hipersensibilidade ao glúten e, ao ingerir a proteína, são acometidas pela doença celíaca. Entre os sintomas da intolerância ao glúten estão dores abdominais, diarreia, danos nas paredes do intestino, dificuldade para absorver nutrientes, gases, fadiga, prisão de ventre e inchaço abdominal. A única maneira de acabar com as consequências da doença no organismo é seguir uma dieta com pouco, ou sem glúten.

Pessoas que não são hipersensíveis à substância também podem sofrer com os mesmos sintomas, mas em escala reduzida.

Dieta sem glúten para emagrecer

A suspensão do consumo de glúten não ajuda diretamente na perda de peso, mas pode ser uma aliada do processo de emagrecimento e ainda melhorar o funcionamento do intestino. Quando não consumimos glúten, estamos evitando uma série de alimentos calóricos e ricos em carboidratos, como as farinhas e os pães. Além disso, uma dieta livre da proteína melhora a digestão, reduz o inchaço abdominal e acelera o metabolismo e a queima de calorias.

Alimentos sem glúten

Alguns alimentos podem ser ótimos substitutos dos cereais ricos em glúten, como o trigo, que conta com 30% de glutenina (responsável pela síntese de glúten) em sua composição.

Quinoa, amaranto, sementes de girassol, arroz, milho, soja e mandioca são alguns exemplos de cereais, vegetais e leguminosas que podem completar a alimentação sem glúten de forma bastante satisfatória.

Café reduz para metade o risco de cancro no fígado


O consumo de café reduz em pelo menos 40% o risco de carcinoma hepatocelular, o tipo mais comum de cancro no fígado. A conclusão é de uma metanálise recente desenvolvida em Itália com base em mais de uma dezena de estudos, que revelou que a ingestão de três chávenas por dia chega inclusive a diminuir em mais de 50% as hipóteses de vir a sofrer da doença.

Os investigadores do Instituto de Investigação Farmacológica Mario Negri e do departamento de ciências clínicas e saúde da Università degli Studi di Milano, em Itália, analisaram artigos científicos publicados entre 1996 e 2012, investigando em profundidade 16 estudos que se debruçaram sobre um total de 3.153 casos.

"A nossa investigação confirma as indicações de que o café é bom para a saúde e particularmente para o fígado", explica, em comunicado, Carlo La Vecchia, principal autor do estudo publicado na revista científica Clinical Gastroenterology and Hepatology da Associação Gastroenterológica Americana.

"O efeito benéfico do café em relação ao cancro do fígado pode ter a ver com o potencial que este tem ao nível da prevenção da diabetes, um fator de risco da doença, bem como no combate à cirrose e nas vantagens [que a sua ingestão apresenta] para as enzimas do fígado", acrescenta La Vecchia.

Apesar de os resultados serem consistentes, o investigador e os colegas afirmam que é difícil compreender na perfeição as razões que explicam esta associação entre a ingestão de café e o carcinoma hepatocelular, pelo que, mesmo que o mesmo possa, eventualmente, ter um papel preventivo, "esse papel será sempre limitado em comparação com outras medidas" que podem e devem ser adotadas.

Entre estas medidas estão a vacinação contra a hepatite B, o controlo da transmissão do vírus da hepatite C e a redução do consumo de álcool que, de acordo com os especialistas, conseguem evitar mais de 90% dos casos de cancro do fígado a nível mundial. O tabaco, a obesidade e a diabetes são também fatores de risco a ter em atenção.

Atualmente, o cancro no fígado é o sexto mais comum em todo o mundo e o terceiro maior causador de mortes por cancro. O carcinoma hepatocelular é o principal tipo de cancro no fígado, correspondendo a mais de 90% das manifestações da doença.



Clique AQUI para aceder ao resumo do estudo (em inglês).

comer avelãs, saiba mais sobre avelã


A avelã é uma fruta considerada exótica, nascida da aveleira, cientificamente conhecida como Corylus avellana, da família Betulaceae. Ela é originária da América do Norte, particularmente as espécies Corylus americana e C. cornuta. A maior parte dos frutos conhecidos provêm, porém, da C. avellana, a mais comum, procedente da Ásia Menor, das margens do Mar Negro.
Avelã
Avelã
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Fagales
Família: Betulaceae
Gênero: Corylus
Espécie: Corylus avellana
Esta fruta é relativamente arredondada, tem a consistência da madeira, a casca bem sólida, e é circundada por um revestimento de folhas. A aveleira, de onde ela se origina, apresenta o tamanho de um arbusto; suas folhas têm a forma ovalada e são transitórias; as flores são desprovidas de invólucro externo, as folhas que as revestem são constituídas por quatro a oito órgãos sexuais masculinos, conhecidos como estames, e suas inflorescências são repletas de órgãos femininos, denominados pistilos.

Dentro do fruto está a semente, que é a parte consumível, de paladar um tanto doce e oleaginoso. Ela é composta de vários nutrientes, entre eles uma porcentagem de Água, 17,4g de Proteínas, 62,6g de Gordura, 7,2g de Hidratos de Carbono, 1,3g de Minerais, 3,17g de Celulose, 0,460 mg de Vitamina B1, 0,265 mg de Caroteno, 6,0 mg de Vitamina C, 682 kcal de Calorias.

Seu alto teor de gorduras permite que ela seja destinada, como substância oleaginosa, com propósitos de industrialização e de alimentação. A aveleira sobrevive eficazmente nas temperaturas muito baixas, mas no período de desenvolvimento das flores devem-se evitar regiões com -10ºC. Este arbusto deve ser disseminado através de sementes de vara de videira, fixadas na terra para criar raízes, ou por renovos que aparecem nos troncos.


Aveleira
A avelã é digerida naturalmente, crua, embora deva ser bem triturada pelos dentes. Ela também é utilizada para fins gastronômicos, principalmente em doces, particularmente acrescentada ao chocolate, tornando-se, desta forma, bem saborosa; mas também em leites, manteigas, pastas de frutas, pastéis, biscoitos, entre outros produtos.

Esta fruta é tão rica em proteínas e gorduras que o consumo de 15 a 20 avelãs pode ocupar o espaço de uma refeição integral, embora esta troca não seja recomendada. Se forem raladas, trituradas ou moídas, podem ser mais aproveitadas, pois assim cumprem uma tarefa significativa no âmbito da nutrição, especialmente na dieta de diabéticos e de pessoas que querem emagrecer, sempre sob a orientação de um nutricionista.

Como a avelã traz em si igualmente a vitamina B9 ou ácido fólico, ela é prescrita para um melhor desempenho da memória, contra a pressão alta e nas anemias carenciais. Ela também é encontrada nas conhecidas barrinhas nutritivas. Somada ao mel ela resgata imediatamente as energias desperdiçadas.

O óleo de peixe e a saúde dos olhos


Existem duas opiniões sobre o atual estado de omega-3 e seus efeitos sobre a saúde dos olhos. Uma delas é proveniente dos estudos científicos e outra vem de pesquisadores do assunto. Os estudos mostram repetidamente que os óleos de peixe (EPA e DHA) possuem impacto positivo na proteção dos olhos e ajudam os mesmos a manterem-se em funcionamento ao longo de nossas vidas. A justificativa de porquê os pesquisadores ainda não terem feito recomendações definitivas para as pessoas usarem óleo de peixe para a saúde dos olhos, é que não existem estudos aleatórios, duplo-cego, cruzado, placebo-controlado suficientes que validem esses resultados. Eu entendo a hesitação dos pesquisadores em tomar uma posição definitiva, pelo fato deles serem limitados às normas da comunidade científica, mas se você pudesse pedir aos estudiosos individualmente, se faz sentido adicionar óleo de peixe na sua dieta a fim de dar suporte à saúde dos olhos, eles concordariam que é benéfico.

As pesquisas com óleo de peixe mostram vários aspectos benéficos para os olhos. Por exemplo, um estudo de 2010 realizado por Matesanz et al mostrou que EPA e DHA melhoram a produção de óxido nítrico nos olhos e reduzem a produção de superoxidação dos radicais livres. Também em 2010, um estudo realizado por Li et al, pela Universidade Estadual da Louisiana, Departamento de Ciências da Saúde, examinou os efeitos do óleo de peixe em um modelo usando ratos com olhos com pouca lubrificação, examinando um dos metabólitos jusantes de EPA conhecido como RvE1. A conclusão dos pesquisadores foi que “RvE1 promove a produção de lágrima, integridade do epitélio da córnea e diminuição de inflamação induzida por COX-2.” Os estudiosos reproduziram resultados similares em humanos em 2011 na Universidade do Texas, no Centro Médico do Sudoeste em Dallas, em um estudo duplo-cego, placebo-controlado em indivíduos com olhos sem lubrificação suficiente. Neste estudo, 70% dos indivíduos no grupo de tratamento tornaram-se assintomáticos até o final do estudo, enquanto que apenas 7% tornaram-se assintomáticos no grupo com placebo. O grupo de omega-3 também mostrou objetivamente o aumento do volume e produção de lágrimas. Em 2011, um estudo da Universidade de Sainte-Justine, Centro de Pesquisa Hospitalar, em Montreal, por Jacques et al, concluiu que mães que consumiam maiores quantidades de peixe ocasionavam melhora no desenvolvimento da visão da criança. Os pesquisadores afirmaram que "o DHA é particularmente importante para o desenvolvimento inicial e função de longo prazo da via visual parvocelular." Novamente em 2011, na Neurologia do Envelhecimento, Stough et al, em um estudo triplo-cego de medidas repetidas controlados por placebo e aleatório, mostrou que indivíduos que receberam EPA e DHA tiveram significativamente melhor acuidade visual até o final do estudo, quando comparados com aqueles que receberam o placebo. Em um estudo epidemiológico muito impressionante, que acompanhou a rotina alimentar de mais de 38.000 mulheres, publicado no Archives of Ophthamology em 2011, os pesquisadores examinaram se o consumo de peixe ou óleos de peixe afetavam a ocorrência de degeneração macular relacionada à idade (sigla em inglês AMD). Os dados revelaram que as mulheres que consumiram a maior quantidade de peixe foram as menos propensas a desenvolver AMD.

Estes exemplos foram apenas uma amostra muito pequena das pesquisas existentes – existem muitos outros estudos. Curiosamente, embora as conclusões dos pesquisadores freqüentemente atestam os efeitos positivos do óleo de peixe, os pesquisadores ainda hesitam em afirmar que os médicos devem começar a recomendar o óleo de peixe para os seus pacientes. Isso não significa que os cientistas não estão fazendo um grande trabalho, porque eles estão. Eles simplesmente são menos propensos a fazer recomendações definitivas para a comunidade médica, sem grandes estudos duplo-cegos. Lembre-se, foi apenas há alguns anos que os cardiologistas começaram a recomendar omega-3 para a saúde cardíaca. A grande burocracia médica gera esta lentidão, mas nós, como consumidores, podemos tomar nossas próprias decisões e qualquer pessoa que se preocupe com a saúde dos olhos deveria adicionar óleo de peixe  no seu programa de suplementação.

Pesquisas relacionadas:

Invest Ophthalmol Vis Sci. 2010 Dec;51(12):6815-25. Epub 2010 Aug 11.Docosahexaenoic acid improves the nitroso-redox balance and reduces VEGF-mediated angiogenic signaling in microvascular endothelial cells.Matesanz N, Park G, McAllister H, Leahey W, Devine A, McVeigh GE, Gardiner TA, McDonald DM.

Centre for Vision and Vascular Science, Queen's University Belfast, Northern Ireland, United Kingdom

J Ocul Pharmacol Ther. 2010 Oct;26(5):431-9.Resolvin E1 improves tear production and decreases inflammation in a dry eye mouse model.Li N, He J, Schwartz CE, Gjorstrup P, Bazan HE.

Neuroscience Center of Excellence and the Department of Ophthalmology, Louisiana State University Health Sciences Center , New Orleans, LA 70112, USA.

J Pediatr. 2011 Jan;158(1):83-90, 90.e1. Epub 2010 Aug 25.Long-term effects of prenatal omega-3 fatty acid intake on visual function in school-age children.Jacques C, Levy E, Muckle G, Jacobson SW, Bastien C, Dewailly E, Ayotte P, Jacobson JL, Saint-Amour D.Sainte-Justine University Hospital Research Center, Montreal, Quebec, Canada.

Cornea. 2011 Mar;30(3):308-14.Pilot, prospective, randomized, double-masked, placebo-controlled clinical trial of an omega-3 supplement for dry eye.Wojtowicz JC, Butovich I, Uchiyama E, Aronowicz J, Agee S, McCulley JP.Department of Ophthalmology, The University of Texas Southwestern Medical Center at Dallas, Dallas, TX 75390-9057, USA.

Neurobiol Aging. 2011 Apr 30. [Epub ahead of print]The effects of 90-day supplementation with the Omega-3 essential fatty acid docosahexaenoic acid (DHA) on cognitive function and visual acuity in a healthy aging population.Stough C, Downey L, Silber B, Lloyd J, Kure C, Wesnes K, Camfield D.

National Institute of Complementary Medicine (NICM) Collaborative Centre for Neurocognition, Brain Sciences Institute, Swinburne University of Technology.

Int Ophthalmol. 2011 Feb;31(1):73-82. Epub 2010 Sep 23.Prevention of age-related macular degeneration.Wong IY, Koo SC, Chan CW.Eye Institute, University of Hong Kong, Hong Kong, Hong Kong. ianyhwong@gmail.com

Arch Ophthalmol. 2011 Mar 14. [Epub ahead of print]Dietary {omega}-3 Fatty Acid and Fish Intake and Incident Age-Related Macular Degeneration in Women.Christen WG, Schaumberg DA, Glynn RJ, Buring JE.Schaumberg, Glynn, and Buring) and Aging (Dr Buring), Department of Medicine, Brigham and Women's Hospital and Harvard Medical School, the Department of Biostatistics, Harvard School of Public Health (Dr Glynn), and the Department of Ambulatory Care and Prevention, Harvard Medical School (Dr Buring), Boston, Massachusetts.

Prostaglandins Leukot Essent Fatty Acids. 2009 Aug-Sep;81(2-3):151-8. Epub 2009 Jun 7.Toward optimizing vision and cognition in term infants by dietary docosahexaenoic and arachidonic acid supplementation: a review of randomized controlled trials.Hoffman DR, Boettcher JA, Diersen-Schade DA.Retina Foundation of the Southwest, 9900 N. Central Expwy, Dallas, TX 75231, USA. dhoffman@retinafoundation.org.

A verdade sobre os alimentos geneticamente modificados



Seria um eufemismo dizer que Jeffrey Smith está em uma missão de livrar o mundo de alimentos que contêm organismos geneticamente modificados (sigla em inglês GMOs). Candace Pert, um ex-cientista do National Institute of Health dos Estados Unidos, afirma o Sr. Smith é "o especialista líder mundial no entendimento e comunicação das questões de saúde relacionada aos alimentos geneticamente modificados." Ninguém além dele tem similar entendimento a respeito do assunto.

O Sr. Smith chamou a atenção de líders de influência ao redor do mundo, visitando 30 países com o objetivo de alertar a população sobre os novos alimentos. Ele escreveu dois livros sobre o assunto, chamados Seeds of Deception e Genetic Roulette. Além disso, entrevistas com o Sr. Smith têm aparecido no New York Times, Washington Post, BBC World Service, Time, LA Times e centenas de outros meios de comunicação.

A primeira vez que eu ouvi o Sr. Smith foi em 2008, na BoulderFest, uma série de seminários sobre nutrição, que foram iniciados pelo nutricionista Robert Crayhon. O Sr. Smith é um palestrante dinâmico com uma mensagem que nós precisamos ouvir: “Alimentação saudável começa sem alimentos GMOs.” Ok, então o que são organismos geneticamente modificados e como nós sabemos que estamos comendo os mesmos?

Vamos responder a segunda parte da questão primeiro, o que significa que “se você estiver morando nos Estados Unidos, você não sabe que está comendo tais alimentos.” A lei sobre rótulos de alimentos nos Estados Unidos provisiona que não é necessário informar os consumidores se os alimentos contêm ingredientes geneticamente modificados. Caso você não ache que isso é um grande problema, considere que um número estimado de 70% dos alimentos nas prateleiras dos supermercados contêm GMOs. Os produtos mais comuns são soja, milho, óleo de canola e algodão, açúcar de beterraba, mamão, abobrinha e abóbora cabaça. Muitas outras frutas, legumes, cereais e feijões são considerados candidatos à GMOs.

Para encontrar os alimentos que são geneticamente modificados, você pode efetuar o download de um guia gratuito encontrato no site www.ResponsibleTechnology.org. Entretanto, existem alguns truques que você pode usar para contornar o problema dos GMOs ocultos, como por exemplo, comprando alimentos orgânicos, procurando por produtos que especificam não serem GMOs, consultando um guia de compras de produtos não GMO e evitando alimentos que tem maior probabilidade de conter os mesmos. Referente a esta última sugestão, esteja ciente de que nos Estados Unidos 91% dos produtos feitos de soja e 85% dos produtos feitos de milho contêm GMOs.

Agora vamos responder a primeira parte da questão: “O que são alimentos geneticamente modificados?” Isto talvez pareça um pouco com Star Trek ou talvez mais apropriadamente com a linha principal do personagem Frank Black “Soylent Green is people! Soylent Green is people!” do filme Soylent Green, um conto futurista em que pessoas são utilizadas como fonte de alimento. Porém, a verdade é que os GMOs são feitos tirando genes de uma espécie e forçando-os no DNA de um alimento ou animal para introduzir uma nova característica. Por que isso?
Uma razão é o aumento na produtividade das lavouras, já que estes alimentos possuem mais capacidade para tolerar herbicidas tóxicos, são menos vulneráveis a E. Coli e salmonella e são resistentes as ameaças de pragas. Segue um exemplo do último ponto: Ingerindo Bacillus thuringiensis, uma bactéria do solo, em certas culturas, faz que os insetos morram quando tentarem comer estas plantas. O resultado é que mais alimentos podem ser produzidos e o custo é menor. Com certeza os objetivos são nobres, mas os alimentos geneticamente modificados vêm com riscos que simplesmente podem não serem vantajosos quando comparados aos benefícios que promovem. Todavia, vamos ouvir primeiramente o que o FDA (Food and Drug Administration) tem à dizer sobre esta biotecnologia.

Em uma "Declaração de Políticas", apresentada em 29 de maio de 1992, o FDA disse o seguinte: "A agência não tem conhecimento de quaisquer informações que demonstrem que os alimentos produzidos por esses novos métodos diferem de outros alimentos de forma significativa ou uniforme". O Sr. Smith alega que essa política foi influenciada por politicagem e que os cientistas do FDA haviam expressado preocupações sobre a segurança dos GMOs, mas que estas preocupações foram ignoradas. Smith diz que a pessoa encarregada pela política do FDA já havia trabalhado (primeiro como advogado e depois como vice-presidente) em uma empresa que produz GMOs.

Eu não acredito que eu devo sair fora do tópico dizendo que o FDA  estava errado. Vamos falar sobre pesquisas.

Of Mice and Men (Ratos e Homens)

O primeiro capítulo do livro Seeds of Deception é dedicado ao Dr. Arpad  Pusztai, o qual publicou mais de 300 artigos, uma dúzia de livros e nos anos 90, juntamente com sua equipe de pesquisa, recebeu uma doação de $3 milhões  do Reino Unido para a realização de testes de segurança com GMOs.

A pesquisa de Pusztai mostrou que quando batatas geneticamente modificadas foram usadas como alimentos para ratos, estes desenvolveram problemas de fígado, cérebro, testículos, sistema imunológico e também mostraram crescimento de células pré-cancerosas. Quando o Dr. Pusztai compartilhou sua pesquisa inédita em um programa de televisão, ele foi demitido de seu emprego de 35 anos, uma consequência que cheira política suja. Eventualmente, no entanto, sua pesquisa foi publicada no respeitado periódico Lancet. Contudo, Pusztai não foi o único cientista interessado nos possíveis efeitos dos GMOs para a saúde.

Um estudo sobre GMOs utilizados na alimentação de ratos foi publicado no International Journal of Biological Sciences, onde os pesquisadores descobriram que o grupo de ratos alimentados com milho geneticamente modificado tiveram distúrbios no fígado, rins, coração, glândulas adrenais e no baço. Da mesma forma, em um estudo russo realizado em ratos fêmeas, que foram alimentadas com farinha de soja geneticamente modificadas, antes, durante e após a gestação de seus filhotes, 9% dos ratos que foram alimentados com farinha de soja não-geneticamente modificada morreram, número inferior quando comparado com 55.6% dos ratos que morreram depois de comer a soja transgênica. Destaca-se, que dos ratos que sobreviveram, 36% estavam abaixo do peso, contra 6.7% dos ratos que estavam abaixo do peso no grupo de controle.

Eu gostaria também de mencionar mais um estudo que foi realizado em ratos alimentados com soja e milho geneticamente modificado. Seus testículos mudaram de rosa para azul escuro. Adicionalmente, os ratos do sexo masculino apresentaram danos em seus espermas e os ratos que receberam milho geneticamente modificado tiveram menos filhotes e os filhotes estavam abaixo do peso. Quanto aos animais de maior porte, há muita evidência empírica disponível. Por exemplo, em 2008, uma fazenda permitiu que 13 búfalos pastassem em plantações de algodão geneticamente modificadas – todos os 13 morreram em três dias. Além disso, o Sr. Smith observa que os animais, quando dada uma escolha, preferem alimentos não-transgênicos do que alimentos transgênicos. "Nosso trabalho", diz Smith, "é fazer com que os seres humanos atinjam o nível dos animais."

Além disso, existe a questão das alergias. Em 1996, iniciou-se o uso generalizado de cultivos geneticamente modificados. De 1997 a 2002, os atendimentos de emergência por alergias duplicou. Talvez, esta foi uma completa coincidência ou pode ter sido devido à influência de toxinas ambientais, mas existem muitas razões para suspeitar-se de que os GMOs são responsáveis, devido as suas proteínas modificadas possuirem propriedades alérgicas conhecidas. Além do mais, as culturas geneticamente modificadas têm resíduos de herbicidas tóxicos que podem causar reações alérgicas. Também, existe constatação de que os produtos de soja geneticamente modificada podem diminuir a quantidade de enzimas digestivas no corpo. Estas enzimas afetam a habilidade do corpo para quebrar proteínas e isso pode aumentar nossas reações alérgicas à alimentos. Ah, e devo mencionar aqui que os alimentos que são geneticamente modificados não possuem a mesma qualidade nutricional do que os alimentos não-transgênicos.

Existem muitos outros problemas de saúde associados com os GMOs, mas este é um dos mais preocupantes: Smith afirma que os genes colocados em culturas podem ser transferidos para os seres humanos por meio do DNA das bactérias "amigáveis" e como tal vai continuar a funcionar depois que o alimento é ingerido. Smith diz que isso se transforma no intestino humano "em uma fábrica de pesticidas", que essencialmente produz toxinas que atacam o corpo. Assustado ainda? Você deveria estar.

Jeffrey Smith tem como compromisso educar o mundo sobre os perigos dos alimentos geneticamente modificados. Se você concorda que é fundamental saber mais sobre esse problema de saúde grave, pegue um exemplar de cada um dos seus livros sobre GMOs. A sua saúde depende disso.

Açucar no exercício físico - Os erros mais comuns



Um dos erros mais comuns é apostar no açúcar e noutros tipos de açucares simples
Esta é uma das grandes dúvidas de quem pratica qualquer tipo de exercício físico. A refeição que fazemos ou não antes do esforço pode afectar o rendimento durante a actividade pela positiva ou pela negativa.

O que se pretende é que seja um reforço das nossas reservas energéticas. As nossas principais reservas energéticas estão no músculo e no fígado e vão ser continuamente gastas durante o esforço. Normalmente a sua constituição leva 6 a 8 horas – assim, não é a refeição feita antes do exercício que vai determinar se temos o combustível necessário para um esforço prolongado.

A refeição antes do esforço reforça as reservas e tem como objectivo fornecer energia para os primeiros instantes do exercício físico, promovendo um bom controlo do açúcar no sangue e combustível a curto/médio prazo. Por isso, os hidratos de carbono são essenciais nesta refeição.

Um dos erros mais comuns é apostar no açúcar e noutros tipos de açucares simples. Estes vão promover um pico massivo de glicemia e, consequentemente, de insulina, fazendo com que o açúcar entre todo nas células, deixando-nos com hipoglicémia. O efeito energético do açúcar sente-se nos primeiros instantes mas acaba por ter um efeito contrário ao desejado durante o exercício.

Vários estudos demonstram que a medida mais acertada é combinar fontes de hidratos de carbono complexos com outros simples.

Por exemplo, podemos combinar pão, cereais, massa ou tostas, com fruta, mel ou compotas. Conseguimos, assim, um bom equilíbrio energético.

Há alguns alimentos que devemos evitar. De uma forma geral, tanto a gordura como a fibra atrasam a digestão, razão pela qual devem ser evitadas. Os frutos secos (como as nozes, amêndoas e amendoins) têm gorduras de absorção relativamente fácil e ajudam a controlar ainda melhor os níveis de açúcar no sangue.

As comidas muito ricas em proteínas também são de digestão lenta e contribuem com pouca energia para o exercício.

Assim, são exemplos de alimentos que devemos evitar:


leite e derivados
legumes
carne e peixe
feijão e outras leguminosas
As refeições devem ser feitas 1h30 a 2 horas aproximadamente antes da partida.

Não beba água com a refeição para melhorar a digestibilidade dos hidratos de carbono (comece a beber cerca de 30 minutos depois, em pequenas quantidades). Pode optar por água ou bebida desportiva pouco concentrada.

Se tiver fome antes do treino, reforce com frutos secos ou meia banana.

*Maria Santana Lopes trabalhou no Hospital Militar Principal onde deu consultas externas de Nutrição e apoiou a restauração colectiva da unidade hospitalar, incluindo a elaboração de ementas. Hoje trabalha por conta própria e participa regularmente em projectos de ensino e investigação.

As virtudes do gengibre


O gengibre pode ser consumido fresco, seco ou em pó. Ele possui várias propriedades úteis para a nossa saúde. Ele pode regularizar desde as perturbações digestivas, enxaquecas, fadiga ou mesmo a disfunção eréctil.

- O gengibre é um anti-inflamatório natural

O gengibre é um precioso aliado para combater as inflamações e dores, desde os reumatismos às dores de cabeça.

E porquê?
Porque impede a produção das prostaglandinas, hormonas precursoras dos mecanismos inflamatórios, segundo a opinião da Dra. Odile Morant, médica fitoterapeuta.

- Como utilizar o gengibre?


Nos reumatismos – diluir 1ml de óleo essencial de gengibre em 30 ml de um óleo vegetal (pode ser mesmo azeite). Aplicar 6 gotas desta mistura, em massagem das zonas dolorosas, de manhã e à noite, até melhoria dos sintomas.

Nas dores de cabeça – fazer uma infusão de 500mg a 1g de gengibre seco em 150 a 250ml de água durante pelo menos 10 minutos. Beber 2 a 4 chávenas por dia, até eliminação dos sintomas.

Para dar energia – a sua riqueza em vitaminas C, D, e B, sais minerais (potássio) e em oligoelementos como, cálcio, magnésio, cobre e zinco faz do gengibre um poderoso energético e tónico natural.

Utilizar gengibre fresco ou seco, pois ele consegue conservar as suas propriedades nas duas apresentações e integrá-lo correntemente na alimentação diária.

Para ajudar a digestão – o gengibre consegue facilitar e ajudar as digestões difíceis, bem como os problemas digestivos, graças aos seus princípios activos que agem sobre o estômago e intestino, regularizando a actividade das mucosas. Segundo estudos clínicos efectuados, o gengibre estimula a secreção dos sucos digestivos e das verias enzimas que facilitam a digestão.

Pode consumir-se fresco, em pó, ou em chá. Existem também já no mercado cápsulas e tisanas. Mas poderá sempre utilizar o rizoma seco (1g para 150 ou 200 ml de água) para beber após as refeições.

Tratar Anemia - Cuide de si de forma natural


Os cuidados alimentares que previnem a anemia que afecta os níveis de hemoglobina

Trata-se de uma doença em que a hemoglobina (pigmento que dá cor aos glóbulos vermelhos e tem a função de transportar o oxigénio dos pulmões para os tecidos) apresenta valores inferiores ao normal.

A falta de ferro é uma das principais causas da anemia. O corpo absorve um a dois mg de ferro diariamente através dos alimentos, quantidade equivalente à que o corpo perde normalmente por dia.

Se a alimentação for deficitária em ferro, a longo prazo, poderá levar a estados de anemia.

Sintomas


Pode causar fadiga, dificuldades respiratórias e incapacidade de fazer exercício. Também causa inflamações na língua, cortes nas comissuras da boca e deformações nas unhas.

Tratamento


Os suplementos de ferro são usados para melhorar a anemia mas demoram entre três a seis semanas até fazerem efeito. Devem-se fazer análises periódicas ao sangue.

Como prevenir


Há muitos alimentos que contêm ferro, sendo que a carne é uma das maiores fontes. Existem, no entanto, outros:

- Pode usar o sumo natural SUMO EISENBLUT (FERRO) - 500 ML
Benefícios Terapêuticos
Estados anémicos. Astenia (fraqueza). Convalescenças. Cansaço. Debilidade física. Hemorragia menstrual.
Favorece a formação de glóbulos vermelhos e hemoglobina. Aumenta as defesas do sistema imunitário. Favorece o transporte de oxigénio a todas as partes do corpo.
Energizante. Revitalizante. Próprio para vegetarianos, grávidas e crianças.

- Aqui nesta hiperligação estão os produtos naturais que pode usar para a anemia Clique Aqui

- O farelo, o fosfato e os anti-ácidos diminuem a absorção de ferro.

- A vitamina C (ácido ascórbico) presente em muitas frutas (nos citrinos e nos morangos, por exemplo) ajuda a aumentar a absorção de ferro durante a digestão.

- As grávidas precisam de uma quantidade maior de ferro durante o período de gestação, uma vez que o feto consome grandes quantidades deste mineral.

Quinoa - Fonte de vitalidade


Com 300 kcal por 100 g, a quinoa inclui todos os aminoácidos essenciais ao organismo e, segundo a nutricionista Iara Rodrigues, «por ter muita fibra e proteína no grão, confere uma sensação de saciedade e facilita o esvaziamento gástrico, favorecendo a perda de peso». Além disso, «é rica em vitaminas do complexo B que, para além de regularem o sistema nervoso e ajudarem na manutenção muscular, têm um papel importante no equilíbrio das flutuações hormonais, muitas vezes responsáveis pela flacidez», afirma
Embora não exista uma recomendação exata, Iara Rodrigues sugere que mantenha aquilo a que chama a «regra dos hidratos», não ultrapassar as duas colheres de servir por dia. Geralmente consumida em pó (disponível em lojas de produtos naturais), a quantidade diária não deve ultrapassar uma colher de sopa ou duas colheres de sobremesa.
Deve cozê-la durante pouco tempo. Por ter um sabor praticamente nulo, «o ideal é adicioná-la a saladas, leite, iogurtes, sumos naturais ou batidos de fruta ou, uma vez que tem um reduzido teor glicémico, usá-la como substituta da farinha de trigo em bolos, tortas e pães», acrescenta ainda a nutricionista.

Fonte: Revista Prevenir

Café reduz para metade o risco de cancro no fígado



O consumo de café reduz em pelo menos 40% o risco de carcinoma hepatocelular, o tipo mais comum de cancro no fígado. A conclusão é de uma metanálise recente desenvolvida em Itália com base em mais de uma dezena de estudos, que revelou que a ingestão de três chávenas por dia chega inclusive a diminuir em mais de 50% as hipóteses de vir a sofrer da doença.
 
Os investigadores do Instituto de Investigação Farmacológica Mario Negri e do departamento de ciências clínicas e saúde da Università degli Studi di Milano, em Itália, analisaram artigos científicos publicados entre 1996 e 2012, investigando em profundidade 16 estudos que se debruçaram sobre um total de 3.153 casos.
 
"A nossa investigação confirma as indicações de que o café é bom para a saúde e particularmente para o fígado", explica, em comunicado, Carlo La Vecchia, principal autor do estudo publicado na revista científica Clinical Gastroenterology and Hepatology da Associação Gastroenterológica Americana.
 
"O efeito benéfico do café em relação ao cancro do fígado pode ter a ver com o potencial que este tem ao nível da prevenção da diabetes, um fator de risco da doença, bem como no combate à cirrose e nas vantagens [que a sua ingestão apresenta] para as enzimas do fígado", acrescenta La Vecchia.
 
Apesar de os resultados serem consistentes, o investigador e os colegas afirmam que é difícil compreender na perfeição as razões que explicam esta associação entre a ingestão de café e o carcinoma hepatocelular, pelo que, mesmo que o mesmo possa, eventualmente, ter um papel preventivo, "esse papel será sempre limitado em comparação com outras medidas" que podem e devem ser adotadas.
 
Entre estas medidas estão a vacinação contra a hepatite B, o controlo da transmissão do vírus da hepatite C e a redução do consumo de álcool que, de acordo com os especialistas, conseguem evitar mais de 90% dos casos de cancro do fígado a nível mundial. O tabaco, a obesidade e a diabetes são também fatores de risco a ter em atenção.
 
Atualmente, o cancro no fígado é o sexto mais comum em todo o mundo e o terceiro maior causador de mortes por cancro. O carcinoma hepatocelular é o principal tipo de cancro no fígado, correspondendo a mais de 90% das manifestações da doença.

Clique AQUI para aceder ao resumo do estudo (em inglês).

Benefícios do Tomate


O Tomate tem acção antioxidante

O licopenodo no tomate. Este carotenóide encontrado no tomate tem sido extensivamente estudado pelas suas propriedades antioxidantes e propriedades de prevenção do cancro.

A função antioxidante do licopeno tem a capacidade para ajudar a proteger as células e outras estruturas do corpo dos danos do oxigénio.
Prevenção de doenças do coração é um outro papel desempenhado pelo antioxidante licopeno.

Em contraste com muitos fitonutrientes noutros alimentos, cujos efeitos só foram estudadas em animais, o licopeno do tomate tem sido repetidamente estudado em seres humanos e os têm sido encontrados inúmeros factores de proteção contra uma lista crescente de cancros.
Estes cancros agora incluem-rectal, próstata, mama, endométrio, pulmão e cancro de pâncreas.

O Tomate é útil no controle do colesterol
Fonte muito baixa em calorias e gorduras, mas rica em fibras alimentares, minerais, vitaminas, recomendado no controle de colesterol e os programas de redução de peso.

O Tomate é rico em vitamina C
O Tomate é uma boa fonte de vitamina C; o consumo de alimentos ricos em vitamina C ajuda o corpo a desenvolver resistência contra agentes infecciosos e varrer os radicais livres prejudiciais.

O Tomate é rico em Licopeno
O licopeno ajuda a proteger não só contra  o cancro da próstata, mas também de mama, do pâncreas e do intestino, principalmente quando consumido com alimentos ricos em gordura, como abacate, azeite de oliva ou castanhas. (Isto é porque os carotenóides são lipossolúveis, ou seja, eles são absorvidos pelo organismo junto com as gorduras).

O Tomate promove a saúde da próstata
Uma dieta saudável de alimentos ricos em tomate ajuda na prevenção do cancro de próstata.

Isso deve-se ao facto de que o tomate contém não apenas licopeno, mas uma variedade de fitonutrientes de protecção e sugerem que o licopeno encontrado no tecido da próstata humana e do sangue de animais e seres humanos, que permanecem livres de cancro de próstata, pode indicar exposição a montantes superiores de compostos não apenas de licopeno, mas que trabalham em sinergia com ele.

O Tomate promove a saúde do pâncreas

Os dados mostraram que os homens consomem mais licopeno tiveram uma redução no risco de cancro no pâncreas.

Entre as pessoas que nunca fumaram, aqueles cujas dietas eram ricas em beta caroteno e carotenóides totais reduziram seu risco de cancro de pâncreas.

O Tomate tem acção de protecção contra o cancro
Desde há bastante tempo,  existem evidências epidemiológicas que indicam que o licopeno age sinergicamente com outros fitonutrientes do tomates para dar os seus efeitos de protecção. Estudos recentes têm mostrado que os produtos de tomate previnem o cancro de forma mais eficaz do que tomar o licopeno sozinho, os investigadores concluíram que outros carotenóides estimulam as enzimas da fase II através de diferentes vias daquele usadas pelo licopeno.

O Tomate reduz o risco de doenças cardíacas
Mais uma boa notícia para aqueles em situação de risco de aterosclerose, ou apenas tentando evitá-lo, é que os tomates são uma boa fonte de potássio e uma boa fonte de niacina, vitamina B6 e ácido fólico.

A niacina tem sido usada há anos como uma forma segura de diminuir os níveis elevados de colesterol. Dietas ricas em potássio foram mostrados para baixar a pressão arterial e reduzir o risco de doença cardíaca.

A vitamina B6 e ácido fólico são ambos necessários pelo organismo para converter um produto químico potencialmente perigoso chamado homocisteína em outras moléculas benignas.

O Tomate ajuda a reduzir a coagulação do sangue
O Sumo de tomate pode reduzir a tendência de coagulação do sangue.

O Tomate é um anti-inflamatório natural
Um copo diário de sumo de tomate pode reduzir um dos principais marcadores de inflamação-TNF-alfa.

O stress oxidativo (produção de quantidades excessivas de radicais livres nas células) e a contratação resultante de compostos inflamatórios, como TNF-alfa tem sido associada a praticamente todas as doenças crônicas degenerativas, incluindo a aterosclerose (endurecimento das paredes das artérias), doenças cardiovasculares, o cancro, a osteoporose e doença de Alzheimer.

O sumo de tomate contém uma mistura de potentes antioxidantes, incluindo 5,7 mg de licopeno, 1 mg de beta-caroteno, 3,7 mg de phytoene, fitoflueno de 2,7 mg e 1,8 mg de alfa-tocoferol fração de vitamina E.

O Tomate promove a saúde óssea
Os tomates são uma boa fonte de vitamina K. 17,8% do valor diário de vitamina K, é encontrada numa xícara de tomate cru, o que é importante para a manutenção da saúde óssea.
A Vitamina K1 activa a osteocalcina, protéina do colágeno ósseo. Portanto, sem a vitamina K1, os níveis de osteocalcina são insuficientes, e a mineralização óssea é prejudicada.

O Tomate ajudam contra a enxaqueca e os diabetes
O folato nos tomates também podem ajudar a reduzir o risco de cancro de cólon. Além disso, o tomate é uma boa fonte de riboflavina, que tem se mostrado útil para reduzir a frequência das crises de enxaqueca.
Uma boa ingestão de cromo, um mineral que o tomate é uma boa fonte, ajuda os pacientes diabéticos a manter os seus níveis de açúcar no sangue sob controle.

Dor nas Articulações (Artrite)


Artrite caracteriza-se pela inflamação das articulações da coluna vertebral, do cotovelo, dos dedos, dos joelhos, dos punhos e dos tornozelos, que pode degenerar-se em atrofia. As principais causas são: infecções diversas amigdalite, doenças venéreas, focos dentários, septicemia, tuberculose, reumatismo, contusões, exposição prolongada ao frio, distúrbios nervosos, excesso de proteínas, stress e alcoolismo.
Quando a doença está na fase aguda, percebe-se vermelhidão e inchaço nas articulações afectadas, além de fortes dores e perda de movimentos. Na fase crónica prevalece uma sensação de fraqueza e surgem deformidades, por causa da atrofia dos músculos em torno da articulação.
É necessário identificar o agente causador da doença e eliminá-lo completamente. O tratamento somente será bem sucedido se o paciente eliminar de sua dieta os alimentos produtores de ácido úrico (carne, principalmente miúdos, fígado e rins, pescados, ovos e legumes secos); bebidas alcoólicas, café, chá preto, cacau e derivados (chocolate). Substitua-os por alimentos alcalinizantes e frutas frescas da época. Os banhos de sol matinais e a prática de exercícios físicos moderados ao ar livre contribuem para a eliminação de ácido úrico.

TRATAMENTOS


À base de Hortaliças:
Alface – Sumo das folhas e talos (1 pé de alface para 500 ml de água). Tomar 1 chávena, 30 minutos antes de deitar. Utilizar saladas cruas de alface.
Beringela e Limão – Sumo combinado (1 beringela e 1 limão para 500 ml de água). Tomar 250 ml pela manhã, em jejum. Após tomar o sumo, permanecer em jejum por mais 30 minutos.
Beterraba, Cenoura e Pepino – Sumo combinado. Tomar 250 ml pela manhã, em jejum. Após tomar o sumo, permanecer em jejum por mais 30 minutos.
Cebola – Para aliviar a dor, massajar as partes afectados com sumo de cebola aquecido.
Salsa e Tomate – Sumo combinado (4 tomates médios para 20 g de salsa). Tomar 250 ml, 30 minutos antes do almoço.

À base de Frutas:
Laranja – Refeições exclusivas 4 vezes por semana.
Maçã – Refeições exclusivas 3 vezes por semana.
Melancia – Dieta exclusiva de 1 dia por semana. Durante a dieta, manter repouso.
Melão – Dieta exclusiva de 1 dia por semana. Durante a dieta, manter repouso.

À base de Plantas:
Aroeira – Chá da casca (30 g para 1 litro de água). Lavar as partes afectadas com o chá quente (o quanto possa suportar), durante 15 minutos.
Ipê-roxo – Chá da casca (50 g para 1 litro de água). Lavar as partes afectadas com o chá quente (o quanto possa suportar), durante 15 minutos.
Linhaça – Compressas com óleo de linhaça quente.
Sassafrás – Chá da raiz (20 g para 1 litro de água). Tomar 5 chávenas ao dia.

À base de Suplementos:
ABSOLUT ARNICA – O princípio activo ajuda em problemas das articulações.
ARTRONAT – produto aconselhado a todas as pessoas que tenham dores, rigidez ou perda de força nas articulações.
HARPAGOPHYTUM – Ajuda a melhorar os processos inflamatórios associados a alterações nas articulações

800 novos casos de melanoma diagnosticados anualmente

As melhores técnicas para prevenir e combater esta doença

A probabilidade de se desenvolver melanoma aumenta com a idade, embora a doença afecte pessoas de todos as classes etárias.

Aprenda a preveni-lo. Este é uma variante grave do cancro da pele que afeta os melanócitos (células que dão cor à epiderme). Se não for detetado a tempo, este cancro pode ser mortal, já que produz metástases noutros órgãos, espalhando-se através do sangue ou do sistema linfático.
Causas
A sua origem pode ser genética (ligado à história familiar) mas, em muitos casos, é ambiental. É provocado por uma exposição excessiva à radiação solar e pode ser retroativo (uma queimadura solar sofrida na infância pode provocar um melanoma em idade adulta).

Sintomas
Pode aparecer num sinal antigo ou num novo, com alterações no tamanho, forma ou cor, com exsudação ou sangue, ardor, dor ao toque e volume.
Existem várias formas de o combater:
- Tratamento cirúrgico
Remoção cirúrgica do tumor primário, acompanhada de quimioterapia ou radioterapia.
- Terapia biológica
Também conhecida como imunoterapia, é uma técnica muito recente e tem como objetivo fazer com que o próprio organismo combata o cancro. Utilizam-se materiais como o interferão para impulsionar ou direccionar as defesas do corpo contra o tumor. Esta terapia melhora as hipóteses de cura em cerca de 10%.
Prevenção
O melanoma pode ser prevenido desde a infância através de uma proteção solar adequada. As pessoas de pele muito branca, as que trabalham ao ar livre e os desportistas devem ter cuidados redobrados.
Para alertar para os malefícios deste problema, em julho de 2013, o Intergrupo Português do Melanoma lançou um site que pretende esclarecer as pessoas sobre esta doença.
Disponível em www.ipm.pt, a página online sobre a sociedade científica disponibiliza informação essencial sobre o melanoma, dirigida a profissionais de saúde, doentes e familiares.
No site do Intergrupo Português do Melanoma está disponível informação sobre o melanoma, o seu diagnóstico, tratamento, fatores de risco e prevenção
Através da plataforma, doentes e familiares podem também contactar a sociedade e colocar questões a especialistas de várias áreas como a dermatologia, cirurgia, anatomia-patológica e oncologia médica. O melanoma é um tumor relativamente raro, representando cerca de 10% dos cancros cutâneos, mas é responsável por 80% das mortes por este tipo de cancro
A incidência e mortalidade por melanoma têm vindo a aumentar em todo o mundo, sobretudo nas duas últimas décadas. Em Portugal, diagnosticam-se anualmente cerca de 800 casos e a incidência situa-se entre os seis a oito casos por cada 100.000 habitantes.Um em cada cinco doentes com melanoma, uma doença que pode atingir qualquer grupo etário, desenvolve uma forma avançada e agressiva da doença. O melanoma aparece inicialmente na pele, mas na fase avançada pode tornar-se muito agressivo e pode atingir outros órgãos, nomeadamente os gânglios, os pulmões, o fígado e o cérebro
A idade média de aparecimento ronda os 57 anos, sendo no entanto frequente abaixo dos 30. Na mulher, o melanoma localiza-se preferencialmente nos membros inferiores. Já no homem, a localização habitual é o tronco, «embora possa aparecer em qualquer parte do corpo», alerta explica Maria José Passos, fundadora do Intergrupo Português do Melanoma.

Associações lançam alerta para os primeiros sinais do linfoma

Estima-se que surjam todos os anos cerca de 1700 novos casos de linfoma em Portugal

16 de outubro de 2013 - 15h50

Para sensibilizar e alertar para os primeiros sinais de alerta desta doença, a Associação de Apoio aos Doentes com Leucemia e Linfomas (ADL), a Associação Portuguesa Contra a Leucemia (APCL) e a Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas (APLL) lançam a primeira campanha conjunta de sensibilização nacional para esta doença.

A iniciativa, que visa aumentar o conhecimento da população sobre esta forma de cancro menos conhecida, pretende que os portugue-ses visitem o Portal Juntos Contra o Linfoma (www.juntoscontraolinfoma.pt) e vejam o vídeo da campanha. O objectivo é aumentar o conhecimento dos primeiros sinais e, assim, contribuir para o aumento da descoberta da doença nas suas primeiras fases de desenvolvimento.

O linfoma é um tumor maligno que resulta do crescimento anormal de células do sistema linfático e é considerado umas das 10 principais causas de morte por cancro na Europa. Os sintomas do linfoma são pouco específicos, porque são comuns a um grande número de doenças, o que dificulta o diagnóstico inicial.

O sintoma mais frequente é o aparecimento de um gânglio linfático aumentado de tamanho, que não causa dor e pode estar localizado no pescoço, axilas ou virilhas. Outros sintomas que podem surgir são: suores intensos durante a noite, febre sem explicação, cansaço extremo e perda de peso inexplicável. Por vezes não existem quaisquer sintomas e o linfoma é descoberto de forma acidental durante um exame médico de rotina. Quando há suspeita de linfoma os doentes são encaminhados para um hospital para serem observados e orientados por uma equipa de especialistas. Para o diagnóstico é necessário realizar uma biopsia (amostra de tecido) de um gânglio linfático aumentado de tamanho.

Três passos para colaborar na campanha:

1. Visitar: www.juntoscontraolinfoma.pt e lá pode ver o vídeo para conhecer os sintomas e saber o que fazer se eles surgirem;

2. Marcar no mapa do Portal o seu apoio a esta causa e partilhar nas redes sociais;

3. Partilhar o Portal e o vídeo com os amigos para ajudar a que o linfoma seja mais conhecido e, assim, contribuir para a diminuição do número de casos descobertos em fases avançadas da doença.

O Linfoma é um cancro do sistema linfático, diagnosticado a cerca de 1700 portugueses todos os anos. Os sintomas nem sempre são claros e, muitas vezes, comuns a um grande número de doenças. A maioria dos linfomas é diagnosticada em fase avançada. Quando diagnosticado nos seus primeiros estádios, a possibilidade de cura é mais elevada. Afeta todas as idades, apesar de ser mais frequente em pessoas com mais de 60 anos.

O sintoma mais frequente é o aparecimento de um gânglio linfático aumentado de tamanho, que não causa dor e pode estar localizado no pescoço, axilas ou virilhas. Outros sintomas que podem surgir são: suores intensos durante a noite, febre sem explicação, cansaço extremo e perda de peso inexplicável.

Alimentação Saudável para o seu Bebé

As necessidades nutricionais dos bebés são completamente asseguradas pelo leite materno ou através de fórmulas especiais de leite fortificado em ferro até atingirem os seis meses de idade. Hoje em dia, é aceite pela comunidade científica internacional que a alimentação mais saudável para um bebé até aos seis meses é o leite materno, reunindo todos os elementos essenciais para a nutrição do bebé e o desenvolvimento e crescimento até essa idade.


O seu pediatra pode-lhe contudo recomendar um suplemento de vitamina D, caso o seu bebé seja alimentado exclusivamente com o leite materno. Por volta dos quatro até aos seis meses, os bebés começam a observar e imitar os hábitos alimentares dos pais e outros adultos com quem estabelecem contacto regularmente. Nesta altura, o bebé pode estar já preparado para acrescentar alimentos complementares ao leite materno.

Naturalmente que os pais, avós ou outros responsáveis pela alimentação do bebé têm dúvidas sobre questões fundamentais: Quando está o bebé preparado para alimentos sólidos? Quais os alimentos que devem ser incluídos e quais os mais saudáveis? Que quantidade é suficiente?

Este guia fornece as directrizes gerais para a introdução dos bebés aos alimentos sólidos, bem como algumas dicas para que as refeições decorram da forma mais segura possível. Tome em consideração que cada bebé é um ser individual, e que pode estar preparado para alimentos diferentes com base na sua idade, necessidades nutricionais, de desenvolvimento ou outros factores. Consulte sempre um técnico especialista em saúde, preferencialmente um pediatra, para conselhos específicos de alimentação saudável para o seu bebé.

Porque devo esperar que o meu bebé tenha entre quatro e seis meses de idade para que possa alimentá-lo com sólidos?

● O seu bebé obtém todos os nutrientes que necessita para o desenvolvimento a partir do leite materno ou através de leite especial fortificado com ferro para bebés até aos primeiros quatro/seis meses de vida.

● O risco do bebé ter uma reacção alérgica aos alimentos é menor a partir dessa idade, sendo preferível esperar até então para introduzir sólidos, especialmente se existe um historial de alergias na família.

● O seu bebé não está preparado para digerir outros alimentos além do leite materno ou leite para bebés fortificado até aos quatro/seis meses.

● O sono do bebé perde qualidade com o acréscimo de alimentos sólidos antes dessa idade.

● O risco do seu bebé sufocar com alimentos sólidos é maior nos quatro/seis meses de vida.

Cerveja hidrata tanto como água após exercício

Um grupo de peritos realçou esta terça-feira em Cáceres, Espanha, os benefícios do consumo moderado de cerveja após a prática de exercício físico e assegurou que esta bebida hidrata tanto como a água.


O estudo, citado pela agência espanhola Efe, foi esta terça-feira apresentado numa aula organizada pelo Centro de Informação Cerveja e Saúde, que pretende promover o desporto como uma atividade social para fomentar hábitos de vida saudáveis.

Manuel Castillo, professor de Fisiologia da Universidade de Granada, afirmou que as conclusões deste estudo se baseiam numa investigação realizada em conjunto com o Conselho Superior de Investigações Científicas sobre "a idoneidade da cerveja na recuperação do metabolismo hormonal e imunológico dos desportistas após o exercício físico".

O consumo moderado de cerveja - entre duas a três cervejas por dia para os homens e de uma a duas para as mulheres -, quer a tradicional quer a sem álcool, após a prática de desporto, em condições de elevada temperatura ambiental e abundante transpiração, "pode permitir recuperar as perdas hídricas, da mesma forma que a água", referiu.

Para Castillo, "é muito importante que fazer exercício seja associado a um momento de prazer, para que haja continuidade".

Assim, o docente defendeu que divulgar os resultados desta investigação pode ajudar a que o desporto se converta num "ato social".

Para colocar em prática o estudo, a jornada prevê uma corrida de quatro quilómetros no campus universitário, que inclui cervejas e aperitivos após cruzar a meta.