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Como conservar melhor os alimentos saiba tudo aqui


SAIBA COMO CONSERVAR MELHOR OS ALIMENTOS
Os métodos mais comuns para conservar alimentos incluem a refrigeração, a secagem e a salga. Os vários processos que existem têm como objetivo retardar o efeito das enzimas que alteram e degradam os alimentos. Os microrganismos também atuam nos alimentos apodrecendo-os e levam à produção de toxinas prejudiciais ao organismo e responsáveis por graves intoxicações alimentares.

A primeira, e mais simples dica, é: compre sempre pequenas quantidades de alimentos. Assim, evita que eles se mantenham muito tempo no frigorífico ou no congelador.

Outra dica básica é lavar as mãos sempre que for manipular alimentos, este passo simples diminui as contaminações cruzadas.

Como conservar carne no frigorífico
Para conservar a carne no frigorífico evite manter a embalagem original. Utilize sacos com fecho, desta forma evita que os microrganismos ataquem a peça e esta permanece fresco mais tempo. Não a deixe mais do que 3 dias no frigorífico.
O peixe deve ser consumido no dia de compra, se não for possível o melhor é refrigerar no congelador em sacos fechados. Congele sempre o peixe já arranjado, sem as vísceras, escamas e gordura.

Como guardar ovos, frutas e outros vegetais
Os ovos devem ser armazenados com o lado pontiagudo para baixo e nas prateleiras laterais do frigorífico.
As frutas para serem guardadas no frigorífico devem ser embrulhadas em papel vegetal, uma a uma.
Os vegetais devem ser lavados com água corrente e bem secos antes de serem refrigerados porque a humidade acelera a deterioração destes alimentos.

Outras dicas importantes para conservar alimentos
Sempre que abrir a embalagem de um produto como queijo ou fiambre, tente não tocar com os dedos nos alimentos, utilize um garfo, para evitar contaminações. Coloque então o que sobrar em embalagens de plástico ou sacos herméticos.

Ordene os alimentos no frigorífico da seguinte forma: os alimentos já cozinhados devem ficar na prateleira de cima, os alimentos semiprontos nas prateleiras do meio e os alimentos crus na parte de baixo.

É também importante que siga sempre as indicações de conservação da embalagem. Os alimentos refrigerados devem ser armazenados a temperatura até 6ºC e os alimentos congelados devem estar armazenados a temperatura inferior a -18ºC.

Com estas dicas, conservará os alimentos frescos por mais tempo.

Devo pensar em perder peso só porque muda o ano?


Nove pequenas mudanças saudáveis que vai conseguir pôr em prática diariamente.

Apesar de cada vez mais pessoas não acreditarem no seu cumprimento, certo é que manda a tradição que se formulem desejos e estipulem resoluções para cada ano que se inicia. Uma boa parte destas está ligada à saúde, com a perda de peso e o início da prática de exercício no topo da lista. Infelizmente o outro lado da tradição continua a ser verdade: boa parte destas resoluções raramente têm sucesso.

Em todo o caso, por mais baixa que seja a “taxa de cumprimento” destas resoluções, continua a ser maior o grau de sucesso de quem as idealiza e tenta operacionalizar do que de quem nem isso tenta. Tudo depende da forma como é encarado este processo, até porque a aura de mudança está tão presente nestes dias que faz desta uma época dourada para os livros de auto-ajuda, suplementos milagrosos e gurus motivacionais que, diga-se de passagem, são palavras muito perigosas quando se juntam numa mesma frase.

Aliás, um dos problemas começa logo pelo número: 12 desejos ou 10 resoluções implica ou uma ambição algo desmedida ou que, de facto, há muita coisa para ser mudada. E, como mudar não é fácil, tentar modificar muitos hábitos de uma só vez poderá conduzir inevitavelmente ao seu abandono.

Neste contexto, tendo a perda de peso como pano de fundo, aqui ficam alguns exemplos de estratégias concretas - não lhes chamemos resoluções - que podem ser colocadas em prática com maior ou menor dificuldade:

- Acorde 15 minutos mais cedo e faça um bom pequeno-almoço. Verá que estará com o apetite muito mais controlado ao longo do dia;

- Tenha sempre sopa feita em casa. É sempre de extrema utilidade para controlar o apetite descontrolado antes do jantar naqueles dias em que não conseguiu lanchar;

- Não leve para a mesa pão, tachos ou travessas durante as refeições. Pode até já não ter fome, mas esses estímulos visuais e olfactivos constantes vão fazer com que coma mais;

- Vá às compras sem fome e sem filhos. Verá que as suas escolhas serão certamente mais equilibradas;

- Não compre para casa “alimentos” que sabe que não consegue resistir. Ter os armários repletos de batatas fritas, snacks salgados, bolachas, refrigerantes e chocolates é uma armadilha que fazemos a nós próprios;

- Em contexto social não se restrinja em demasia. Aproveite o tempo à mesa com amigos e família. De resto, é justamente para estes extras que se deve portar bem nos outros dias da semana;

 - Estabeleça uma frequência semanal mínima para a prática de exercício e tente (se entender por bem) encontrar um parceiro para o mesmo. Desde que seja numa perspectiva de motivação e controlo mútuo e não de distração;

- Partilhe os seus objectivos com os amigos. Actualizações através de email, blogue ou redes sociais pode também ser uma forma ousada, mas eficaz de se manter fiel aos objectivos uma vez que já incluiu várias pessoas no processo que pode agora não querer desiludir. Até os próprios elogios e reforços positivos dos mesmos podem ser uma fonte de motivação extra (mesmo tendo em conta que não é a mais duradoura);

- Crie as suas próprias estratégias! Pense em comportamentos que já conseguiu mudar com êxito e como o conseguiu. Não existe apenas uma mas sim várias fórmulas de sucesso para conseguir perder peso e tudo o que está acima descrito pode até não se aplicar minimamente ao seu quotidiano. Qualquer mudança é mais sustentável quando corresponde às suas próprias motivações e está adaptada aos seus ritmos de vida e preferências alimentares.

Dizer que se quer perder peso na passagem de ano e comprar um livro (ou arranjar uma pessoa) para dizer “tu consegues” é muito diferente de modificar de facto pequenos actos ao longo do dia que fazem uma grande diferença.

Café reduz para metade o risco de cancro no fígado


O consumo de café reduz em pelo menos 40% o risco de carcinoma hepatocelular, o tipo mais comum de cancro no fígado. A conclusão é de uma metanálise recente desenvolvida em Itália com base em mais de uma dezena de estudos, que revelou que a ingestão de três chávenas por dia chega inclusive a diminuir em mais de 50% as hipóteses de vir a sofrer da doença.

Os investigadores do Instituto de Investigação Farmacológica Mario Negri e do departamento de ciências clínicas e saúde da Università degli Studi di Milano, em Itália, analisaram artigos científicos publicados entre 1996 e 2012, investigando em profundidade 16 estudos que se debruçaram sobre um total de 3.153 casos.

"A nossa investigação confirma as indicações de que o café é bom para a saúde e particularmente para o fígado", explica, em comunicado, Carlo La Vecchia, principal autor do estudo publicado na revista científica Clinical Gastroenterology and Hepatology da Associação Gastroenterológica Americana.

"O efeito benéfico do café em relação ao cancro do fígado pode ter a ver com o potencial que este tem ao nível da prevenção da diabetes, um fator de risco da doença, bem como no combate à cirrose e nas vantagens [que a sua ingestão apresenta] para as enzimas do fígado", acrescenta La Vecchia.

Apesar de os resultados serem consistentes, o investigador e os colegas afirmam que é difícil compreender na perfeição as razões que explicam esta associação entre a ingestão de café e o carcinoma hepatocelular, pelo que, mesmo que o mesmo possa, eventualmente, ter um papel preventivo, "esse papel será sempre limitado em comparação com outras medidas" que podem e devem ser adotadas.

Entre estas medidas estão a vacinação contra a hepatite B, o controlo da transmissão do vírus da hepatite C e a redução do consumo de álcool que, de acordo com os especialistas, conseguem evitar mais de 90% dos casos de cancro do fígado a nível mundial. O tabaco, a obesidade e a diabetes são também fatores de risco a ter em atenção.

Atualmente, o cancro no fígado é o sexto mais comum em todo o mundo e o terceiro maior causador de mortes por cancro. O carcinoma hepatocelular é o principal tipo de cancro no fígado, correspondendo a mais de 90% das manifestações da doença.



Clique AQUI para aceder ao resumo do estudo (em inglês).

Aprender a meditar?

Pense em si, aprenda a meditar e mude a sua vida para melhor. Conheça as formas perfeitas para relaxar e traga as boas energias até si!

O que é a meditação?
Desde logo imaginamos alguém sentado na posição de lótus, com o dedo indicador colado ao polegar, emitindo um som esquisito – sim, essa é uma forma de meditação. Mas há tantas outras formas. Há uma meditação que se faz andando, por exemplo, que é difícil de definir, mas o traço comum a todas elas é a prática de atenção focada numa base regular.

Qual é o objetivo?
Provavelmente existem tantas razões para a meditação, como existem formas de praticá-la. Todas as pessoas pensam que o objetivo da meditação é lidar com o stresse. Mas o objetivo é, na verdade, “sintonizar” – para “destressar”, e também para encontrar a paz.

É religioso?
Se não é religioso, é certamente espiritual. Práticas que poderiam ser consideradas cultura meditativa em cada tradição religiosa: no Islão, a repetição dos 99 nomes de Deus e os cinco atos diários de oração; no Cristianismo, meditando na lei (Josué 01:08) e as formas de oração; em Hinduísmo, todas as práticas de yoga, desde as posturas (asanas) até ao controlo da respiração (pranayama).

Mas, apesar de prática meditativa tender a enfatizar a ligação com o espírito, pense nela mais como um despertar para a vida ou como uma forma de ganhar um forte conhecimento sobre si mesma.

Uma pesquisa realizada com monges budistas que estiveram em meditação durante 15 a 40 anos mostrou que, enquanto meditavam sobre a compaixão, os seus cérebros geraram os raios gama mais intensos (onda associada com o funcionamento do cérebro e com o pensamento superior) nunca vistos num cérebro humano normal. Contudo, a área mais intensa da atividade foi o córtex pré-frontal esquerdo, a área associada com a felicidade e os pensamentos positivos.

Vamos a isso!
Sente-se calmamente com os olhos fechados. Coloque o seu foco de atenção na ponta do seu nariz. Inspire e expire normalmente, e sinta o fluxo de ar através de suas narinas. Pense na sua respiração como uma leve nuvem de luz dourada. Sinta a energia suave a ser transportada pela sua respiração. Sinta-se relaxada, sem forçar. Vai acontecer naturalmente!

O timing perfeito
Os benefícios são mais evidentes com a prática regular: encontre um espacinho nos seus dias para que possa comprometer-se durante cerca de 30 minutos, sem barulho ou interrupções. Para a maioria de nós, o melhor é acontecer logo de manhã ou à noite – mas pode ser à hora de almoço.

Sente-se confortavelmente
Cruze as pernas, estique-as à sua frente – o que mais lhe convier. Sentar-se numa almofada pode ajudar. No entanto, é importante manter as costas direitas.

A regularidade do exercício e manter as costas direitas são fatores fundamentais.


Será uma alimentação vegetariana adequada para um desportista?

Atletas como Edwin Moses, Carl Lewis e Paavo Nurmi tornaram-se famosos não apenas pelos seus feitos desportivos mas também pelos seus hábitos alimentares: todos eram vegetarianos.

Existem várias gradações de uma alimentação dita vegetariana:

Frugívora: a alimentação inclui apenas frutas cruas ou secas, frutos oleaginosos e sementes. Poderá incluir produtos hortícolas;
Macrobiótica: exclui todos os alimentos de origem animal, derivados de leite e ovos. Apenas inclui cereais, grãos e condimentos ditos “naturais” e “orgânicos”, não processados nem refinados;
Vegan: exclui todos os alimentos de origem animal, derivados de leite e ovos. No seu sentido mais extremo, exclui todos os produtos com ingredientes de origem animal, como o mel, gelatina, seda e lã;
Lacto-vegetariana: exclui todos os alimentos de origem animal e ovos, mas inclui leite e produtos lácteos;
Ovo-lacto-vegetariana: exclui todos os alimentos de origem animal mas inclui leite, lacticínios e ovos;
Semi-vegetariana: exclui carne vermelha mas inclui carnes brancas, peixe, ovos e produtos lácteos.
Várias são as razões pelas quais um atleta é ou se torna vegetariano. Estas poderão ser de cariz cultural e religioso; por exemplo, a maioria dos budistas não ingere carne, sendo que os mais radicais são vegan, e os hindus, além de excluírem a carne de vaca, muitos restringem a ingestão de outros tipos de carne, sendo a maioria lacto-vegetariana.

Outras razões frequentes prendem-se com convicções éticas no que respeita aos direitos dos animais e, também, questões de carácter ambiental. Para além destas, questões relacionadas com a saúde e com o rendimento desportivo também são frequentemente citadas. Dietas vegetarianas são especialmente populares entre atletas de fundo e meio fundo, uma vez que este grupo de atletas se esforça diariamente por consumir uma alimentação rica em hidratos de carbono, e por manter um peso corporal baixo.

Como a alimentação vegetariana é inerentemente rica em hidratos de carbono, poderá tornar-se vantajosa em termos de manutenção e restauração dos níveis de glicogénio (as nossas reservas de hidratos de carbono) muscular e hepático, essenciais para modalidades de resistência.

Porém, tendo em conta que não existe um número suficiente de trabalhos científicos acerca de dietas vegetarianas em desportistas, não se podem tirar conclusões definitivas sobre os possíveis benefícios ou efeitos adversos deste tipo de alimentação no rendimento desportivo.


A verdade sobre os alimentos geneticamente modificados



Seria um eufemismo dizer que Jeffrey Smith está em uma missão de livrar o mundo de alimentos que contêm organismos geneticamente modificados (sigla em inglês GMOs). Candace Pert, um ex-cientista do National Institute of Health dos Estados Unidos, afirma o Sr. Smith é "o especialista líder mundial no entendimento e comunicação das questões de saúde relacionada aos alimentos geneticamente modificados." Ninguém além dele tem similar entendimento a respeito do assunto.

O Sr. Smith chamou a atenção de líders de influência ao redor do mundo, visitando 30 países com o objetivo de alertar a população sobre os novos alimentos. Ele escreveu dois livros sobre o assunto, chamados Seeds of Deception e Genetic Roulette. Além disso, entrevistas com o Sr. Smith têm aparecido no New York Times, Washington Post, BBC World Service, Time, LA Times e centenas de outros meios de comunicação.

A primeira vez que eu ouvi o Sr. Smith foi em 2008, na BoulderFest, uma série de seminários sobre nutrição, que foram iniciados pelo nutricionista Robert Crayhon. O Sr. Smith é um palestrante dinâmico com uma mensagem que nós precisamos ouvir: “Alimentação saudável começa sem alimentos GMOs.” Ok, então o que são organismos geneticamente modificados e como nós sabemos que estamos comendo os mesmos?

Vamos responder a segunda parte da questão primeiro, o que significa que “se você estiver morando nos Estados Unidos, você não sabe que está comendo tais alimentos.” A lei sobre rótulos de alimentos nos Estados Unidos provisiona que não é necessário informar os consumidores se os alimentos contêm ingredientes geneticamente modificados. Caso você não ache que isso é um grande problema, considere que um número estimado de 70% dos alimentos nas prateleiras dos supermercados contêm GMOs. Os produtos mais comuns são soja, milho, óleo de canola e algodão, açúcar de beterraba, mamão, abobrinha e abóbora cabaça. Muitas outras frutas, legumes, cereais e feijões são considerados candidatos à GMOs.

Para encontrar os alimentos que são geneticamente modificados, você pode efetuar o download de um guia gratuito encontrato no site www.ResponsibleTechnology.org. Entretanto, existem alguns truques que você pode usar para contornar o problema dos GMOs ocultos, como por exemplo, comprando alimentos orgânicos, procurando por produtos que especificam não serem GMOs, consultando um guia de compras de produtos não GMO e evitando alimentos que tem maior probabilidade de conter os mesmos. Referente a esta última sugestão, esteja ciente de que nos Estados Unidos 91% dos produtos feitos de soja e 85% dos produtos feitos de milho contêm GMOs.

Agora vamos responder a primeira parte da questão: “O que são alimentos geneticamente modificados?” Isto talvez pareça um pouco com Star Trek ou talvez mais apropriadamente com a linha principal do personagem Frank Black “Soylent Green is people! Soylent Green is people!” do filme Soylent Green, um conto futurista em que pessoas são utilizadas como fonte de alimento. Porém, a verdade é que os GMOs são feitos tirando genes de uma espécie e forçando-os no DNA de um alimento ou animal para introduzir uma nova característica. Por que isso?
Uma razão é o aumento na produtividade das lavouras, já que estes alimentos possuem mais capacidade para tolerar herbicidas tóxicos, são menos vulneráveis a E. Coli e salmonella e são resistentes as ameaças de pragas. Segue um exemplo do último ponto: Ingerindo Bacillus thuringiensis, uma bactéria do solo, em certas culturas, faz que os insetos morram quando tentarem comer estas plantas. O resultado é que mais alimentos podem ser produzidos e o custo é menor. Com certeza os objetivos são nobres, mas os alimentos geneticamente modificados vêm com riscos que simplesmente podem não serem vantajosos quando comparados aos benefícios que promovem. Todavia, vamos ouvir primeiramente o que o FDA (Food and Drug Administration) tem à dizer sobre esta biotecnologia.

Em uma "Declaração de Políticas", apresentada em 29 de maio de 1992, o FDA disse o seguinte: "A agência não tem conhecimento de quaisquer informações que demonstrem que os alimentos produzidos por esses novos métodos diferem de outros alimentos de forma significativa ou uniforme". O Sr. Smith alega que essa política foi influenciada por politicagem e que os cientistas do FDA haviam expressado preocupações sobre a segurança dos GMOs, mas que estas preocupações foram ignoradas. Smith diz que a pessoa encarregada pela política do FDA já havia trabalhado (primeiro como advogado e depois como vice-presidente) em uma empresa que produz GMOs.

Eu não acredito que eu devo sair fora do tópico dizendo que o FDA  estava errado. Vamos falar sobre pesquisas.

Of Mice and Men (Ratos e Homens)

O primeiro capítulo do livro Seeds of Deception é dedicado ao Dr. Arpad  Pusztai, o qual publicou mais de 300 artigos, uma dúzia de livros e nos anos 90, juntamente com sua equipe de pesquisa, recebeu uma doação de $3 milhões  do Reino Unido para a realização de testes de segurança com GMOs.

A pesquisa de Pusztai mostrou que quando batatas geneticamente modificadas foram usadas como alimentos para ratos, estes desenvolveram problemas de fígado, cérebro, testículos, sistema imunológico e também mostraram crescimento de células pré-cancerosas. Quando o Dr. Pusztai compartilhou sua pesquisa inédita em um programa de televisão, ele foi demitido de seu emprego de 35 anos, uma consequência que cheira política suja. Eventualmente, no entanto, sua pesquisa foi publicada no respeitado periódico Lancet. Contudo, Pusztai não foi o único cientista interessado nos possíveis efeitos dos GMOs para a saúde.

Um estudo sobre GMOs utilizados na alimentação de ratos foi publicado no International Journal of Biological Sciences, onde os pesquisadores descobriram que o grupo de ratos alimentados com milho geneticamente modificado tiveram distúrbios no fígado, rins, coração, glândulas adrenais e no baço. Da mesma forma, em um estudo russo realizado em ratos fêmeas, que foram alimentadas com farinha de soja geneticamente modificadas, antes, durante e após a gestação de seus filhotes, 9% dos ratos que foram alimentados com farinha de soja não-geneticamente modificada morreram, número inferior quando comparado com 55.6% dos ratos que morreram depois de comer a soja transgênica. Destaca-se, que dos ratos que sobreviveram, 36% estavam abaixo do peso, contra 6.7% dos ratos que estavam abaixo do peso no grupo de controle.

Eu gostaria também de mencionar mais um estudo que foi realizado em ratos alimentados com soja e milho geneticamente modificado. Seus testículos mudaram de rosa para azul escuro. Adicionalmente, os ratos do sexo masculino apresentaram danos em seus espermas e os ratos que receberam milho geneticamente modificado tiveram menos filhotes e os filhotes estavam abaixo do peso. Quanto aos animais de maior porte, há muita evidência empírica disponível. Por exemplo, em 2008, uma fazenda permitiu que 13 búfalos pastassem em plantações de algodão geneticamente modificadas – todos os 13 morreram em três dias. Além disso, o Sr. Smith observa que os animais, quando dada uma escolha, preferem alimentos não-transgênicos do que alimentos transgênicos. "Nosso trabalho", diz Smith, "é fazer com que os seres humanos atinjam o nível dos animais."

Além disso, existe a questão das alergias. Em 1996, iniciou-se o uso generalizado de cultivos geneticamente modificados. De 1997 a 2002, os atendimentos de emergência por alergias duplicou. Talvez, esta foi uma completa coincidência ou pode ter sido devido à influência de toxinas ambientais, mas existem muitas razões para suspeitar-se de que os GMOs são responsáveis, devido as suas proteínas modificadas possuirem propriedades alérgicas conhecidas. Além do mais, as culturas geneticamente modificadas têm resíduos de herbicidas tóxicos que podem causar reações alérgicas. Também, existe constatação de que os produtos de soja geneticamente modificada podem diminuir a quantidade de enzimas digestivas no corpo. Estas enzimas afetam a habilidade do corpo para quebrar proteínas e isso pode aumentar nossas reações alérgicas à alimentos. Ah, e devo mencionar aqui que os alimentos que são geneticamente modificados não possuem a mesma qualidade nutricional do que os alimentos não-transgênicos.

Existem muitos outros problemas de saúde associados com os GMOs, mas este é um dos mais preocupantes: Smith afirma que os genes colocados em culturas podem ser transferidos para os seres humanos por meio do DNA das bactérias "amigáveis" e como tal vai continuar a funcionar depois que o alimento é ingerido. Smith diz que isso se transforma no intestino humano "em uma fábrica de pesticidas", que essencialmente produz toxinas que atacam o corpo. Assustado ainda? Você deveria estar.

Jeffrey Smith tem como compromisso educar o mundo sobre os perigos dos alimentos geneticamente modificados. Se você concorda que é fundamental saber mais sobre esse problema de saúde grave, pegue um exemplar de cada um dos seus livros sobre GMOs. A sua saúde depende disso.

Açucar no exercício físico - Os erros mais comuns



Um dos erros mais comuns é apostar no açúcar e noutros tipos de açucares simples
Esta é uma das grandes dúvidas de quem pratica qualquer tipo de exercício físico. A refeição que fazemos ou não antes do esforço pode afectar o rendimento durante a actividade pela positiva ou pela negativa.

O que se pretende é que seja um reforço das nossas reservas energéticas. As nossas principais reservas energéticas estão no músculo e no fígado e vão ser continuamente gastas durante o esforço. Normalmente a sua constituição leva 6 a 8 horas – assim, não é a refeição feita antes do exercício que vai determinar se temos o combustível necessário para um esforço prolongado.

A refeição antes do esforço reforça as reservas e tem como objectivo fornecer energia para os primeiros instantes do exercício físico, promovendo um bom controlo do açúcar no sangue e combustível a curto/médio prazo. Por isso, os hidratos de carbono são essenciais nesta refeição.

Um dos erros mais comuns é apostar no açúcar e noutros tipos de açucares simples. Estes vão promover um pico massivo de glicemia e, consequentemente, de insulina, fazendo com que o açúcar entre todo nas células, deixando-nos com hipoglicémia. O efeito energético do açúcar sente-se nos primeiros instantes mas acaba por ter um efeito contrário ao desejado durante o exercício.

Vários estudos demonstram que a medida mais acertada é combinar fontes de hidratos de carbono complexos com outros simples.

Por exemplo, podemos combinar pão, cereais, massa ou tostas, com fruta, mel ou compotas. Conseguimos, assim, um bom equilíbrio energético.

Há alguns alimentos que devemos evitar. De uma forma geral, tanto a gordura como a fibra atrasam a digestão, razão pela qual devem ser evitadas. Os frutos secos (como as nozes, amêndoas e amendoins) têm gorduras de absorção relativamente fácil e ajudam a controlar ainda melhor os níveis de açúcar no sangue.

As comidas muito ricas em proteínas também são de digestão lenta e contribuem com pouca energia para o exercício.

Assim, são exemplos de alimentos que devemos evitar:


leite e derivados
legumes
carne e peixe
feijão e outras leguminosas
As refeições devem ser feitas 1h30 a 2 horas aproximadamente antes da partida.

Não beba água com a refeição para melhorar a digestibilidade dos hidratos de carbono (comece a beber cerca de 30 minutos depois, em pequenas quantidades). Pode optar por água ou bebida desportiva pouco concentrada.

Se tiver fome antes do treino, reforce com frutos secos ou meia banana.

*Maria Santana Lopes trabalhou no Hospital Militar Principal onde deu consultas externas de Nutrição e apoiou a restauração colectiva da unidade hospitalar, incluindo a elaboração de ementas. Hoje trabalha por conta própria e participa regularmente em projectos de ensino e investigação.

Tratar Anemia - Cuide de si de forma natural


Os cuidados alimentares que previnem a anemia que afecta os níveis de hemoglobina

Trata-se de uma doença em que a hemoglobina (pigmento que dá cor aos glóbulos vermelhos e tem a função de transportar o oxigénio dos pulmões para os tecidos) apresenta valores inferiores ao normal.

A falta de ferro é uma das principais causas da anemia. O corpo absorve um a dois mg de ferro diariamente através dos alimentos, quantidade equivalente à que o corpo perde normalmente por dia.

Se a alimentação for deficitária em ferro, a longo prazo, poderá levar a estados de anemia.

Sintomas


Pode causar fadiga, dificuldades respiratórias e incapacidade de fazer exercício. Também causa inflamações na língua, cortes nas comissuras da boca e deformações nas unhas.

Tratamento


Os suplementos de ferro são usados para melhorar a anemia mas demoram entre três a seis semanas até fazerem efeito. Devem-se fazer análises periódicas ao sangue.

Como prevenir


Há muitos alimentos que contêm ferro, sendo que a carne é uma das maiores fontes. Existem, no entanto, outros:

- Pode usar o sumo natural SUMO EISENBLUT (FERRO) - 500 ML
Benefícios Terapêuticos
Estados anémicos. Astenia (fraqueza). Convalescenças. Cansaço. Debilidade física. Hemorragia menstrual.
Favorece a formação de glóbulos vermelhos e hemoglobina. Aumenta as defesas do sistema imunitário. Favorece o transporte de oxigénio a todas as partes do corpo.
Energizante. Revitalizante. Próprio para vegetarianos, grávidas e crianças.

- Aqui nesta hiperligação estão os produtos naturais que pode usar para a anemia Clique Aqui

- O farelo, o fosfato e os anti-ácidos diminuem a absorção de ferro.

- A vitamina C (ácido ascórbico) presente em muitas frutas (nos citrinos e nos morangos, por exemplo) ajuda a aumentar a absorção de ferro durante a digestão.

- As grávidas precisam de uma quantidade maior de ferro durante o período de gestação, uma vez que o feto consome grandes quantidades deste mineral.

Saiba como evitar a perda de nutrientes na hora de preparar vegetais


Saiba como evitar a perda de nutrientes na hora de preparar vegetais


Excesso de água, alta temperatura e muito tempo de cozimento são os três fatores mais dispersivos de nutrientes

Vegetais são parte importante da dieta de qualquer criança (mesmo que por imposição dos pais) porque contêm nutrientes, essenciais para o desenvolvimento saudável do organismo. Em via de regra, o que era um trauma infantil se torna um prazer ao paladar de uma pessoa mais experiente, sem deixar, claro, de aproveitar os benefícios para a saúde que esses alimentos proporcionam. Mas dependendo da maneira como os vegetais são preparados, eles podem perder o que têm de melhor, além do sabor: os tais nutrientes.

Segundo especialistas, são três os fatores que provocam a perda de nutrientes em alimentos de origem vegetal durante o seu cozimento. São eles: o tempo de cozimento, a temperatura utilizada e o volume de água empregado. Se a quantidade de água, o tempo e a temperatura de cozimento forem reduzidos, mais nutrientes se mantêm presentes. Dessa tríade, a água é o elemento mais importante, pois sua falta ou abundância é primordial para a riqueza ou escassez de nutrientes nos vegetais.

Microondas


Pelos motivos expostos acima, o forno de microondas aparece como uma boa opção para preparo de vegetais, já que minimiza todos os fatores citados.

No entanto, um estudo feito na Espanha, em 2003, constatou que o brócolis cozido no microondas perde 97% de seus nutrientes antioxidantes, contra apenas 11% desperdiçados em um cozimento feito por fogão convencional. Isso levou certos pesquisadores a concluírem que o culpado por tal perda seria o microondas. No entanto, críticos alegaram que o experimento utilizou mais água do que o necessário para preparar o alimento. Portanto, o forno de microondas continuaria sendo eficaz para preservar os nutrientes, caso utilizasse menos água e um tempo menor de exposição ao calor.

O forno de microondas também tem a vantagem de consumir cerca de 80% menos energia do que um forno elétrico comum, além de não utilizar gás. No entanto, muitos materiais tóxicos são usados em sua fabricação, como a placa marrom, de difícil destinação (veja mais aqui), além do fato de que, em países que usam matriz energética não renovável (termoelétricas e usinas nucleares, por exemplo), a obtenção de energia elétrica pode ser danosa ao meio ambiente.

Polêmicas à parte, há alternativas


Como o debate nutricional sobre preparo de vegetais ainda está em aberto, vamos às alternativas possíveis para evitar a perda de nutrientes:

-Faça uma sopa: ao cozinhar os vegetais em uma panela com água levada ao fogo, os nutrientes se concentram na água. Ao aproveitar esse caldo na sopa, evita-se que grandes quantidades de nutrientes sejam desperdiçadas. Mais uma possibilidade é aproveitá-lo para cozinhar outros alimentos, como arroz ou macarrão.
-Cozinhe-os no vapor: as perdas nutricionais quando os vegetais são cozidos a vapor são muito menores (10% a 30%) se comparadas ao cozimento tradicional (40% a 60%);
-Pedaços grandes: corte os vegetais imediatamente antes de prepará-los e em pedaços grandes. Os pequenos pedaços aumentam a exposição interior do vegetal, facilitando a fuga de nutrientes;
-Água: evite usar muita água ou deixar o alimento no fogo por muito tempo;
-Microondas: utilize o forno de microondas para cozinhar os vegetais, mas com pouca água.
Agora que você já está consciente sobre fuga de nutrientes dos vegetais, é só colocar a mão na massa para evitar a diáspora. Uma dieta balanceada e o consumo de produtos orgânicos e feitos próximos à sua região são escolhas complementares para uma pegada mais leve.

Ovos (quase) sem colesterol



Saiba o que pode fazer para ingerir este alimento sem prejudicar a sua saúde

Ovos (quase) sem colesterol
De acordo com o livro «A cozinha da Saúde», da autoria de Ferran Adrià, Valentín Fuster e Josep Cobella (Planeta) e com base em dados da Associação Portuguesa de Nutricionistas, a par da carne e do peixe, os ovos são ricos em proteína, zinco, ferro, fósforo, vitamina D e vitaminas do complexo B.

Mas, tal como a carne vermelha, a riqueza em gordura saturada coloca restrições ao seu consumo.

A boa notícia é que, se reduzir a proporção de gema em relação às claras, obterá ovos com teor mais baixo de colesterol. Saiba ainda que um quinto a quatro quintos é o número total de porções de carne, peixe e ovos que deve ingerir diariamente. Uma porção corresponde a um ovo médio ou a 25 gramas de carne ou de peixe cozinhados.

Dicas úteis para uma ingestão (mais) saudável:

- Para não abdicar dos ovos, faça uma omolete com duas claras e uma gema.

- Se não prescinde do amarelo dos ovos, use apenas as claras e simule a cor das gemas acrescentando açafrão.

- Coloque a clara num copo e substitua a gema por puré espesso de cenoura. Leve a cozer no microondas e delicie-se de seguida.

Fonte: Revista Prevenir

Alimentos de outono: Repolho (couve repolhuda)

Alimentos de outono: Repolho (couve repolhuda)

Mais um vegetal da família das crucíferas, cheias de benefícios para a saúde. Quanto mais fresco é o clima, mais doces se tornam.

Pode ser consumido cru, sendo crocante e fresco, ou cozinhado, tornando-se doce e macio. É um vegetal saboroso e cheio de nutrientes, como vitaminas C, A, B1, B2, B6, ácido fólico, cálcio, enxofre e fósforo, além de fibra.

Contém polifenóis e glutamina, que lhe conferem propriedades anti-inflamatórias. É antioxidante e anticancerígeno, como outros vegetais crucíferos.
As suas propriedades são tão benéficas como as dos brócolos e couves-de-bruxelas.

Aqui em casa costumamos comê-lo cru, como salada. Corto em tiras bem fininhas e tempero com shoyu, vinagre, azeite e um algumas gotas de adoçante.
Muitos sabem da eficiência do repolho na dieta e utilizam-o principalmente em sopas. Essa matéria que encontrei é diferente, muito mais fácil.
Já ouvi absurdos sobre essa história que tal pessoa emagreceu comendo só repolho nas refeições. É lógico que emagrece, tanto é verdade que com certeza você emagrecerá se ingerir: só alfaces ou só chuchus ou só tomates!
dieta-com-repolhoUtilize 1/6 de um repolho de tamanho médio. Corte-o em pedaços de mais ou menos 5 cms e vai comê-los antes das principais refeições, 3 vezes ao dia.
Pontos importantes:
1. Mastigue bem, levando 10 minutos para comer a porção.
2. Pode usar tempero, mas não utilize o óleo.
3. Comê-lo cru.
4. Pode comer sempre que estiver sentir fome.
5. Inclua proteínas nas suas refeições. O ideal seria consumí-los 70gramas por dia(ovos, peixes, tofu, carnes, leite são alguns exemplos).
6. Diminuir a porção do arroz em 1/3.
7. Se sentir vontade de comer algum doce, coma frutas.

O repolho pode ser cultivado todo o ano, mas prefere o clima fresco e húmido.
Além de possuir boa quantidade de vitamina C e sais minerais (potássio, cálcio e fósforo), o repolho é rico em fibras e portanto um ótimo auxiliar para quem deseja eliminar peso.



Não é isso que queremos para nossa saúde. Queremos e precisamos pensar na saúde. De que adianta ter um corpo bonito e ficar desnutrido? É o caso das modelos(magras e desnutridas) que se proíbem de comer normalmente. E a saúde, onde fica? Será que vale a pena passar por tudo isso?

Bom, essa matéria de hoje diz respeito ao repolho. Ele vai ser um auxiliador da dieta porque vai te “obrigar” a mastigar. Mastigando bem, você estará levando uma mensagem de saciedade ao seu cérebro, com isso comerá menos nas refeições seguintes. Por isso a importância de ingerí-lo cru.







coma-proteinas




800 novos casos de melanoma diagnosticados anualmente

As melhores técnicas para prevenir e combater esta doença

A probabilidade de se desenvolver melanoma aumenta com a idade, embora a doença afecte pessoas de todos as classes etárias.

Aprenda a preveni-lo. Este é uma variante grave do cancro da pele que afeta os melanócitos (células que dão cor à epiderme). Se não for detetado a tempo, este cancro pode ser mortal, já que produz metástases noutros órgãos, espalhando-se através do sangue ou do sistema linfático.
Causas
A sua origem pode ser genética (ligado à história familiar) mas, em muitos casos, é ambiental. É provocado por uma exposição excessiva à radiação solar e pode ser retroativo (uma queimadura solar sofrida na infância pode provocar um melanoma em idade adulta).

Sintomas
Pode aparecer num sinal antigo ou num novo, com alterações no tamanho, forma ou cor, com exsudação ou sangue, ardor, dor ao toque e volume.
Existem várias formas de o combater:
- Tratamento cirúrgico
Remoção cirúrgica do tumor primário, acompanhada de quimioterapia ou radioterapia.
- Terapia biológica
Também conhecida como imunoterapia, é uma técnica muito recente e tem como objetivo fazer com que o próprio organismo combata o cancro. Utilizam-se materiais como o interferão para impulsionar ou direccionar as defesas do corpo contra o tumor. Esta terapia melhora as hipóteses de cura em cerca de 10%.
Prevenção
O melanoma pode ser prevenido desde a infância através de uma proteção solar adequada. As pessoas de pele muito branca, as que trabalham ao ar livre e os desportistas devem ter cuidados redobrados.
Para alertar para os malefícios deste problema, em julho de 2013, o Intergrupo Português do Melanoma lançou um site que pretende esclarecer as pessoas sobre esta doença.
Disponível em www.ipm.pt, a página online sobre a sociedade científica disponibiliza informação essencial sobre o melanoma, dirigida a profissionais de saúde, doentes e familiares.
No site do Intergrupo Português do Melanoma está disponível informação sobre o melanoma, o seu diagnóstico, tratamento, fatores de risco e prevenção
Através da plataforma, doentes e familiares podem também contactar a sociedade e colocar questões a especialistas de várias áreas como a dermatologia, cirurgia, anatomia-patológica e oncologia médica. O melanoma é um tumor relativamente raro, representando cerca de 10% dos cancros cutâneos, mas é responsável por 80% das mortes por este tipo de cancro
A incidência e mortalidade por melanoma têm vindo a aumentar em todo o mundo, sobretudo nas duas últimas décadas. Em Portugal, diagnosticam-se anualmente cerca de 800 casos e a incidência situa-se entre os seis a oito casos por cada 100.000 habitantes.Um em cada cinco doentes com melanoma, uma doença que pode atingir qualquer grupo etário, desenvolve uma forma avançada e agressiva da doença. O melanoma aparece inicialmente na pele, mas na fase avançada pode tornar-se muito agressivo e pode atingir outros órgãos, nomeadamente os gânglios, os pulmões, o fígado e o cérebro
A idade média de aparecimento ronda os 57 anos, sendo no entanto frequente abaixo dos 30. Na mulher, o melanoma localiza-se preferencialmente nos membros inferiores. Já no homem, a localização habitual é o tronco, «embora possa aparecer em qualquer parte do corpo», alerta explica Maria José Passos, fundadora do Intergrupo Português do Melanoma.

Associações lançam alerta para os primeiros sinais do linfoma

Estima-se que surjam todos os anos cerca de 1700 novos casos de linfoma em Portugal

16 de outubro de 2013 - 15h50

Para sensibilizar e alertar para os primeiros sinais de alerta desta doença, a Associação de Apoio aos Doentes com Leucemia e Linfomas (ADL), a Associação Portuguesa Contra a Leucemia (APCL) e a Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas (APLL) lançam a primeira campanha conjunta de sensibilização nacional para esta doença.

A iniciativa, que visa aumentar o conhecimento da população sobre esta forma de cancro menos conhecida, pretende que os portugue-ses visitem o Portal Juntos Contra o Linfoma (www.juntoscontraolinfoma.pt) e vejam o vídeo da campanha. O objectivo é aumentar o conhecimento dos primeiros sinais e, assim, contribuir para o aumento da descoberta da doença nas suas primeiras fases de desenvolvimento.

O linfoma é um tumor maligno que resulta do crescimento anormal de células do sistema linfático e é considerado umas das 10 principais causas de morte por cancro na Europa. Os sintomas do linfoma são pouco específicos, porque são comuns a um grande número de doenças, o que dificulta o diagnóstico inicial.

O sintoma mais frequente é o aparecimento de um gânglio linfático aumentado de tamanho, que não causa dor e pode estar localizado no pescoço, axilas ou virilhas. Outros sintomas que podem surgir são: suores intensos durante a noite, febre sem explicação, cansaço extremo e perda de peso inexplicável. Por vezes não existem quaisquer sintomas e o linfoma é descoberto de forma acidental durante um exame médico de rotina. Quando há suspeita de linfoma os doentes são encaminhados para um hospital para serem observados e orientados por uma equipa de especialistas. Para o diagnóstico é necessário realizar uma biopsia (amostra de tecido) de um gânglio linfático aumentado de tamanho.

Três passos para colaborar na campanha:

1. Visitar: www.juntoscontraolinfoma.pt e lá pode ver o vídeo para conhecer os sintomas e saber o que fazer se eles surgirem;

2. Marcar no mapa do Portal o seu apoio a esta causa e partilhar nas redes sociais;

3. Partilhar o Portal e o vídeo com os amigos para ajudar a que o linfoma seja mais conhecido e, assim, contribuir para a diminuição do número de casos descobertos em fases avançadas da doença.

O Linfoma é um cancro do sistema linfático, diagnosticado a cerca de 1700 portugueses todos os anos. Os sintomas nem sempre são claros e, muitas vezes, comuns a um grande número de doenças. A maioria dos linfomas é diagnosticada em fase avançada. Quando diagnosticado nos seus primeiros estádios, a possibilidade de cura é mais elevada. Afeta todas as idades, apesar de ser mais frequente em pessoas com mais de 60 anos.

O sintoma mais frequente é o aparecimento de um gânglio linfático aumentado de tamanho, que não causa dor e pode estar localizado no pescoço, axilas ou virilhas. Outros sintomas que podem surgir são: suores intensos durante a noite, febre sem explicação, cansaço extremo e perda de peso inexplicável.

Os “Mata-Fome” - As refeições - Lanches - Alimentação

A meio da manhã ou a meio da tarde, embora se tenham feito as três refeições recomendadas, a fome ataca porque, na prática, podem existir circunstâncias, como o exercício superior ao previsto ou a obsessão pela comida, que condicionam esses momentos. Esta situação complica-se nas pessoas que praticam um regime de calorias medidas, ao ponto de a hipoglicémia poder acabar com as melhores intenções.
Para as ocasiões em que se sente vontade de comer uma sanduíche, existe uma série de maneiras de iludir o apetite, vulgarmente designada por “mata-fome”, que vale a pena conhecer para ultrapassar o problema. O “mata-fome” mais simples, barato e à mão em qualquer ocasião é a água; um bom copo de água dura pouco no estômago, mas pode dar bom resultado pela sensação de saciedade que produz, e se se lhe adicionar um sumo de limão, toranja ou maçã, ainda melhor. Se, ao mesmo tempo, se comer uma tablete de proteínas, o grau de saciedade pode aumentar.


Muitas pessoas não encontram outra forma de travar a fome a não ser através da ingestão de algo doce: um pacote de açúcar, bolachas, etc.. Com efeito, é provável que tirem o apetite, mas o açúcar tem um efeito de boomerang, porque passa rapidamente para o sangue, força a saída da hormona insulina e, de seguida, repete a situação. O mesmo não se pode dizer acerca da ingestão de açúcares de absorção lenta, como o pão, o arroz, a massa, os cereais, as tabletes energéticas com estes componentes, que fazem com que o açúcar chegue lentamente ao sangue, mantendo a taxa de glucose dentro dos números normais.
Um “mata-fome” válido é o queijo fresco, ou os queijinhos brancos magros que, ao dispor no frigorífico, são comidos às colheres; cumprem a sua função e, além disso, alimentam.
As verduras cruas também constituem um excelente “mata-fome”, sem perigo de exceder o número de calorias. Antes da refeição, ou a meio da manhã, pode-se petiscar cenoura, rabanetes ou um raminho de aipo. São pouco calóricos, saciam e, como têm muita fibra, actuam adequadamente.
Também a fruta é interessante para acalmar a fome num momento de “perigo”. Pode comer-se antes da refeição, sem efeitos especiais sobre o emagrecimento. De entre as frutas que gozam de grande categoria encontram-se as maçãs e outras pouco calóricas, como as cerejas, os morangos, as peras ou as ameixas. Mas cuidado, porque se se abusar da fruta pode-se vir a engordar.
Um ovo cozido sem sal também permite aguentar a fome, uma vez que a sua permanência no estômago é de uma ou duas horas. O ovo é uma mina de saúde e é rico em nutrientes.
Os batidos de proteínas, feitos à base de pó ou líquido com água ou leite magro, podem ser úteis como “mata-fome” e até substituir uma refeição. São tristes no sabor e, se ingeridos com frequência, corre-se o risco de perder o prazer em comer.
Outro aperitivo interessante, com muito poucas calorias, é o sumo de tomate que, enriquecido com uma colherzinha de azeite virgem, constitui uma bebida extraordinariamente saudável e muito pouco calórica.
Umas bolachas de farelo com um copo de água, ou umas cápsulas de algas, também com água, são as rainhas do “mata-fome”. Além disso, o farelo ajuda a movimentar o intestino. As preparações de farmácia à base de mucilagens e pectina também são muito eficazes, uma vez que se comportam como esponjas no estômago. Além disso, enganam o centro da fome situado no cérebro, enviando-lhe sensações de saciedade. Mas, como em relação a tudo, deve manter-se um certo equilíbrio e não abusar, não cortando demasiado o apetite em detrimento do equilíbrio orgânico.

Por fim, há que referir que o melhor para se sentir equilibrado e não ter apetite entre as refeições consiste em comer cinco vezes por dia, fazer pequenas refeições, com proteínas, fibras e água suficiente, que evitam os sinais de alarme. 

FRUTOS SECOS E OLEAGINOSAS


Estes elementos concentram na sua composição grande riqueza alimentar. A maioria das oleaginosas são ricas em gorduras insaturadas (apenas uma pequena quantidade possui algumas gorduras saturadas), vitaminas do grupo B, vitamina E, cálcio, ferro, magnésio, fósforo, potássio e zinco. São extremamente energéticos, associam-se bem aos cereais e são uma boa fonte de proteínas vegetais. São também uma fonte natural de lisina, um aminoácido indispensável.

AVELÃ
Quando se tem a sorte de se conseguir frescas têm um gosto incomparável. Normalmente encontram-se à venda secas. Podem ser utilizadas moídas ou aos pedaços nos pratos salgados, salpicando saladas ou pratos de legumes e em bolos ou sobremesas. Experimentar um iogurte com uma colher de mel e uma colher de avelãs raspadas ou moídas. É também uma das oleaginosas mais digestivas e também uma das mais gordurosas (85% de ácido oleico). Tem grande poder mineralisante e é muitas vezes aconselhada aos diabéticos pelos nutricionistas.

AMÊNDOA
Assim como a azeitona, encontramos referências a este alimento na Bíblia. É também um dos elementos mais típicos da nossa doçaria tradicional. É um alimento muito energético e pode ser consumido como fonte de proteínas vegetais simples, torrada, em aperitivo ou fazendo parte dos mais variados pratos, que vão dos “bifes” vegetarianos às sobremesas. São-lhes reconhecidos poderes anti-inflamatórios das vias respiratórias. Essencialmente rica em proteínas, riboflavina, ferro, potássio, cálcio e zinco.
Para combater o mau colesterol (LDL) experimente comer diariamente 10 amêndoas com a pele. Ao fim de algum tempo verifique as suas análises e ficará surpreendido com o resultado.

PINHÕES
Portugal é um dos principais produtores de pinhões, embora eles não sejam suficientemente utilizados na nossa cozinha. A sua conservação é sensível porque rançam com facilidade. Mantê-los após a compra em caixas herméticas e nunca comprar em grandes quantidades. Têm um sabor excelente e dão um ar original aos pratos de arroz, saladas e omeletes. Experimentar também salpicar pinhões num prato de legumes gratinados. São também uma boa fonte de proteínas, zinco, ferro e tiamina.

AMENDOINS

Podem ser consumidos de diversas maneiras, além dos típicos acompanhantes salgados de uma cerveja. Nos Estados Unidos, a manteiga de amendoim faz parte de todas as cozinhas. É rico em gorduras polinsaturadas, e pobre em gorduras saturadas. Muitas pessoas têm problemas em digeri-los por isso se aconselha um consumo moderado. É ainda rico em proteínas, zinco e tiamina

Problemas de Acne?

O acne caracteriza-se por pequenas erupções da pele que manifestam-se principalmente no rosto e nas costas, em resultado da eliminação de toxinas e gorduras presentes no sangue. O mesmo que espinhas. E muito comum na puberdade, em função dos desequilíbrios hormonais típicos da adolescência, mas pode ser causado também por sangue impuro e prisão de ventre crónica.
Beba água pura e fresca em abundância. Facilitará a limpeza intestinal. Use alimentação natural, composta de alimentos ricos em fibras, depurativos do sangue e saladas verdes cruas. Evite alimentos gordurosos (fritos, lacticínios, margarinas), cacau e derivados (chocolate), alimentos como carne (principalmente suínos e enchidos), amendoim, nozes, castanhas e amêndoas, para que o resultado do tratamento seja satisfatório.



TRATAMENTOS


À base de Hortaliças:
  • Beringela – Fazer cataplasma local com as folhas frescas maceradas.
  • Cenoura e Pepino – Sumo combinado. Tomar 250 ml, 4 vezes ao dia.
  • Feijão Branco – Deixar de molho em vinagre 50 g de feijão, até que se desprendam da pele. Em seguida, retirá-lo do molho e deixar secar. Depois, triturá-los e adicionar leite de amêndoas, até que adquira consistência pastosa. Aplicar sobre as espinhas, deixando-o actuar durante 5 minutos.

À base de Frutas:
  • Abacate – Fazer cataplasma local de abacate amassado, com duração de 1 hora.

À base de Plantas:
  • Amor-perfeito – Chá das folhas e flores (20 g para 1 litro de água). Tomar 4 chávenas ao dia. Fazer compressas locais com o mesmo chá.
  • Bardana – Chá usando toda a planta (20 g para 1 litro de água). Fazer compressas locais.
  • Louro – Fazer cataplasma local com as folhas maceradas e misturadas com mel.
  • Tanchagem – Fazer cataplasma local com as folhas maceradas e misturadas com mel. Chá das folhas (30 g para 1 litro de água). Tomar 4 chávenas ao dia.

À base de Suplementos:
Baba Caracol+Aloe Vera+Rosa Mosqueta+Ácido Hialurónico+Argan-FPS – eficaz contra o Acne. Diminuição rugas. Manchas senis. Pequenas cicatrizes. Quelóides. Irritações cutâneas. Peles secas e desidratadas. Restabelece o perfil hidrolipídico cutâneo. Prurido. Picadas de insetos. Elevada proteção UVA e UVB. Eritema solar. Queimaduras solares e domésticas.

O que é Chlorella a super alga

A chlorella é uma alga unicelular de água doce existente na Terra há milhões de anos. A sua estrutura genética manteve-se intacta ao longo do tempo resultando numa grande concentração e variedade de nutrientes.
A chlorella é também a maior fonte de clorofila já encontrada na Terra.
A palavra “Chloros” significa verde e “Ella” significa pequena. Chlorella é uma das menores formas de vida conhecida e a que contém proporcionalmente maior quantidade de nutrientes.

Saiba mais aqui: http://www.jardimverde.pt/blog/conheca-a-clhorella/

Digestão saudável e bactérias boas do intestino

O papel das bactérias boas na manutenção de um sistema digestivo saudável

Bactérias boas do intestino
O seu intestino deve estar repleto de bactérias boas, criando um ambiente saudável em que os alimentos podem ser decomposto e os nutrientes absorvidos, e onde as células pertencentes ao sistema imunológico podem fazer o seu trabalho com sucesso

Auxiliares do metabolismo
Com abundância de L + no seu intestino, o pH (medida de como algo ácido ou alcalino é) vai ser bem equilibrado, promovendo a produção de enzimas digestivas e, permitindo assim a descomposição das gorduras e açúcares de forma mais eficaz. O equilíbrio do pH correto também estimula um banco saudável.

Apoia a função imunológica
Como mais de 70% das suas células imunes vivem em seu intestino, um sistema imunológico saudável depende, em parte, da saúde intestinal.
Tomando uma fonte de L + ácido láctico irá promover um ambiente onde boas bactérias intestinais podem prosperar. Essas bactérias, em seguida, produzem mais L +, e seu intestino vai de vento em popa.

Algumas razões pelas quais os sintomas digestivos são comuns

Má alimentação
Incluindo grandes quantidades de açúcares refinados, alimentos altamente processados, cafeína e refrigerantes.

stress
Isso desactiva o processo digestivo e agrava as reacções inflamatórias.

Sub-produção de enzimas digestivas
Isto pode ser devido a comer apressadamente e mastigar mal os alimentos. Muitas pessoas engolem a comida muito rapidamente, sem quase lhe tocar com os dentes.
A abordagem destas questões irá beneficiar muito a digestão.

Tomar Molkosan ® para promover a limpeza suave e diária do trato intestinal é um primeiro passo simples para a melhorar da saúde do intestino.

PIMENTA PRETA

Um toque de pimenta preta acrescenta-se a quase qualquer tipo de comida imaginável. Já foi usada como moeda e apresentada aos deuses como oferta sagrada, é uma sorte que a mais popular das especiarias esteja acessível todo o ano.

A pimenta preta vem das bagas da planta da pimenta. Pimenta preta, pimenta verde e pimenta branca são na verdade o mesmo fruto (Piper nigrum); a diferença de cor é um reflexo dos vários estágios de desenvolvimento e métodos de processamento. Os grãos obtêm-se apanhando os bagos da pimenta quando estão meio maduros, quase a passar a vermelhos. São então deixados a secar, o que faz com que encolham e fiquem de cor escura. Alternativamente, os grãos de pimenta verde são apanhados enquanto ainda estão verdes, enquanto os grãos de pimenta branca são apanhados quando já estão muito maduros e de seguida embebidos em salmoura para remover a casca escura, deixando apenas a semente branca da pimenta.  As sementes de pimenta rosa são de facto de uma espécie de plantas totalmente diferente (Schinus molle) parente da ambrósia.

A pimenta preta é a mais pungente e saborosa de todos os tipos de pimenta e está disponível com grãos inteiros, partidos ou moídos em pó.

Tudo aquilo que queria saber à cerca do “Soro de Leite”

É surpreendente o número de remédios de hoje que existem há séculos. Muitos deles foram postos de lado pela medicina ortodoxa ou simplesmente esquecidos e estão nos nossos dias a ser entusiasticamente redescobertos.
Um desses remédios é o soro de leite coalhado, o líquido que sobra do leite depois de ter coalhado para se transformar em queijo. Na viragem do século, as sumptuosas estâncias termais europeias tinham à disposição curas de soro de leite. Dos altos prados em Appenzell, na Suiça, o soro de leite, ainda quente, retirado da feitura do queijo, era levado para essas estâncias e servido aos hóspedes. O rei da Holanda, Luís Napoleon e a sua esposa Hortense Eugénie com a aristocracia de toda Europa entregavam-se ao tratamento com soro de leite coalhado fresco que apaziguava os seus padecimentos e os mantinha com uma saúde radiante.