Um toque de pimenta preta acrescenta-se a quase qualquer tipo de comida imaginável. Já foi usada como moeda e apresentada aos deuses como oferta sagrada, é uma sorte que a mais popular das especiarias esteja acessível todo o ano.
A pimenta preta vem das bagas da planta da pimenta. Pimenta preta, pimenta verde e pimenta branca são na verdade o mesmo fruto (Piper nigrum); a diferença de cor é um reflexo dos vários estágios de desenvolvimento e métodos de processamento. Os grãos obtêm-se apanhando os bagos da pimenta quando estão meio maduros, quase a passar a vermelhos. São então deixados a secar, o que faz com que encolham e fiquem de cor escura. Alternativamente, os grãos de pimenta verde são apanhados enquanto ainda estão verdes, enquanto os grãos de pimenta branca são apanhados quando já estão muito maduros e de seguida embebidos em salmoura para remover a casca escura, deixando apenas a semente branca da pimenta. As sementes de pimenta rosa são de facto de uma espécie de plantas totalmente diferente (Schinus molle) parente da ambrósia.
A pimenta preta é a mais pungente e saborosa de todos os tipos de pimenta e está disponível com grãos inteiros, partidos ou moídos em pó.
4-maneiras-para-libertar-gordura-do-corpo
Sabia que determinados alimentos podem realmente trabalhar para combater naturalmente a gordura corporal? Aprenda a fazer a sua dieta funcionar por si.
Nem sempre é preciso subtrair alimentos da sua dieta para alcançar resultados. Na verdade, adicionando alguns alimentos às suas refeições, vai ajudar a queimar gordura corporal, para que possa perder aqueles quilos teimosos.
Saiba mais aqui:
http://drnatiris.pt/4-maneiras-para-libertar-gordura-do-corpo/
Nem sempre é preciso subtrair alimentos da sua dieta para alcançar resultados. Na verdade, adicionando alguns alimentos às suas refeições, vai ajudar a queimar gordura corporal, para que possa perder aqueles quilos teimosos.
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Dieta Vegetariana
A alternativa verde, introduzida em diversos sectores de todo o mundo por razoes religiosas, éticas, de excesso de peso, ou simplesmente pelo cuidado com a saúde, é uma das mais expandidas e populares. Para uns, aqueles que a praticam “não estão bons da cabeça”, enquanto outros a aplaudem e pontificam. Por isso, é outra das mais discutidas e, com frequência, injustamente menosprezada.
Poder-se-á perguntar se pode viver sem carne, sem leite, ovos ou peixe, se a dieta vegetariana pode ser equilibrada e se constitui uma forma sadia de viver e, no nosso caso, de emagrecer. Os especialistas aprovam, desde que os alimentos sejam combinados correctamente e comidos em quantidades adequadas. Mas, o que é mais importante, com conhecimento acerca do que se faz.
Os vegetarianos seguem uma dieta formada basicamente por vegetais, que é complementada, conforme o tipo praticado, com alguns produtos de origem animal, como leite e lacticínios, mel, ovos, e até peixe. Mas, por outro lado, o vegetarianismo deve ser entendido como uma corrente filosófica baseada no respeito pelas diversas formas de vida, em especial a animal, e como uma forma de entender a saúde. Alguns chegam a declarar-se partidários de Buda ou Gandhi, pelo que o seu vegeterianismo tem raízes profundas. Como sistema dietético, pode ser correcto para as pessoas, sobretudo quando é complementado com lacticínios e ovos (ovolactovegetarianos). Mas algumas variantes, como o vegan ou o vegeterianismo levado à última expressão, podem revelar-se perigosas. As dietas vegetarianas, em geral contêm um fornecimento calórico reduzido de alimentos ricos em hidratos de carbono e fibra, mas são muito limitadas em proteínas, em especial de origem animal. Isto implica a limitação de alguns aminoácidos necessários e uma dose muito baixa de gorduras e, em contrapartida, elevada em hidratos de carbono de absorção lenta.
Existe uma série de normas que os que praticam estas dietas devem ter em conta: em primeiro lugar, a importância de cozinhar com azeite virgem, imprescindível para a dieta, como única fonte de energia e veiculo de vitaminas lipossolúveis, que garante o crescimento e desenvolvimento dos ossos. Por outro, é necessário realçar que na dieta vegetariana devem-se consumir proteínas – 60 ou 70g por dia – de origem vegetal, complementadas com algumas de origem animal, como lacticínios (uma vez por dia) e ovos (uma vez por semana). Assim, os vegetais que não contêm todas as proteínas com aminoácidos essenciais ver-se-ão complementados. Também se devem ingerir muitas frutas e verduras, incluindo os frutos secos e o mel, para manter diariamente os níveis mínimos de vitaminas, minerais e açúcares. Além disso, convém não esquecer que a carência grave de ferro pode ocorrer quando não se consome carne. Por isso, devem ingerir-se alimentos que o contenham, ainda na sua forma hemínica pouco assimilável, como o feijão, as lentilhas, o pão integral, o grão de bico, os espinafres e a soja, sempre acompanhados de uma boa dose de vitamina C para melhorar a sua absorção (sumos laranja, kiwi, etc.). Tendo sempre em mente que o café, o chá, ou o vinho contêm substâncias que dificultam a boa absorção deste mineral.
Em último lugar, a recomendação de apanhar sol regularmente, para garantir a vitamina D necessária. A levedura de cerveja, as pevides de girassol, as castanhas, as amêndoas, o pimentão, o alho, entre outros, fornecem vitaminas do complexo B. O acido fólico chega pela mão do feijão cozido, das avelãs, do amendoim torrado, etc., e a B12 dos cereais para o pequeno almoço, do queijo, do requeijão, do ovo cozido e do iogurte.
Devemos sempre lembrar-nos que uma dieta nunca invalida outra, e a variedade faz parte de um regime alimentar sadio. Portanto para quem não é vegetariano, pode optar por praticar este tipo de dieta intercalada, com qualquer outra dieta que faça. Só trará benefícios para a sua saúde.
Gengibre
Abóbora com chantilly?

Se acha que a abóbora só serve para sopa leia o que aqui fica....
Apesar deste alimento ser pouco nutritivo poi sé constituído essencialmente por água, tem outros benefícios que vão certamente convencê-lo a utilizar com mais frequência.
A abóbora é facilmente digerível e muito equilibrada e raramente provoca alergias.
É uma ótima fonte de beta-caroteno, conhecido pelos sues efeitos antioxidantes, ajudando a evitar os efeitos dos radicais livres., permitindo uma pele mais saudável e jovem. O beta-caroteno é transformado pelo organismo em vitamina A essencial para para o crescimento e desenvolvimento das células, visão e função imunitária.
Tem também quantidades rasoáveis de vitamina E também ela antioxidante. As suas sementes são ricas em potássio, ferro, magnésio, fósforo e zinco.
é geralmente utilizada nas sopas mas há muitas maneiras de a preparar.
Pode ser assada, frita, estufada, usada com leguminosas em substituição da carne ou mesmo servida como sobremesa em sonhos, puré e doces.
Pode também obtar por tomar em suplemento alimentar, as pevides de abóbora têm sido consideradas uma das melhores opções naturais na prevenção de problemas da próstata e do trato urinário. Os seus ácidos gordos e elevada concentração de zinco, melhoram a tonicidade dos músculos da bexiga, descongestionando a próstata. As pevides de abóbora podem ser utilizadas como um adjuvante na hipertrofia e inflamação da próstata, e também para prevenir quadros de inflamação da bexiga.
Conheça http://www.jardimverde.pt/produtos-naturais-saude/nomes-de-produtos-naturais/2630/alsicur-plus-pt
Vitaminas
São compostos orgânicos, que não podem ser sintetizados pelo organismo. Encontram-se em pequenas quantidades na maioria dos alimentos. São essenciais para o bom funcionamento de processos fisiológicos do corpo. São substâncias extremamente frágeis, podendo ser destruídas pelo calor, ácidos, luz e certos metais.
Leia mais em: http://drnatiris.pt/vitaminas/
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Compostos da canela podem prevenir Alzheimer
Roshni George e Don Graves descobriram que determinados compostos presentes na canela conseguem prevenir os "emaranhados" de proteínas que ocorrem em excesso no cérebro dos pacientes com Alzheimer © UCSB
Use um suplemento natural de canela clique em baixo:
http://www.jardimverde.pt/produtos-naturais-emagrecimento/2268/cinnamon-500-mg-canela-100-capsulas-pt
Dois compostos presentes na canela, especiaria usada com frequência, por exemplo, em muitos doces tradicionais portugueses, podem desempenhar uma função crucial na prevenção do desenvolvimento da doença de Alzheimer. A conclusão é de uma equipa de investigadores da Universidade da Califórnia - Santa Barbara (UCSB), nos EUA.
De acordo com o estudo desenvolvido pelos cientistas daquela instituição universitária, que será publicado no Journal of Alzheimer's Disease, o cinamaldeído (composto oleoso responsável pelo sabor e odor da canela) e a epicatequina (um fitonutriente com forte poder antioxidante) têm potencial para se constituírem como uma solução para o combate a esta doença neurodegenerativa.
Segundo Roshni George e Donald Graves, investigadores responsáveis pelo estudo, os compostos em causa conseguem prevenir o desenvolvimento dos "emaranhados" filamentosos que aparecem nas células do cérebro e que são encontrados em excesso nos pacientes com Alzheimer, sendo uma das principais caraterísticas da patologia.
Estes "emaranhados" estão normalmente associados a uma proteína, a tau, que tem um papel importante na estrutura dos neurónios, e que, quando não funciona apropriadamente, "tem tendência a agregar-se, formando fibras insolúveis nas células neuronais", o que contribui para o aparecimento da doença.
"À medida que envelhecemos, ficamos mais susceptíveis a este problema e os pacientes com Alzheimer desenvolvem estas agregações de tau com mais frequência e em maior quantidade", explica George, estudante de doutoramento na UCSB, em comunicado divulgado pela universidade.
Compostos protegem cérebro do stress oxidativo
É aqui que entra a potencialidade do cinamaldeído: os investigadores norte-americanos concluíram que o composto da canela é eficaz na prevenção destes "nós" dados pelas proteínas, já que, ao protegê-las do chamado stress oxidativo, inibe a sua agregação.
"Imaginemos que estamos a falar de uma queimadura solar. Se usarmos um chapéu, podemos proteger a nossa cara e cabeça da oxidação. Neste sentido, o cinamaldeído funciona como uma espécie de boné", ilustra Graves, professor de biologia molecular, celular e do desenvolvimento.
Já a epicatequina, que, além da canela, está também presente em alimentos como os mirtilos, o chocolate e o vinho tinto, pode ser importante por ser um antioxidante poderoso, desempenhando uma função semelhante à do primeiro composto ao interagir com componentes da proteína tau de forma e "sequestrar" os elementos que podem levá-la a apresentar um comportamento fora do normal.
Embora ainda haja "um longo caminho a percorrer até perceber se [estes benefícios] funcionarão em humanos", alerta Graves, a canela e os seus compostos poderão permitir que seja dado um passo significativo na luta contra o Alzheimer.
De realçar que estudos prévios tinham já dado conta do potencial destes compostos no controlo dos níveis de glicose no sangue em pacientes com diabetes (outra doença em que o stress oxidativo é comum).
Veja o estudo aqui
Use um suplemento natural de canela clique em baixo:
http://www.jardimverde.pt/produtos-naturais-emagrecimento/2268/cinnamon-500-mg-canela-100-capsulas-pt
Dois compostos presentes na canela, especiaria usada com frequência, por exemplo, em muitos doces tradicionais portugueses, podem desempenhar uma função crucial na prevenção do desenvolvimento da doença de Alzheimer. A conclusão é de uma equipa de investigadores da Universidade da Califórnia - Santa Barbara (UCSB), nos EUA.
De acordo com o estudo desenvolvido pelos cientistas daquela instituição universitária, que será publicado no Journal of Alzheimer's Disease, o cinamaldeído (composto oleoso responsável pelo sabor e odor da canela) e a epicatequina (um fitonutriente com forte poder antioxidante) têm potencial para se constituírem como uma solução para o combate a esta doença neurodegenerativa.
Segundo Roshni George e Donald Graves, investigadores responsáveis pelo estudo, os compostos em causa conseguem prevenir o desenvolvimento dos "emaranhados" filamentosos que aparecem nas células do cérebro e que são encontrados em excesso nos pacientes com Alzheimer, sendo uma das principais caraterísticas da patologia.
Estes "emaranhados" estão normalmente associados a uma proteína, a tau, que tem um papel importante na estrutura dos neurónios, e que, quando não funciona apropriadamente, "tem tendência a agregar-se, formando fibras insolúveis nas células neuronais", o que contribui para o aparecimento da doença.
"À medida que envelhecemos, ficamos mais susceptíveis a este problema e os pacientes com Alzheimer desenvolvem estas agregações de tau com mais frequência e em maior quantidade", explica George, estudante de doutoramento na UCSB, em comunicado divulgado pela universidade.
Compostos protegem cérebro do stress oxidativo
É aqui que entra a potencialidade do cinamaldeído: os investigadores norte-americanos concluíram que o composto da canela é eficaz na prevenção destes "nós" dados pelas proteínas, já que, ao protegê-las do chamado stress oxidativo, inibe a sua agregação.
"Imaginemos que estamos a falar de uma queimadura solar. Se usarmos um chapéu, podemos proteger a nossa cara e cabeça da oxidação. Neste sentido, o cinamaldeído funciona como uma espécie de boné", ilustra Graves, professor de biologia molecular, celular e do desenvolvimento.
Já a epicatequina, que, além da canela, está também presente em alimentos como os mirtilos, o chocolate e o vinho tinto, pode ser importante por ser um antioxidante poderoso, desempenhando uma função semelhante à do primeiro composto ao interagir com componentes da proteína tau de forma e "sequestrar" os elementos que podem levá-la a apresentar um comportamento fora do normal.
Embora ainda haja "um longo caminho a percorrer até perceber se [estes benefícios] funcionarão em humanos", alerta Graves, a canela e os seus compostos poderão permitir que seja dado um passo significativo na luta contra o Alzheimer.
De realçar que estudos prévios tinham já dado conta do potencial destes compostos no controlo dos níveis de glicose no sangue em pacientes com diabetes (outra doença em que o stress oxidativo é comum).
Veja o estudo aqui
Suco de Beterraba faz bem ao coração
Um copo de suco de beterraba pode fazer bem ao seu coração. Pessoas com pressão arterial elevada que beberam um copo da bebida abaixaram sua pressão arterial por até 24 horas, de acordo com um pequeno estudo publicado hoje na revista Hypertension. Aliás muitos estudos já vem sendo feitos sobre esses sucos “super saudáveis” e cada vez mais espaço!
Recebi essa reportagem e trouxe uma parte para vocês. O suco de beterraba já vem sendo estudado mas agora começa a ser mostrado efeitos em pequeno e longo prazo!
Os vegetais que são ricos em compostos de nitratos, incluindo beterraba e seu suco, podem oferecer benefícios especiais para pessoas com pressão arterial elevada.No organismo, nitratos de alimentos são convertidos em nitritos e depois, em óxido nítrico. Este gás se expande os vasos sanguíneos, o que melhora o fluxo sanguíneo e diminui a pressão arterial.
No estudo, 15 adultos com hipertensão estágio 1 – definida como pressão arterial sistólica entre 140 e 159 milímetros de mercúrio (mm Hg) – beberam cerca de 8oz (ou aproximadamente 240ml) de suco de beterraba ou a mesma quantidade de água com baixo teor de nitrato e teve seu sangue pressão monitorada durante as próximas 24 horas. Um copo de suco de beterraba tem aproximadamente o mesmo teor de nitrato em duas beterrabas inteiras.
A boa notícia é que você não precisa comer ou tomar apenas beterrabas! Existem outras fontes de nitritos na naturesa como as folhas verdes escuras! Alguns estudos têm levantado preocupações sobre uma possível ligação entre nitratos e nitritos em carnes processadas e cânceres gastrointestinais, mas não há motivo para se alarmar sobre os nitratos encontrados nos vegetais. Nitratos e nitritos, embora não cancerígenos por conta própria, podem combinar com compostos de proteínas no intestino na forma de nitrosaminas, algumas das quais são relacionadas ao câncer em seres humanos. No entanto, os vegetais também conter antioxidantes, tais como vitamina C, que bloqueiam a formação de nitrosaminas. Amo o que um dos pesquisadores diz: A natureza proporcionou uma forma de gerar os benefícios do óxido nítrico, sem o risco de formação de nitrosaminas estes compostos.
“Há alguma evidência de toxicidade a partir da adição de nitrito às carnes processadas, mas não há nenhuma evidência de nitratos em vegetais que causam estes efeitos. E portanto, capriche na beterraba e folhas verdes na alimentação, sem abusar!!!
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