Consumo de ómega 3 de peixes gordos reduz cancro da mama

O consumo de ácidos gordos ómega 3 provenientes de peixes gordos, como o salmão, o atum ou a sardinha, uma a duas vezes por semana pode reduzir o risco de cancro da mama, indica um estudo divulgado hoje.

Diversas investigações mostraram já o efeito protetor dos ómegas 3 em relação às doenças cardiovasculares, mas investigadores chineses analisaram agora dados de 26 estudos sobre 800.000 mulheres e cerca de 20.000 casos de cancro da mama realizados nos Estados Unidos, na Europa e na Ásia.

Comprovaram que o consumo de uma a duas porções de peixes gordos por semana estava associado a uma redução de 14 por cento do risco de cancro da mama, segundo a agência France Presse.

A equipa dirigida pelo professor Duo Li, da Universidade de Zhejiang, constatou que um aumento de 0,1 gramas de ómega 3 oriundo de peixe por dia reduz o risco de cancro da mama em cinco por cento.

Os ómegas 3 são ácidos gordos essenciais ao bom funcionamento do corpo humano. Existem quatro: o EPA, o DHA e o DPA (encontrados essencialmente nos peixes gordos como o salmão, atum, cavala, arenque, sardinha e anchova) e o ALA (presente nos óleos vegetais de noz, colza ou soja e, em menor grau, na carne, laticínios e ovos).

No estudo, publicado na revista British Medical Journal, os investigadores chineses assinalam que apenas os ómegas 3 de origem marinha foram associados a uma redução do risco de cancro da mamã.

O cancro da mama é um dos mais frequentes a nível mundial. Em 2008, representava perto de 23 por cento do conjunto dos cancros e 14 por cento das mortes, segundo o estudo.

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Fonte: Agência Lusa

Verdades e mentiras sobre o leite

Fala-se muito dos benefícios e malefícios do leite. Actualmente há vozes que sugerem que o consumo de grande parte do leite disponível nos supermercados é prejudicial para a saúde.
Algumas das verdade e mentiras mais comuns sobre o consumo de leite e lacticínios:

O leite de vaca prejudica a saúde.
Verdade. A maior parte do leite disponível no mercado hoje em dia pode prejudicar a saúde. O leite de vaca industrializado proveniente de vacas alimentadas com hormonas e produtos tratados com pesticidas é muito diferente do leite saudável que existia há décadas atrás
O que mudou? O leite ou a ciência médica?
Foi o leite que mudou. Existe uma grande diferença entre o leite puro retirado de uma vaca alimentada em pastos verdes e o leite adquirido num supermercado. O leite comercializado tem características bioquímicas, enzimáticas e nutricionais completamente diferentes que resultam quer do processo de industrialização do leite quer da alimentação da vaca.
As crianças e adolescentes devem beber leite
Verdade e mentira. Apesar de alguns malefícios, o leite é menos prejudicial que outras bebidas gaseificadas ou açucaradas, pelo que pode ser uma forma de evitar o consumo dessas bebidas. Há também leite de origem biológica que não sofreu o processo industrial que lhe retira a qualidade original e que é uma excelente fonte de cálcio, proteínas, vitaminas e minerais.
Os problemas respiratórios estão associados ao leite
Nem sempre verdade. Para além de factores hereditários, a alimentação irregular e o stress contribuem para a formação de mucosidades responsáveis por doenças respiratórias. No entanto o leite ao provocar também mucosidades é mais um factor associado a asma e alergias.
O leite previne a osteoporose
Mentira. O leite industrializado não previne a osteoporose. A pasteurização do leite destrói as enzimas. Uma delas, a fostatase, é essencial para a absorção do cálcio. Que adianta o leite conter cálcio se a sua absorção está prejudicada? Na prática, tudo se passa como se esse leite fosse pobre em cálcio. Estudos revelam que nos países em que as pessoas consomem mais produtos lácteos há maior incidência de osteoporose .
Deve-se tomar leite de origem biológica
Verdade, mas… O leite de origem biológica provem de vacas criadas em condições adequadas à raça alimentadas com produtos naturais sem modificações genéticas. Se este leite não sofrer um processo de homogeneização e industrialização desadequado é uma boa fonte de cálcio e proteínas. Mesmo assim há opções melhores para pessoas com colesterol elevado ou sensíveis à lactose.
Onde obter cálcio e proteínas?
Existem várias alternativas para obtenção do cálcio e proteínas que as pessoas habitualmente procuram no leite. Couves, feijão, peixe, leite de soja, cereais integrais, amêndoas e nozes são alimentos cuja ingestão em quantidades adequadas proporcionam o cálcio e as proteínas de que necessitamos.

11 razões para deixar de consumir lacticínios

Afinal o leite de vaca faz mal à saúde? Que tipo de leite podemos dar aos nossos filhos? O leite de vaca hoje é igual ao de antigamente?
Saiba alguns dos inconvenientes e malefícios da maior parte do leite que está disponível no mercado e pense duas vezes antes de continuar a consumir regularmente lacticínios.

1. O Leite de vaca deveria ser para alimentar bezerros. Somos a única espécie (para além dos animais que domesticamos) que toma leite depois da infância. E garantidamente somos a única espécie que bebe leite proveniente de uma espécie diferente
2. Hormonas. Não só as hormonas naturalmente presentes no leite de vaca são mais fortes que as hormonas humanas, como também são dados a estes animais esteróides e outras hormonas para os fazer crescer mais rápido e aumentar a produção de leite. Estas hormonas podem afectar negativamente o delicado equilíbrio hormonal humano
3. A maior parte das vacas é alimentada de forma inapropriada. As rações para as vacas contêm toda a espécie de ingredientes tais como milho e soja geneticamente modificadas, restos de animais, sementes algodão, pesticidas e antibióticos
4. Os lacticínios, quando metabolizados, produzem ácido. O nosso organismo esforça-se permanentemente por um equilíbrio bioquímico a fim de manter os níveis do sangue em 7.365 pH. Comer demasiados produtos ácidos pode originar no nosso corpo excesso de uso nos mecanismos de equilíbrio de ácidos, o que prejudica os ossos. O cálcio é armazenado nos ossos e libertado para combater a acidez excessiva no corpo. Com o tempo, os ossos tornam-se frágeis.
5. Estudos demonstram que em países onde as pessoas consomem mais produtos lácteos, existe maior incidência de osteoporose.
6. A maior parte das vacas leiteiras vivem em espaços confinados, em condições desumanas, nunca vendo os pastos verdes que supostamente deveriam comer.
7. A maior parte dos lacticínios é pasteurizada a fim de matar bactérias potencialmente nocivas. Durante o processo de pasteurização as proteínas e enzimas são destruídas. As enzimas ajudam o processo digestivo. Quando são destruídas durante a pasteurização, o leite torna-se difícil de digerir, provocando um bloqueio no nosso sistema de enzimas.
8. Os lacticínios provocam mucosidades, contribuindo para problemas respiratórios e alergias de todo o tipo.
9. Investigações ligam os lacticínios à formação de artrite. Num estudo com coelhos o cientista Richard Panush conseguiu “produzir” articulações inflamadas em animais apenas substituindo água por leite. Noutro estudo, cientistas observaram mais de 50% redução de dores de artrite quando os participantes eliminaram leite e lacticínios da sua dieta.
10. A maior parte do leite é homogeneizada o que desnatura as proteínas, tornando-o difícil de digerir. Muitas pessoas reagem a estas proteínas como se fossem corpos estranhos, provocando uma reacção excessiva no sistema imunitário. Estudos ligam também o leite homogeneizado a doenças do coração
11. Os Pesticidas que se encontram nas rações das vacas conseguem chegar ao leite e lacticínios que consumimos
Significa que temos de desistir dos lacticínios de uma só vez? Não. Tome consciência que os lacticínios não são os alimentos saudáveis que a publicidade nos quer fazer acreditar.
Fique atento às características do leite que encontra no mercado. O leite de origem biológica e embalado de forma adequada é uma fonte de cálcio, proteínas, vitaminas e minerais cujo consumo é recomendável.

Oito alimentos que protegem o coração

Segundo dados do Ministério da Saúde, “as doenças cardiovasculares são responsáveis por cerca de 40% dos óbitos em Portugal”.
Quando as artérias ficam obstruídas com placas de gordura, ocorre uma diminuição ou mesmo ausência do fluxo sanguíneo que pode provocar diferentes problemas cardiovasculares, uma situação que deve evitar.
As consequências mais conhecidas são a angina de peito e o enfarte do miocárdio, mas, para além do coração, existem outros órgãos que podem ser atingidos, como o cérebro e os rins. Por todas estas razões, devem ser tratadas conscientemente. Para além do exercício físico, há alimentos que podem ser úteis na prevenção das doenças do coração. Tome nota.
1- Feijão preto
O feijão preto tem uma quantidade significativa de isoflavona, ácido que previne doenças cardiovasculares, segundo um estudo realizado pelo Instituto Agronómico de Campinas, no Brasil, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP). É rico em ácido fólico, magnésio e fibra, o que ajuda a controlar tanto o colesterol como os níveis de açúcar no sangue.
2 – Vinho tinto
Diversos estudos referem que beber vinho tinto com moderação é benéfico para o coração. O vinho é rico em polifenóis como resveratrol e catequinas, dois antioxidantes capazes de proteger as paredes das artérias. O álcool também pode aumentar o HDL, o bom colesterol. No entanto, os homens devem beber apenas um copo de vinho por dia e as mulheres meio copo.
3 – Salmão
Óptima opção para a saúde do coração. O salmão é rico em ómega 3, substância que diminui a pressão arterial e o nível de triglicéridos no sangue. A Associação Americana do Coração recomenda duas porções de salmão ou outro peixe gordo por semana.
4 – Nozes
Consumir nozes ajuda a baixar o colesterol e as reduzir inflamações nas artérias do coração. As nozes são ricas em ómega 3, gorduras monoinsaturadas e fibras.
5 – Laranja
A laranja contém pectina, que reduz o colesterol total e o nível de LDL. A laranja também contém potássio, que controla a pressão sanguínea. Um estudo apresentado na conferência anual da Associação Americana do Coração defendeu o consumo desta fruta na prevenção de problemas cardiovasculares.
6 – Cenouras
Um estudo do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças de Atlanta, nos Estados Unidos, concluiu que o alfa-caroteno, presente na cenoura, protege contra as doenças cardiovasculares. A cenoura também controla os níveis de açúcar no sangue e reduz o risco de desenvolver diabetes. Graças à grande quantidade de fibras solúveis que contêm, as cenouras reduzem o risco de colesterol.
7 – Café
Vários estudos demonstram que pessoas que bebem três a quatro chávenas de café por dia têm menos probabilidade de sofrer de doenças cardíacas. No entanto, quem tem diabetes deve evitar o consumo de café.
8 – Cereja
Com um valor calórico reduzido (cerca de 60 kcal por 100g), as cerejas são particularmente ricas em vitamina A e em outros compostos fenólicos e flavonóides nos quais se destacam a quercetina e as antocianinas, substâncias bioactivas que têm sido estudadas pelos benefícios para a saúde que o seu potencial antioxidante poderia exercer.
Neste contexto, alguns estudos apontam para um efeito protector de danos no ADN que poderá actuar de forma preventiva para alguns tipos de cancro, sendo que as suas propriedades anti-inflamatórias são igualmente úteis ao nível da prevenção de doenças cardiovasculares.

Ácidos gordos ómega 3 como adjuvantes no tratamento do doente oncológico

Os óleos de peixe têm mostrado ter efeitos benéficos em algumas doenças crónicas degenerativas como as doenças cardiovasculares, a artrite reumatóide, a diabetes, as doenças autoimunes e o cancro. Esses benefícios parecem ser devidos ao elevado teor em ácidos gordos polinsaturados ómega 3, como o ácido docosahexanóico (DHA) e o ácido eicosapentanóico (EPA).

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O DHA e o EPA, uma vez ingeridos e absorvidos, são incorporados nas membranas celulares, sob a forma livre ou integrados noutras estruturas. No entanto, ambas as formas, contribuem de modo substancial, para as propriedades físicas dessas membranas, ou seja, para a organização das mesmas, para a permeabilidade, para a elasticidade e para a formação de alguns compostos. Assim, tanto o DHA como o EPA são reconhecidos como nutrientes importantes na regulação do metabolismo.
Alguns investigadores já reconheceram a capacidade do DHA em influenciar alguns mecanismos  ligados à proliferação do cancro, na “morte” das células cancerígenas e na diferenciação das mesmas. O DHA terá, também, a capacidade de inibir a angiogénese (processo de formação e crescimento de novos vasos sanguíneos a partir de vasos pré-existentes e que é necessário à progressão do tumor), a invasão por células tumorais e na formação de metástases.
Segundo um trabalho de revisão publicado em maio deste ano, o DHA parece ter a capacidade de inibir a formação de metástases em animais, bem como a invasão e a migração em células cancerígenas em ambiente laboratorial. Parece, ainda, que a combinação entre DHA e os fármacos usados no tratamento ao cancro pode aumentar a eficácia tóxica do(s) fármaco(s) sobre a célula cancerígena, impedindo a resistência a esses fármacos, reduzindo as defesas  das células tumorais, fragilizando-as, e aumentar a captação do fármaco.
Apesar destes resultados encorajadores, ainda é necessário verificar se a suplementação com DHA pode melhorar a eficácia anti-metastática da quimioterapia e da radioterapia no tratamento do cancro em humanos.
Tendo em conta a complexidade que envolve o desenvolvimento de doença oncológica e a sobrevivência ao cancro, grande parte dos oncologistas considera que nenhuma terapêutica é suficiente, só por si, para tratar o cancro. Os dados apresentados sugerem que o DHA exerce uma atividade anticancerígena, mostrando ser um potencial adjuvante na quimioterapia, contribuindo, ainda, para evitar algumas das complicações secundárias associadas ao cancro, como a caquexia. Assim, o DHA, pela sua capacidade de aumentar a captação de fármacos, especialmente em células outrora resistentes a essas drogas, de aumentar a eficácia em criar um ambiente mais desfavorável (oxidante) às células cancerígenas e em favorecer a morte celular com algumas quimioterapias, é um possível adjuvante no tratamento do doente oncológico. Esperemos por mais estudos!
Referencias: Colomer R, Moreno-Nogueira J, García-Luna P et al.. N-3 fatty acids, cancer and cachexia: a systematic review of the literature. British Journal of Nutrition. 2007: 97(5): 823–831.; Merendino N, Costantini L, Manzi L, Molinari R, D’Eliseo D, Velotti F. Dietary w-3 Polyunsaturated Fatty Acid DHA: A Potential Adjuvant in the Treatment of Cancer. BioMed Research International. 2013; 2013:310186.; Siddiqui R, Harvey K, Xu Z, Bammerlin E, Walker C, Altenburg J. Docosahexaenoic acid: a natural powerful adjuvant that improves efficacy for anticancer treatmentwith no adverse effects. Biofactors. 2011; 37(6): 399–412.

Benefícios e Propriedades do Vinagre de Maçã e do Vinagre de Arroz

O uso de vinagre para combater infecções e outras condições agudas remonta a Hipócrates, (460-377 a.C.) o pai da medicina moderna, que recomendava uma preparação vinagre para ulcerações de limpeza e para o tratamento de feridas. Atualmente, o vinagre de maça é muito utilizado por pessoas, vez que emagrece, reduz o colesterol ruim e triglicérides, além de ser um excelente antioxidante, importante no combate efetivo aos radicais livres, enquanto o vinagre de arroz integral, muito utilizado na culinária do sushi, é rico em aminoácidos, além de ser um poderoso anti-séptico.
O vinagre possui uma longa história de combate a uma série de doenças e distúrbios, tais como amigdalite, apatia, asma, azia, cólera, contusões, difteria, disenteria, erupções cutâneas, escarlatina, escorbuto, febre alta, febre do feno, infecções urinárias, inflamações externas, intoxicação alimentar, lesões articulares, má visão, mau hálito, obesidade, rouquidão e unhas quebradiças. Para usufruir dos benefícios do vinagre, basta incorporá-lo no dieta regular. No caso do tratamento de doenças e distúrbios externos, tais como pele, contusões e problemas capilares, o vinagre é aplicado diretamente no local, geralmente diluído (uma parte de vinagre para três de água).
As propriedades químicas e organolépticas dos vinagres são funções do material de partida e do método de fermentação. O ácido acético e o ácido orgânico volátil, que identifica o produto como o vinagre, são responsáveis pelo sabor acre e odor pungente cortante dos vinagres. Outros constituintes do vinagre incluem vitaminas, sais minerais, aminoácidos, compostos polifenólicos (ácido galico, catequina, ácido cafeico, ácido ferúlico) e ácidos orgânicos não-voláteis (ácido tartárico, cítrico, málico, láctico).
Recentes investigações científicas demonstram claramente as propriedades antimicrobianas do vinagre, mas, principalmente, no contexto da preparação de alimentos. O vinagre não diluído pode ser utilizada de forma eficaz para a limpeza de dentaduras, e, ao contrário de soluções alcalinas, os resíduos deixados em vinagre dentaduras não foram associados com lesão da mucosa.
Benefícios e Propriedades do Vinagre de Maçã
Entretanto existem diversos tipos de vinagres, O vinagre de maçã é um tipo de vinagre feito pela fermentação de cidra de maçã. Durante o processo de fermentação, o açúcar no cidra da maçã é quebrado pelas bactérias e leveduras em álcool e em seguida se torna vinagre. Como muitos tipos de vinagre, o vinagre de maçã contém uma substância chamada ácido acético. O vinagre de maçã também contém alguns outros ácidos, como o láctico, cítrico e málico. Esse vinagre ajudar na cura de alergias, sinusite, acne, colesterol alto, gripes, fadiga crônica, candidíase, refluxo ácido, dor de garganta, dermatite de contato, artrite e gota. O vinagre de maçã também ajudar a quebrar a gordura e é amplamente utilizado para emagrecer. Também tem sido relatado que uma dose diária de vinagre de maçã em água ajuda a controlar a pressão arterial.
Alguns estudos preliminares sugerem que o vinagre (tanto de vinagre de maçã e outros tipos) podem beneficiar as pessoas com diabete. O ácido acético encontrado nos vinagres em geral podem ajudar a diminuir a pressão sanguínea elevada, de acordo com um estudo realizado em animais publicado em Bioscience, Biotechnology and Biochemistry, em 2001. Também foi publicado no British Journal of Nutrition, um estudo de 2006 que descobriu que ratos alimentados com ácido acético por 19 dias tiveram uma redução significativa nos níveis de colesterol total e triglicérides.
Uma das propriedades mais importantes do vinagre de maçã é o benefício da perda de peso, além de que esse vinagre elimina os radicais livres, causadores de danos oxidativos em nossos corpos. O vinagre de maçã limpa e equilibra o organismo. Esta característica também contribui para a limpeza de desintoxicação do fígado e de outros órgãos.
Benefícios e Propriedades do Vinagre de Arroz
O vinagre de arroz é usado para cozinhar e como ingrediente em remédios curativos, sendo feito diretamente do arroz integral. A crença na cura através do vinagre de arroz descende através de milhares de anos de cultura japonesa. A maior parte do vinagre japonês comercial é feita a partir de restos de vinho.
O vinagre diretamente do arroz integral possui até cinco vezes a quantidade de aminoácidos do que dos vinagres convencionais. Outro benefício do vinagre de arroz são os 20 aminoácidos que e os 16 ácidos orgânicos que contém. No Japão, o vinagre é usado para produzir um dos remédios mais potentes, o Tamago-su, ou vinagre de ovo, que é feito por imersão de um ovo cru inteiro em um copo de vinagre de arroz. O ovo e vinagre ficam imersos por sete dias, até que o vinagre dissolva o ovo quase por completo. No final de uma semana, a única parte do ovo que não tenha sido dissolvida é a membrana transparente, localizada no interior do reservatório, sendo essa membrana descartada. O vinagre de ovo é ingerido 3 (três vezes por dia) e acredita-se que irá assegurar uma longa vida saudável. Tradicionalmente, os guerreiros samurais consideravam esse vinagre de ovo tônico uma importante fonte de força e poder.
Além disso, o vinagre de arroz, assim como todos os vinagres, é um poderoso anti-séptico. Ele elimina bactérias perigosas como a Salmonella e Streptococcus ao entrar em contato. A indústria do sushi é largamente dependente da capacidade do vinagre para impedir que os germes cresçam no peixe cru.

Ponha alho nas suas artérias

Um estudo alemão duplamente cego e controlado com um placebo que durou cerca de quarto anos concluiu que o consumo quotidiano de um grama de alho traduz-se pela redução de 82% do volume da placa arterosclerótica. As placas arteroscleróticas são um factor de risco nas doenças cardiovasculares.
Concluiu-se também que o alho controla a hipertensão.
Conduzido por médicos cientistas australianos analisou-se as condições de participação que variaram entre 12 a 23 semanas. Os pacientes ingeriram entre 600mg e 900mg de alho cerca de 5,4mg de alicinas, o principio activo que controla a tensão arterial.
Houve queda na pressão sistólica o que significa cerca de 20% menos de possibilidades de ocorrências de ataques cardiacos.
O alho também é muito rico em vitamina C, que fortalece a circulação, a imunidade e reduz o mau colesterol. As alicinas também são uma espécie de antibiótico natural para além de serem responsáveis pelo sabor do alho. bom também para constipações e gripes.
“O alho é um fitoterápico que estimula o organismo a combater as infecções, actua diretamente no sistema imunológico. Sozinho, É preventivo. Junto com medicamentos, é um coadjuvante poderoso”, defende o estudo.
O alho é utilizado desde a antiguidade como medicamento, sendo usado no Antigo Egito em composições de vários medicamentos. Suas propriedades anti-microbianas e os seus efeitos benéficos para o coração e circulação sanguínea já eram valorizados na Idade Média.
Possui um ótimo valor nutricional, possuindo vitaminas (A, B2, B6, C), aminoácidos, adenosina, sais minerais (ferro, silício, iodo) e enzimas e compostos ativos, como a alicina.
O alho costuma ser indicado como coadjuvante no tratamento de hipertensão arterial leve, na redução dos níveis de colesterol e prevenção das doenças ateroscleróticas.
Também se atribui ao alho a capacidade de prevenir constipações e outras doenças infecciosas, e de ajudar a tratar infecções bacterianas e fúngicas.
Na culinária o alho pode ser utilizado de diversas formas, cru, refogado, picado, em rodelas.
Os povos mediterrânicos são os maiores apreciadores, empregando-o, geralmente, em conjunto com o tomate e a cebola.
O alho tem o poder de reduzir o colesterol e a pressão arterial, possui antioxidantes e flavonóides que combatem o envelhecimento.

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Os Prazeres da Sardinha

A Sardinha é um dos peixes mais apreciados pela população portuguesa. Por isso, são raras as pessoas que não se rendem aos encantos deste peixe tão benéfico para a prevenção das doenças do coração.
A sardinha é um peixe de água salgada e fria com características reconhecidas por todos. Desde sempre que a sardinha fez a delícia da população, e foi durante muito tempo a fonte de alimento das populações que viviam em zonas ribeirinhas. Por esse motivo, e devido ao seu baixo preço, a sardinha era considerada um alimento característico das classes mais desfavorecidas.

Todavia, e desde esse tempo até aos dias de hoje, a sardinha tem ajudado a prevenir alguns tipos de doenças do coração devido aos seus
constituintes, nomeadamente proteínas e ácidos gordos ómega 3.
Ainda que quase todo os peixes apresentem um papel importante para uma alimentação saudável do ser humano, os benefícios da sardinha são bem superiores aos do salmão, atum, ou mesmo do bacalhau. A verdade é que a sardinha contém um tipo de gordura polinsaturada, ácidos gordos ómega 3, que possibilita efeitos muito produtivos e benéficos ao coração do ser humano. Ajudando a reduzir as taxas de triglicérides e de colesterol no sangue, a sardinha possibilita ainda a redução da pressão arterial e altera a estrutura da membrana das células sanguíneas, tornando assim o sangue mais fluido.
Desta feita, os médicos recomendam que o consumo de peixe seja, no mínimo, realizado duas vezes por semana. Além do mais, os doentes de psoríase, doença da pele, e de artrite reumatóide saem também privilegiados do consumo de sardinha, sendo que o seu consumo é muito mais benéfico se falarmos nas sardinhas frescas do que propriamente nas enlatadas. Mas, ao comprar sardinhas deve ter em atenção o seu aspecto brilhante, a pele luminosa, por forma a não apresentar manchas estranhas, a sua tonalidade uniforme, os olhos brilhantes e um ‘corpo’ rijo, sem estar esmagado ou mole.
Frita, assada no forno, ou nas brasas, a sardinha faz as delícias dos portugueses e dos estrangeiros que se deslocam até ao nosso país. Se a quiser assar no forno, deixamos-lhe aqui uma sugestão: envolva-a, na sua totalidade, em papel de alumínio, e adicione-lhe uma rodela de limão, ervas aromáticas, como é o caso de orégãos, para que fique com um sabor ainda mais apetitoso. Além destes ingredientes, adicione-lhe também cebolas e pimentos, mas se quiser um prato ainda mais requintado não se esqueça dos cogumelos ou dos espinafres.
Qualquer prato de sardinha, e independentemente de como as pretende confeccionar, deve ser acompanhado de uma boa salada, com todos os ingredientes a que você tem direito, uns pimentos assados ou mesmo uma broa de milho, isto para os seus apreciadores. Lógico que este tipo de condimentos condizem ainda melhor se tivermos a falar de sardinhas na brasa. Muito apreciado entre nós, tenha sempre o cuidado de colocar as sardinhas a assar não nas chamas, mas sim nas brasas. Tempere-as com sal, e para que elas não fiquem moles antes de as assar mantenha-as no gelo e bem longe do calor.
Em qualquer forma de concepção das sardinhas, nunca esqueça de lavá-las previamente. Muito úteis para a prevenção de problemas cardiovasculares, existem muitas mais formas de ingerir sardinhas para além dos métodos tradicionais, assar, nas brasas ou forno, ou mesmo fritando-as.