Será uma alimentação vegetariana adequada para um desportista?

Atletas como Edwin Moses, Carl Lewis e Paavo Nurmi tornaram-se famosos não apenas pelos seus feitos desportivos mas também pelos seus hábitos alimentares: todos eram vegetarianos.

Existem várias gradações de uma alimentação dita vegetariana:

Frugívora: a alimentação inclui apenas frutas cruas ou secas, frutos oleaginosos e sementes. Poderá incluir produtos hortícolas;
Macrobiótica: exclui todos os alimentos de origem animal, derivados de leite e ovos. Apenas inclui cereais, grãos e condimentos ditos “naturais” e “orgânicos”, não processados nem refinados;
Vegan: exclui todos os alimentos de origem animal, derivados de leite e ovos. No seu sentido mais extremo, exclui todos os produtos com ingredientes de origem animal, como o mel, gelatina, seda e lã;
Lacto-vegetariana: exclui todos os alimentos de origem animal e ovos, mas inclui leite e produtos lácteos;
Ovo-lacto-vegetariana: exclui todos os alimentos de origem animal mas inclui leite, lacticínios e ovos;
Semi-vegetariana: exclui carne vermelha mas inclui carnes brancas, peixe, ovos e produtos lácteos.
Várias são as razões pelas quais um atleta é ou se torna vegetariano. Estas poderão ser de cariz cultural e religioso; por exemplo, a maioria dos budistas não ingere carne, sendo que os mais radicais são vegan, e os hindus, além de excluírem a carne de vaca, muitos restringem a ingestão de outros tipos de carne, sendo a maioria lacto-vegetariana.

Outras razões frequentes prendem-se com convicções éticas no que respeita aos direitos dos animais e, também, questões de carácter ambiental. Para além destas, questões relacionadas com a saúde e com o rendimento desportivo também são frequentemente citadas. Dietas vegetarianas são especialmente populares entre atletas de fundo e meio fundo, uma vez que este grupo de atletas se esforça diariamente por consumir uma alimentação rica em hidratos de carbono, e por manter um peso corporal baixo.

Como a alimentação vegetariana é inerentemente rica em hidratos de carbono, poderá tornar-se vantajosa em termos de manutenção e restauração dos níveis de glicogénio (as nossas reservas de hidratos de carbono) muscular e hepático, essenciais para modalidades de resistência.

Porém, tendo em conta que não existe um número suficiente de trabalhos científicos acerca de dietas vegetarianas em desportistas, não se podem tirar conclusões definitivas sobre os possíveis benefícios ou efeitos adversos deste tipo de alimentação no rendimento desportivo.


Os 5 Legumes de Inverno Mais Saudáveis


Durante o inverno, o corpo precisa de mais vitaminas e minerais para suportar o frio, e verduras frescas oferecem uma ótima opção para se manter saudável. Os Vegetais são ricos em vitamina C e outros minerais úteis que o corpo precisa para combater doenças e manter a boa saúde. Aqui estão 5 das hortaliças mais saudáveis ​​no inverno:

1. Alcachofra
Alcachofra é um vegetal que é comumente consumido durante o inverno. É benéfico para o corpo porque é uma grande fonte de vitamina C e fibras. Sabe-se que alcachofra pode aumentar o fluxo biliar e ajuda a digestão. Antes de comer este vegetal, primeiro você tem que remover os espinhos. A Alcachofra pode ser cozida ou frita. Se você estiver fervendo suaalcachofra, você não deve cobrir a panela, porque isso irá permitir que os ácidos prejudiciais no vegetal evaporem.

2. Kale
Kale é um tipo de repolho que é rico em beta-caroteno, vitamina C, vitamina K e cálcio. Os nutrientes que podem ajudar a combater o câncer e controlar doenças inflamatórias, bem como fortalecer o sistema imunológico. A Kale às vezes é congelada antes de ser usada para cozinhar, porque o gosto é mais doce quando é exposta à geada. Ela pode ser cozida no vapor ou salteada, ou servida crua em saladas.

3. Repolho
O Repolho é também conhecido como Brassica Oleracea, e está disponível nas formas de repolho roxo e couve cone padrão. Este vegetal tem um único tronco curto, e é considerada uma planta com flores herbáceas. O Repolho é uma excelente fonte de vitamina B, vitamina C, cálcio, magnésio, fósforo, proteínas e zinco. Tem alta propriedades anti-inflamatórias, e pode ajudar a prevenir ou reduzir o inchaço. É também um bom remédio para dores de cabeça, úlceras e doenças de pele. O Repolho é normalmente servido cru como ingrediente em saladas, mas também pode ser usado para cozinhar em sopas e ensopados.

4. Rúcula
A Rúcula é um vegetal de folhas verdes que pertence à mesma família de vegetais do repolho, brócolis e couve-flor. Ela contém altas quantidades de vitamina A, vitamina C, vitamina K, cálcio e ferro, e pode ajudar a prevenir doenças como degeneração macular e câncer. A Rúcula também tem baixos níveis de oxalato, um composto que pode interferir com a absorção de nutrientes pelo corpo.
Enquanto comer rúcula crua pode trazer grandes benefícios ao seu corpo, a maneira saudável de consumir este vegetal é cozinhá-lo com um pouco de óleo. De acordo com nutricionistas, um pouco de gordura pode ajudar o corpo a absorver melhor os nutrientes.

5. Abóbora
A Abóbora se refere a um grupo de vegetais ricamente coloridos que têm altos níveis de carotenos, vitamina B1, vitamina C, ácido pantotênico, ácido fólico, potássio e fibras. Geralmente, uma abóbora que é mais ricamente colorida tem uma maior concentração de nutrientes. Este vegetal pode ajudar a proteger o organismo contra doenças cardíacas, câncer e diabetes. Você pode cozinhar abóbora em água ou vapor, ferver ou assar.

Substâncias naturais que melhoram o humor


Existem algumas substancias recomendadas frequentemente por Naturopatas e nutricionistas, saiba quais são:

A geleia real
É o produto de apicultura mais indicado como estimulante e tonificante, pelo que costuma ser usada nos estados de astenia (fraqueza) e de fadiga física e mental. «Deve ser consumida em estado puro (uma a duas colheres por dia) e, preferencialmente, de manhã em jejum», recomenda o naturopata João Beles.

Suplemento
ZELL OXYGEN+GELEIA REAL


O hipericão
Exerce um efeito positivo sobre os sintomas depressivos, comprovado por inúmeros estudos científicos. Entre os seus componentes, é de destacar a hiperforina e a hipericina, constituintes fitoquímicos aos quais se atribui a sua ação
anti-depressiva. É muito eficaz e não tem praticamente efeitos secundários quando comparado com os fármacos
anti-depressivos.
Suplemento
HYPERIFORCE

De acordo com João Beles «a entidade reguladora da Saúde na Alemanha defende a administração de preparados de hipericão (2 a 4 g diários) para tratar depressões leves a moderadas e, mais recentemente, um estudo publicado em 2005 no British Medical Journal, confirma a sua eficácia também em depressões graves».

O ginseng
A sua raíz concentra ginsenósidos, vitaminas (principalmente do grupo  e minerais como o potássio, o cálcio, o fósforo, o ferro e o magnésio. Os produtos com o pó da sua raiz são muito eficazes para combater a astenia e os estados de desânimo.

A hortelã, a segurelha, a damiana e a angélica
São as melhores opções, juntas ou em separado, para fazer uma infusão moduladora do ânimo, devido às suas propriedades tonificantes do sistema nervoso.

O guaraná
Um tónico estimulante que se toma em cápsulas (uma ou duas antes de cada refeição) ou como refresco.
Suplemento
GUARANÁ

O aloé vera
O seu suco estimula as defesas. Um copo pequeno por dia (pode
bebê-lo) desintoxica o organismo, promovendo um melhor funcionamento celular.

A lúcia-lima
Indicada para estados de depressão e desânimo. Tem uma ação sedativa suave e alivia o mal-estar abdominal causado pela tensão nervosa. Coloque uma colher de folhas secas por cada chávena de água. Ferva durante cerca de dois minutos, deixe repousar, coe e tome-a em golos pequenos duas ou três vezes ao dia.

O tomilho
É rico num aminoácido, a lisina (o seu défice pode causar cansaço), que lhe confere um efeito sedativo, facilitando o sono. Ingira-o como tempero, em infusão ou sopa (um ramo em 250 ml de água).
Suplemento
GRIPOFIT

O alecrim
É um estimulante estupendo para os casos de fadiga e estados anímicos, uma vez que contém ácido rosmarínico e outras substâncias, que exercem um efeito tónico e estimulante. A sua ingestão pode aliviar os sintomas depressivos. Tome em infusão, fervendo durante dois minutos uma colher de ramos floridos de alecrim por chávena de água. Tape e deixe repousar 10 minutos. Coe e beba duas ou três chávenas por dia.

O chá verde
Costuma-se dizer que esta planta, a camellia sinensis, desperta a mente e melhora o ânimo suavemente, promovendo o otimismo. «Em algumas pessoas, pode substituir a ingestão do café», refere João Beles. Tem a vantagem de ter um efeito acumulativo, pelo que não provoca subidas de humor repentinas e imediatas, mas sim um estado de bem-estar constante.

Fonte: https://www.facebook.com/natursintonia

Nova gama biokap - Cosmética Natural

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O óleo de peixe e a saúde dos olhos


Existem duas opiniões sobre o atual estado de omega-3 e seus efeitos sobre a saúde dos olhos. Uma delas é proveniente dos estudos científicos e outra vem de pesquisadores do assunto. Os estudos mostram repetidamente que os óleos de peixe (EPA e DHA) possuem impacto positivo na proteção dos olhos e ajudam os mesmos a manterem-se em funcionamento ao longo de nossas vidas. A justificativa de porquê os pesquisadores ainda não terem feito recomendações definitivas para as pessoas usarem óleo de peixe para a saúde dos olhos, é que não existem estudos aleatórios, duplo-cego, cruzado, placebo-controlado suficientes que validem esses resultados. Eu entendo a hesitação dos pesquisadores em tomar uma posição definitiva, pelo fato deles serem limitados às normas da comunidade científica, mas se você pudesse pedir aos estudiosos individualmente, se faz sentido adicionar óleo de peixe na sua dieta a fim de dar suporte à saúde dos olhos, eles concordariam que é benéfico.

As pesquisas com óleo de peixe mostram vários aspectos benéficos para os olhos. Por exemplo, um estudo de 2010 realizado por Matesanz et al mostrou que EPA e DHA melhoram a produção de óxido nítrico nos olhos e reduzem a produção de superoxidação dos radicais livres. Também em 2010, um estudo realizado por Li et al, pela Universidade Estadual da Louisiana, Departamento de Ciências da Saúde, examinou os efeitos do óleo de peixe em um modelo usando ratos com olhos com pouca lubrificação, examinando um dos metabólitos jusantes de EPA conhecido como RvE1. A conclusão dos pesquisadores foi que “RvE1 promove a produção de lágrima, integridade do epitélio da córnea e diminuição de inflamação induzida por COX-2.” Os estudiosos reproduziram resultados similares em humanos em 2011 na Universidade do Texas, no Centro Médico do Sudoeste em Dallas, em um estudo duplo-cego, placebo-controlado em indivíduos com olhos sem lubrificação suficiente. Neste estudo, 70% dos indivíduos no grupo de tratamento tornaram-se assintomáticos até o final do estudo, enquanto que apenas 7% tornaram-se assintomáticos no grupo com placebo. O grupo de omega-3 também mostrou objetivamente o aumento do volume e produção de lágrimas. Em 2011, um estudo da Universidade de Sainte-Justine, Centro de Pesquisa Hospitalar, em Montreal, por Jacques et al, concluiu que mães que consumiam maiores quantidades de peixe ocasionavam melhora no desenvolvimento da visão da criança. Os pesquisadores afirmaram que "o DHA é particularmente importante para o desenvolvimento inicial e função de longo prazo da via visual parvocelular." Novamente em 2011, na Neurologia do Envelhecimento, Stough et al, em um estudo triplo-cego de medidas repetidas controlados por placebo e aleatório, mostrou que indivíduos que receberam EPA e DHA tiveram significativamente melhor acuidade visual até o final do estudo, quando comparados com aqueles que receberam o placebo. Em um estudo epidemiológico muito impressionante, que acompanhou a rotina alimentar de mais de 38.000 mulheres, publicado no Archives of Ophthamology em 2011, os pesquisadores examinaram se o consumo de peixe ou óleos de peixe afetavam a ocorrência de degeneração macular relacionada à idade (sigla em inglês AMD). Os dados revelaram que as mulheres que consumiram a maior quantidade de peixe foram as menos propensas a desenvolver AMD.

Estes exemplos foram apenas uma amostra muito pequena das pesquisas existentes – existem muitos outros estudos. Curiosamente, embora as conclusões dos pesquisadores freqüentemente atestam os efeitos positivos do óleo de peixe, os pesquisadores ainda hesitam em afirmar que os médicos devem começar a recomendar o óleo de peixe para os seus pacientes. Isso não significa que os cientistas não estão fazendo um grande trabalho, porque eles estão. Eles simplesmente são menos propensos a fazer recomendações definitivas para a comunidade médica, sem grandes estudos duplo-cegos. Lembre-se, foi apenas há alguns anos que os cardiologistas começaram a recomendar omega-3 para a saúde cardíaca. A grande burocracia médica gera esta lentidão, mas nós, como consumidores, podemos tomar nossas próprias decisões e qualquer pessoa que se preocupe com a saúde dos olhos deveria adicionar óleo de peixe  no seu programa de suplementação.

Pesquisas relacionadas:

Invest Ophthalmol Vis Sci. 2010 Dec;51(12):6815-25. Epub 2010 Aug 11.Docosahexaenoic acid improves the nitroso-redox balance and reduces VEGF-mediated angiogenic signaling in microvascular endothelial cells.Matesanz N, Park G, McAllister H, Leahey W, Devine A, McVeigh GE, Gardiner TA, McDonald DM.

Centre for Vision and Vascular Science, Queen's University Belfast, Northern Ireland, United Kingdom

J Ocul Pharmacol Ther. 2010 Oct;26(5):431-9.Resolvin E1 improves tear production and decreases inflammation in a dry eye mouse model.Li N, He J, Schwartz CE, Gjorstrup P, Bazan HE.

Neuroscience Center of Excellence and the Department of Ophthalmology, Louisiana State University Health Sciences Center , New Orleans, LA 70112, USA.

J Pediatr. 2011 Jan;158(1):83-90, 90.e1. Epub 2010 Aug 25.Long-term effects of prenatal omega-3 fatty acid intake on visual function in school-age children.Jacques C, Levy E, Muckle G, Jacobson SW, Bastien C, Dewailly E, Ayotte P, Jacobson JL, Saint-Amour D.Sainte-Justine University Hospital Research Center, Montreal, Quebec, Canada.

Cornea. 2011 Mar;30(3):308-14.Pilot, prospective, randomized, double-masked, placebo-controlled clinical trial of an omega-3 supplement for dry eye.Wojtowicz JC, Butovich I, Uchiyama E, Aronowicz J, Agee S, McCulley JP.Department of Ophthalmology, The University of Texas Southwestern Medical Center at Dallas, Dallas, TX 75390-9057, USA.

Neurobiol Aging. 2011 Apr 30. [Epub ahead of print]The effects of 90-day supplementation with the Omega-3 essential fatty acid docosahexaenoic acid (DHA) on cognitive function and visual acuity in a healthy aging population.Stough C, Downey L, Silber B, Lloyd J, Kure C, Wesnes K, Camfield D.

National Institute of Complementary Medicine (NICM) Collaborative Centre for Neurocognition, Brain Sciences Institute, Swinburne University of Technology.

Int Ophthalmol. 2011 Feb;31(1):73-82. Epub 2010 Sep 23.Prevention of age-related macular degeneration.Wong IY, Koo SC, Chan CW.Eye Institute, University of Hong Kong, Hong Kong, Hong Kong. ianyhwong@gmail.com

Arch Ophthalmol. 2011 Mar 14. [Epub ahead of print]Dietary {omega}-3 Fatty Acid and Fish Intake and Incident Age-Related Macular Degeneration in Women.Christen WG, Schaumberg DA, Glynn RJ, Buring JE.Schaumberg, Glynn, and Buring) and Aging (Dr Buring), Department of Medicine, Brigham and Women's Hospital and Harvard Medical School, the Department of Biostatistics, Harvard School of Public Health (Dr Glynn), and the Department of Ambulatory Care and Prevention, Harvard Medical School (Dr Buring), Boston, Massachusetts.

Prostaglandins Leukot Essent Fatty Acids. 2009 Aug-Sep;81(2-3):151-8. Epub 2009 Jun 7.Toward optimizing vision and cognition in term infants by dietary docosahexaenoic and arachidonic acid supplementation: a review of randomized controlled trials.Hoffman DR, Boettcher JA, Diersen-Schade DA.Retina Foundation of the Southwest, 9900 N. Central Expwy, Dallas, TX 75231, USA. dhoffman@retinafoundation.org.

A verdade sobre os alimentos geneticamente modificados



Seria um eufemismo dizer que Jeffrey Smith está em uma missão de livrar o mundo de alimentos que contêm organismos geneticamente modificados (sigla em inglês GMOs). Candace Pert, um ex-cientista do National Institute of Health dos Estados Unidos, afirma o Sr. Smith é "o especialista líder mundial no entendimento e comunicação das questões de saúde relacionada aos alimentos geneticamente modificados." Ninguém além dele tem similar entendimento a respeito do assunto.

O Sr. Smith chamou a atenção de líders de influência ao redor do mundo, visitando 30 países com o objetivo de alertar a população sobre os novos alimentos. Ele escreveu dois livros sobre o assunto, chamados Seeds of Deception e Genetic Roulette. Além disso, entrevistas com o Sr. Smith têm aparecido no New York Times, Washington Post, BBC World Service, Time, LA Times e centenas de outros meios de comunicação.

A primeira vez que eu ouvi o Sr. Smith foi em 2008, na BoulderFest, uma série de seminários sobre nutrição, que foram iniciados pelo nutricionista Robert Crayhon. O Sr. Smith é um palestrante dinâmico com uma mensagem que nós precisamos ouvir: “Alimentação saudável começa sem alimentos GMOs.” Ok, então o que são organismos geneticamente modificados e como nós sabemos que estamos comendo os mesmos?

Vamos responder a segunda parte da questão primeiro, o que significa que “se você estiver morando nos Estados Unidos, você não sabe que está comendo tais alimentos.” A lei sobre rótulos de alimentos nos Estados Unidos provisiona que não é necessário informar os consumidores se os alimentos contêm ingredientes geneticamente modificados. Caso você não ache que isso é um grande problema, considere que um número estimado de 70% dos alimentos nas prateleiras dos supermercados contêm GMOs. Os produtos mais comuns são soja, milho, óleo de canola e algodão, açúcar de beterraba, mamão, abobrinha e abóbora cabaça. Muitas outras frutas, legumes, cereais e feijões são considerados candidatos à GMOs.

Para encontrar os alimentos que são geneticamente modificados, você pode efetuar o download de um guia gratuito encontrato no site www.ResponsibleTechnology.org. Entretanto, existem alguns truques que você pode usar para contornar o problema dos GMOs ocultos, como por exemplo, comprando alimentos orgânicos, procurando por produtos que especificam não serem GMOs, consultando um guia de compras de produtos não GMO e evitando alimentos que tem maior probabilidade de conter os mesmos. Referente a esta última sugestão, esteja ciente de que nos Estados Unidos 91% dos produtos feitos de soja e 85% dos produtos feitos de milho contêm GMOs.

Agora vamos responder a primeira parte da questão: “O que são alimentos geneticamente modificados?” Isto talvez pareça um pouco com Star Trek ou talvez mais apropriadamente com a linha principal do personagem Frank Black “Soylent Green is people! Soylent Green is people!” do filme Soylent Green, um conto futurista em que pessoas são utilizadas como fonte de alimento. Porém, a verdade é que os GMOs são feitos tirando genes de uma espécie e forçando-os no DNA de um alimento ou animal para introduzir uma nova característica. Por que isso?
Uma razão é o aumento na produtividade das lavouras, já que estes alimentos possuem mais capacidade para tolerar herbicidas tóxicos, são menos vulneráveis a E. Coli e salmonella e são resistentes as ameaças de pragas. Segue um exemplo do último ponto: Ingerindo Bacillus thuringiensis, uma bactéria do solo, em certas culturas, faz que os insetos morram quando tentarem comer estas plantas. O resultado é que mais alimentos podem ser produzidos e o custo é menor. Com certeza os objetivos são nobres, mas os alimentos geneticamente modificados vêm com riscos que simplesmente podem não serem vantajosos quando comparados aos benefícios que promovem. Todavia, vamos ouvir primeiramente o que o FDA (Food and Drug Administration) tem à dizer sobre esta biotecnologia.

Em uma "Declaração de Políticas", apresentada em 29 de maio de 1992, o FDA disse o seguinte: "A agência não tem conhecimento de quaisquer informações que demonstrem que os alimentos produzidos por esses novos métodos diferem de outros alimentos de forma significativa ou uniforme". O Sr. Smith alega que essa política foi influenciada por politicagem e que os cientistas do FDA haviam expressado preocupações sobre a segurança dos GMOs, mas que estas preocupações foram ignoradas. Smith diz que a pessoa encarregada pela política do FDA já havia trabalhado (primeiro como advogado e depois como vice-presidente) em uma empresa que produz GMOs.

Eu não acredito que eu devo sair fora do tópico dizendo que o FDA  estava errado. Vamos falar sobre pesquisas.

Of Mice and Men (Ratos e Homens)

O primeiro capítulo do livro Seeds of Deception é dedicado ao Dr. Arpad  Pusztai, o qual publicou mais de 300 artigos, uma dúzia de livros e nos anos 90, juntamente com sua equipe de pesquisa, recebeu uma doação de $3 milhões  do Reino Unido para a realização de testes de segurança com GMOs.

A pesquisa de Pusztai mostrou que quando batatas geneticamente modificadas foram usadas como alimentos para ratos, estes desenvolveram problemas de fígado, cérebro, testículos, sistema imunológico e também mostraram crescimento de células pré-cancerosas. Quando o Dr. Pusztai compartilhou sua pesquisa inédita em um programa de televisão, ele foi demitido de seu emprego de 35 anos, uma consequência que cheira política suja. Eventualmente, no entanto, sua pesquisa foi publicada no respeitado periódico Lancet. Contudo, Pusztai não foi o único cientista interessado nos possíveis efeitos dos GMOs para a saúde.

Um estudo sobre GMOs utilizados na alimentação de ratos foi publicado no International Journal of Biological Sciences, onde os pesquisadores descobriram que o grupo de ratos alimentados com milho geneticamente modificado tiveram distúrbios no fígado, rins, coração, glândulas adrenais e no baço. Da mesma forma, em um estudo russo realizado em ratos fêmeas, que foram alimentadas com farinha de soja geneticamente modificadas, antes, durante e após a gestação de seus filhotes, 9% dos ratos que foram alimentados com farinha de soja não-geneticamente modificada morreram, número inferior quando comparado com 55.6% dos ratos que morreram depois de comer a soja transgênica. Destaca-se, que dos ratos que sobreviveram, 36% estavam abaixo do peso, contra 6.7% dos ratos que estavam abaixo do peso no grupo de controle.

Eu gostaria também de mencionar mais um estudo que foi realizado em ratos alimentados com soja e milho geneticamente modificado. Seus testículos mudaram de rosa para azul escuro. Adicionalmente, os ratos do sexo masculino apresentaram danos em seus espermas e os ratos que receberam milho geneticamente modificado tiveram menos filhotes e os filhotes estavam abaixo do peso. Quanto aos animais de maior porte, há muita evidência empírica disponível. Por exemplo, em 2008, uma fazenda permitiu que 13 búfalos pastassem em plantações de algodão geneticamente modificadas – todos os 13 morreram em três dias. Além disso, o Sr. Smith observa que os animais, quando dada uma escolha, preferem alimentos não-transgênicos do que alimentos transgênicos. "Nosso trabalho", diz Smith, "é fazer com que os seres humanos atinjam o nível dos animais."

Além disso, existe a questão das alergias. Em 1996, iniciou-se o uso generalizado de cultivos geneticamente modificados. De 1997 a 2002, os atendimentos de emergência por alergias duplicou. Talvez, esta foi uma completa coincidência ou pode ter sido devido à influência de toxinas ambientais, mas existem muitas razões para suspeitar-se de que os GMOs são responsáveis, devido as suas proteínas modificadas possuirem propriedades alérgicas conhecidas. Além do mais, as culturas geneticamente modificadas têm resíduos de herbicidas tóxicos que podem causar reações alérgicas. Também, existe constatação de que os produtos de soja geneticamente modificada podem diminuir a quantidade de enzimas digestivas no corpo. Estas enzimas afetam a habilidade do corpo para quebrar proteínas e isso pode aumentar nossas reações alérgicas à alimentos. Ah, e devo mencionar aqui que os alimentos que são geneticamente modificados não possuem a mesma qualidade nutricional do que os alimentos não-transgênicos.

Existem muitos outros problemas de saúde associados com os GMOs, mas este é um dos mais preocupantes: Smith afirma que os genes colocados em culturas podem ser transferidos para os seres humanos por meio do DNA das bactérias "amigáveis" e como tal vai continuar a funcionar depois que o alimento é ingerido. Smith diz que isso se transforma no intestino humano "em uma fábrica de pesticidas", que essencialmente produz toxinas que atacam o corpo. Assustado ainda? Você deveria estar.

Jeffrey Smith tem como compromisso educar o mundo sobre os perigos dos alimentos geneticamente modificados. Se você concorda que é fundamental saber mais sobre esse problema de saúde grave, pegue um exemplar de cada um dos seus livros sobre GMOs. A sua saúde depende disso.

Queda de cabelo - Saiba mais sobre como combater o problema

Na lista dos receios mais comuns de ambos os s
exos, a queda de cabelo ocupa uma posição de destaque.
Cada vez mais é um drama reconhecido nos homens, que atinge a escala de verdadeira tragédia quando afecta as mulheres. Loiras, morenas, ruivas, não interessa. O ideal é exibir um cabelo luxuriante, brilhante, saudável e, de preferência, abundante.
A queda de cabelo no feminino é também uma realidade. Descubra as causas deste fenómeno e como ultrapassá-lo.

Quando os fios de cabelo insistem em se deixar levar pela escova, ou pior ainda, ficam nas nossas mãos quando as levamos à cabeça para compor aquele penteado novo de que tanto gostamos, pensamos logo no pior.
É o suficiente para deixar a mais corajosa das mulheres com suores frios e à beira de um ataque de nervos. Sim, falamos da queda de cabelo, esse fantasma que insiste em assombrar a vida de muitas pessoas.

Mas o que pode ser considerado realmente normal? Analisámos a raiz do problema para lhe trazer as melhores soluções.
Cada fio de cabelo apresenta três fases de evolução na sua vida: crescimento, repouso e queda. Na nossa cabeça inúmeros fios encontram-se num destes estádios, pelo que é considerado normal perder entre 50 a 100 cabelos por dia.
Se este número for superior, e se a queda permanecer por um período de tempo alargado, é essencial identificar qual poderá ser a causa do problema e passar ao ataque.

Os principais causadores da queda de cabelo são o stress e a hereditariedade. No entanto existem também outros factores que são igualmente culpados, como uma alimentação desequilibrada, pobre em frutas e vegetais e com poucas proteínas; a toma de certos fármacos; alterações hormonais e algumas doenças.
Nas mulheres também é comum ocorrer este mal no caso das cirurgias, períodos pré e pós-menopáusicos e a fase pós-parto.

As estações do ano também podem influenciar a queda de cabelo. Nas mulheres, é comum notar-se um aumento da queda de cabelo na Primavera e no Outono.
Este facto está relacionado com os ciclos de crescimento capilar e tem tendência a regularizar-se ao fim de algumas semanas.

Se o cabelo teima em cair de forma exagerada, procure um dermatologista. Os tipos de queda variam, bem como os tratamentos. Na queda de cabelo difusa, a ingestão de suplementos alimentares específicos e a aplicação de produtos com aminexil (uma molécula que combate a queda capilar excessiva) ajuda a resolver a maioria dos casos.

É possível, através de passos simples, promover a manutenção de um cabelo saudável. Um deles é a escolha de um champô adequado ao tipo de cabelo que respeite o seu pH natural.
As lavagens diárias não estão contra-indicadas, mas o secador deve ser usado a baixa temperatura e uma distância de, pelo menos, 30 centímetros do cabelo. Lembra-se da velha máxima que o cabelo deve ser escovado cem vezes para ser saudável? Nada mais longe da verdade.
Manter uma dieta equilibrada que garanta os nutrientes necessários aos seus fios de cabelo que são os primeiros a sofrer em caso de desequilibro é a melhor protecção contra a queda de cabelo.

Se mesmo com todos os cuidados, notar que um número alarmante de fios de cabelo a abandonam diariamente, que estão cada vez mais finos ou se um dia acordar com peladas, a primeira medida a tomar é procurar um dermatologista.

Existem vários tratamentos, mas é essencial que sejam adequados a cada caso garantindo um processo de cura mais rápida e eficaz. Cada produto apresenta regras específicas relativamente à sua toma que devem ser seguidas à risca, de forma a não se exceder a dose diária recomendada dos diferentes nutrientes.

Pela mesma razão, a ingestão de mais do que um suplemento alimentar requer aconselhamento médico prévio, visto cápsulas com acções diferentes conterem muitas vezes os mesmos ingredientes.

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A INSÓNIA


O que é a insónia?

A insónia é uma campainha de alarme que convém escutar convenientemente.
Devemos considerar as alterações no sono como sinais de advertência que o nosso corpo produz, para demonstrar que algo não vai bem.
A fadiga nervosa e a insónia estão relacionadas e são sinais de mal-estar. São acompanhadas de uma espécie de tristeza, de uma falta de força vital e de energia. As origens estão muitas vezes relacionadas com os nossos medos profundos, são o reflexo da nossa vida interior. Devemos saber interpretar bem estes sinais, para resolver a situação.


Quais as causas da insónia?

Considera-se que uma pessoa em cada três, dorme mal: é o mal do século. É também um mal cujas causas não se conhecem bem. Evocam-se as palavras abrangem. Sobretudo, é difícil saber se o cansaço nervoso e a depressão que acompanham as perturbações do sono são a causa ou consequência da falta de sono.
É certo, que a insónia conduz ao esgotamento nervoso e que o esgotamento nervoso é também fonte de insónia. Os imperativos da vida moderna obrigam-nos às vezes a alterar o nosso ritmo de vida e o nosso ciclo de sono.
Assim, o trabalho de noite, os horários variáveis e os desfasamentos horários podem estar na origem das perturbações do sono. O trabalho de noite provoca modificações na duração e na qualidade do sono. O sono diurno é diferente do sono nocturno.

As soluções 

O consumo de hipnóticos e de tranquilizantes não tem parado de aumentar nos últimos 20 anos em Portugal. Os medicamentos psicotrópicos e ansiolíticos (anti depressivos e soníferos) são muletas químicas que podem durante um curto período ajudar-nos a recuperar as nossas energias e a restabelecer o nosso equilíbrio. São paliativos que podem ser úteis quando existe um período difícil da vida. Mas preferis produtos de origem natural com virtudes calmantes, tem vantagem. Ajudá-los-ão a reencontrar a serenidade favorável ao sono. Sem efeitos secundários, eles permitir-vos-ão combater a insónia com toda a segurança.

Alguns conselhos:

À noite quando surgirem os primeiros bocejos, vá-se deitar, para não falhar a chamada de Morfeu. Em contrapartida, se despertar durante a noite, pode levantar-se da cama, ler, ocupe-se com alguma coisa. Virar-se na cama, enervar-se, ter pensamentos negativos ou acordar o seu conjugue, não faz mais do que agravar as coisas.
Um jantar demasiado pesado perturba o sono. Também se deve evitar saltar uma refeição, porque a hipoglicemia provoca o despertar. Nada como um banho quente antes de deitar. Favorecerá o relaxamento muscular e ajudá-lo-á a adormecer.


Produtos Naturais Aconselhados:


Calm-Life

Calmium

Melatonat Forte

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