comer avelãs, saiba mais sobre avelã
A avelã é uma fruta considerada exótica, nascida da aveleira, cientificamente conhecida como Corylus avellana, da família Betulaceae. Ela é originária da América do Norte, particularmente as espécies Corylus americana e C. cornuta. A maior parte dos frutos conhecidos provêm, porém, da C. avellana, a mais comum, procedente da Ásia Menor, das margens do Mar Negro.
Avelã
Avelã
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Fagales
Família: Betulaceae
Gênero: Corylus
Espécie: Corylus avellana
Esta fruta é relativamente arredondada, tem a consistência da madeira, a casca bem sólida, e é circundada por um revestimento de folhas. A aveleira, de onde ela se origina, apresenta o tamanho de um arbusto; suas folhas têm a forma ovalada e são transitórias; as flores são desprovidas de invólucro externo, as folhas que as revestem são constituídas por quatro a oito órgãos sexuais masculinos, conhecidos como estames, e suas inflorescências são repletas de órgãos femininos, denominados pistilos.
Dentro do fruto está a semente, que é a parte consumível, de paladar um tanto doce e oleaginoso. Ela é composta de vários nutrientes, entre eles uma porcentagem de Água, 17,4g de Proteínas, 62,6g de Gordura, 7,2g de Hidratos de Carbono, 1,3g de Minerais, 3,17g de Celulose, 0,460 mg de Vitamina B1, 0,265 mg de Caroteno, 6,0 mg de Vitamina C, 682 kcal de Calorias.
Seu alto teor de gorduras permite que ela seja destinada, como substância oleaginosa, com propósitos de industrialização e de alimentação. A aveleira sobrevive eficazmente nas temperaturas muito baixas, mas no período de desenvolvimento das flores devem-se evitar regiões com -10ºC. Este arbusto deve ser disseminado através de sementes de vara de videira, fixadas na terra para criar raízes, ou por renovos que aparecem nos troncos.
Aveleira
A avelã é digerida naturalmente, crua, embora deva ser bem triturada pelos dentes. Ela também é utilizada para fins gastronômicos, principalmente em doces, particularmente acrescentada ao chocolate, tornando-se, desta forma, bem saborosa; mas também em leites, manteigas, pastas de frutas, pastéis, biscoitos, entre outros produtos.
Esta fruta é tão rica em proteínas e gorduras que o consumo de 15 a 20 avelãs pode ocupar o espaço de uma refeição integral, embora esta troca não seja recomendada. Se forem raladas, trituradas ou moídas, podem ser mais aproveitadas, pois assim cumprem uma tarefa significativa no âmbito da nutrição, especialmente na dieta de diabéticos e de pessoas que querem emagrecer, sempre sob a orientação de um nutricionista.
Como a avelã traz em si igualmente a vitamina B9 ou ácido fólico, ela é prescrita para um melhor desempenho da memória, contra a pressão alta e nas anemias carenciais. Ela também é encontrada nas conhecidas barrinhas nutritivas. Somada ao mel ela resgata imediatamente as energias desperdiçadas.
Dicas sobre a menopausa
A menopausa não recebe muita atenção por parte da sociedade, porque normalmente não valorizamos a idade e a experiência da mesma forma que nos países menos ocidentalizados.
Há várias coisas que pode fazer pela saúde para que a menopausa seja bem recebida, ao invés de ser temida. Porque não experimenta algumas das dicas de saúde para ultrapassar a menopausa e entrar na fase seguinte da sua vida.
Alimentos e bebidas
Pode fazer algumas alterações na sua dieta para diminuir os sintomas da menopausa:• Beba no mínimo 1,5 litros de água natural sem gás por dia
• Não beba café e tome no máximo 2 chávenas de chá por dia (pode experimentar o Bambu - uma alternativa ao café)
• Certifique-se de que tem uma actividade intestinal regular
• Coma com regularidade, saltar refeições não ajuda a manter um peso saudável
• Reduza os hidratos de carbono refinados - açúcar branco, pão branco, massas brancas, arroz branco e alimentos revestidos com grandes quantidades de xarope
• Coma mais alimentos fitoestrogéneos como brócolos, aveia e soja
• Ingira mais alimentos com cálcio, mas que não sejam lacticínios, como o arroz integral, o salmão e sementes de abóbora
Fazer exercício
• Faça caminhadas de 20 minutos dia sim, dia não - 10 minutos de percurso e 10 minutos de volta a casa. Isto ajuda a desencadear a produção de hormonas da felicidade, denominadas endorfinas
• Compre um minitrampolim. Pode utilizá-lo em frente à televisão para não se aborrecer
• Adquira alguns mini-pesos e utilize-os cuidadosamente enquanto vê a novela
Dormir
• Conseguirá dormir melhor se estiver a fazer bem a digestão, por isso preste atenção às sugestões acima sobre alimentos e bebidas. Se acorda habitualmente por volta das 3h da manhã, irá verificar que se fizer bem a digestão o seu padrão de sono melhorará consideravelmente
• Descontraia durante algum tempo antes de ir para a cama, para que a sua mente faça o mesmo
• Antes de se deitar, escreva sobre o que está a pensar e faça uma lista das coisas que precisa de fazer no dia seguinte, para que fique a matutar enquanto tenta adormecer.
• Evite ingerir cafeína, não apenas à noite, mas também durante o dia. Tente evitar todas as situações que possam causar ansiedade. Tome infusões de ervas relaxantes, como bálsamo de limão e camomila para descontrair a mente, ou tome um remédio à base de plantas que contenha valeriana, como o Dormeasan® Gotas de valeriana e lúpulo para restabelecer o seu padrão de sono
• Stress
• Tire tempo para si
• Coma regularmente, pois saltar refeições ou comer à pressa provoca mais stress
• Evite ingerir cafeína
• Faça exercícios de respiração ou pratique ioga ou outros exercícios de meditação suaves que fomentem uma descontração profunda
• Se precisar de mais ajuda, pode ponderar tomar um remédio à base de plantas, como o Stress Relief Daytime
Humor depressivo/propensão para chorar
• O exercício é óptimo para o corpo e para a mente, pois liberta químicos naturais no organismo que nos fazem sentir felizes.
• Escreva os seus sentimentos - não deve acumulá-los dentro de si. Fale com os seus amigos, mas se sentir dificuldade em fazê-lo, escrever os seus problemas num diário pode ajudar a libertar os seus sentimentos. Mais vale fora do que dentro, como se costuma dizer.
• Embora beber com moderação seja aceitável, é melhor tentar evitar o consumo de bebidas alcoólicas. A água é a melhor bebida para hidratar o cérebro!
• Altere o ambiente em que se movimenta. O cérebro pode formar padrões repetitivos com relativa facilidade e, assim, é difícil alterar as nossas emoções, por isso tente fazer uma coisa nova quando está deprimido e poderá surpreender-se a si e a outras pessoas. Afinal de contas, chamam-lhe mudança.
Se está à procura de um remédio à base de plantas para o humor depressivo, poderá querer experimentar o Hyperiforce® Comprimidos de erva-de-são-joão.
Combater a menopausa - saiba como
O que são afrontamentos?
Os afrontamentos são um sintoma comum da menopausa sentidos por cerca de 75% das mulheres e podem descrever-se como uma sensação súbita de calor no corpo. Os afrontamentos podem ocorrer por si só, mas são frequentemente acompanhados por suores nocturnos ou sudação excessiva durante o dia.Os afrontamentos e sudação podem também estar acompanhados de náuseas, tonturas ou de uma sensação de mal-estar geral.
Existem outras causas para os afrontamentos para além da menopausa. Por exemplo, os homens podem ter este sintoma, mas de uma forma geral, quando se utiliza o termo «afrontamento», refere-se a sintomas experienciados pelas mulheres durante a menopausa.
Afrontamentos e sudação na menopausa
Os afrontamentos durante a menopausa podem sentir-se em todo o corpo, mas habitualmente afectam o rosto e o pescoço. Durante os afrontamentos as mulheres sentem-se quentes e a pele fica avermelhada. Frequentemente, os afrontamentos acompanham ou contribuem para a sudação durante a menopausa.Como os afrontamentos e a sudação durante a menopausa são sintomas tão importantes, normalmente em conjunto, muitas mulheres na menopausa referem-se indistintamente a «afrontamentos» e «sudação da menopausa».
O que esperar?
Os afrontamentos associados à menopausa podem ocorrer em qualquer altura. Para algumas mulheres os afrontamentos são o principal sintoma da menopausa. Outras mulheres atravessam a menopausa sem problemas, sentindo afrontamentos durante a última menstruação. Para um número reduzido de mulheres, os sintomas podem continuar durante anos após o término da menstruação.Contudo, a experiência demonstra que uma transição rápida de menstruações regulares e normais para a ausência de menstruação pode ser uma das causas da intensificação dos afrontamentos.
Os afrontamentos e a sudação durante a menstruação podem ocorrer a qualquer hora do dia (frequentemente nos momentos piores e mais inconvenientes). Podem chegar a ocorrer várias vezes por hora - terrível quando usa aquela blusa de seda.
O número médio de episódios sentidos por dia varia bastante de mulher para mulher. Cada afrontamento pode durar entre alguns segundos a vários minutos.
Porque ocorrem?
A causa fulcral dos afrontamentos é ainda desconhecida. Sabe-se apenas que a parte do organismo responsável por sentir e controlar a temperatura corporal (e outras funções corporais) é o hipotálamo.Durante a menopausa os níveis de estrogénio diminuem bastante. Embora não compreendam plenamente, os cientistas acreditam que esta diminuição do estrogénio causa um erro na forma como o hipotálamo sente a temperatura corporal, sentindo que está demasiado quente.
Isto desencadeia uma resposta concebida para arrefecer o corpo. Aflui mais sangue à epiderme (uma das causas dos afrontamentos e do avermelhamento da pele) e as glândulas sudoríparas começam a funcionar (a sudação da menopausa).
Afrontamentos da menopausa e o ambiente
Uma das causas dos afrontamentos durante a menopausa são as alterações no ambiente exterior. Por exemplo, movimentar-se do interior para o exterior com grandes diferenças de temperatura.Este é o motivo pelo qual as mulheres consideram que os sintomas podem ser mais comuns no Verão ou ao entrar numa sala com aquecimento elevado em dias com temperaturas muito baixas. Outros factores que desencadeiam ou causam os afrontamentos da menopausa incluem o stress, a ansiedade, o aumento das emoções e até a ingestão de alimentos picantes.
Os afrontamentos não representam qualquer perigo real para a saúde. No entanto, quando ocorrem durante a noite e acompanhados por sudação nocturna, podem perturbar o seu sono e o do seu parceiro. Por outro lado, pode causar alterações de humor e a afectar a sua concentração e os níveis de energia.
Outros motivos para a ocorrência de afrontamentos
Os homens também podem sentir afrontamentos e obviamente não estão a passar pelas mesmas fases da menopausa que as mulheres. Embora a menopausa seja a primeira causa de afrontamentos, existem outros motivos para a ocorrência deste sintoma. Estão incluídos os seguintes sons:
• Stress e ansiedade
• Medicação com fármacos
• Alguns problemas de saúde
Caso tenha afrontamentos e não considere que a menopausa seja a causa destes sintomas, deve aconselhar-se com o seu médico.
Tratamento dos afrontamentos durante a menopausa
Alfred Vogel afirmou que «Um bom estado de saúde implica mais do que apenas remédios». Se estiver na menopausa, existem várias medidas que pode pôr em prática para aliviar os sintomas.Como os sintomas da menopausa podem ser tão abrangentes, a melhor forma de se preparar para «a mudança» é avaliar todos os aspectos da sua vida:
• Faça uma alimentação equilibrada e completa e não salte refeições - o baixo nível de açúcar no sangue pode ser uma das causas dos afrontamentos!
• Certifique-se de que tem uma actividade intestinal regular (no mínimo uma vez por dia) - a obstipação pode ser um importante factor no desencadear de afrontamentos!
• Beba muita água mineral - no mínimo um litro e meio. Assim, permanecerá hidratada e contribuirá para o alívio dos afrontamentos.
• Faça exercício regularmente - uma caminhada rápida meia hora por dia pode fazer maravilhas!
• Lide com o stress. O stress origina a libertação de químicos que fomentam os afrontamentos!
• Adicione HYPERIFORCE à combinação como tratamento para aliviar a sudação excessiva, que é a componente mais significativa da menopausa para muitas mulheres.
Alguns suplementos naturais que ajudam no combate à menopausa
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Portugal e os Transgénicos ou OGM
Muitas vezes se ouve falar dos OGM e, tanto quanto nos parece, sobretudo em três contextos distintos. Fala-se do potencial que os OGM têm para conferir aos produtos agrícolas capacidades extraordinárias relacionadas com a produtividade, com a resistência a pragas ou doenças, com o aumento do valor nutritivo dos produtos ou com a melhoria de outras qualidades. Fala-se também dos efeitos que os OGM podem ter na saúde humana. Finalmente, fala-se dos efeitos que os OGM podem ter no ambiente.
O aumento da produtividade agrícola é apresentado como algo necessário para alimentar uma população mundial crescente. Cabe então perguntar se esse crescimento da população mundial é ele próprio necessário ou real. Cabe também perguntar se o aumento da produtividade agrícola é uma coisa boa em si. Se a população mundial deixar de crescer, será que vamos continuar a apostar no aumento da produtividade agrícola? E com que argumentos?
Estas perguntas têm uma enorme pertinência, porque à conta do argumento do aumento da população e das necessidades de alimentação, têm-se operado transformações na actividade agrícola cujos impactos são colossais e quase sempre negativos. Por outro lado, o efeito que os OGM têm na saúde das pessoas é um tema de muito debate, que muitas vezes nos parece infrutífero já que a avassaladora maioria dos estudos, ditos científicos, são patrocinados pelos interessados directamente na venda desses mesmos produtos. Em boa medida, não são conhecidos com rigor e na sua globalidade os efeitos que os alimentos transgénicos têm nos humanos têm, cada vez mais, vindo a ser descobertos como altamente nefastos e destruidores. Por outro lado, há tantas coisas que têm impactos incrivelmente nefastos bem conhecidos sobre a nossa saúde e nem por isso nós as evitamos (deixamos ao critério do leitor pensar em exemplos).
Economicamente falando, o nosso sistema económico actual vigora a lei da concorrência em que as empresas com maior sucesso expulsam as restantes do mercado. O mesmo se passa no sector agrícola. Imaginemos que neste contexto, que é o nosso, existe uma variedade de milho que é claramente mais produtiva (seja por que motivo for) do que as demais. Então os produtores dessa variedade de milho terão uma vantagem sobre os demais e, a seu tempo, expulsarão esses outros produtores de milho. A seu tempo todos os produtores de milho cultivarão a mesma variedade de milho. Os OGM, pelas suas características, ameaçam invadir o sector agrícola mundial, tal como as acácias invadiram a nossa floresta: a princípio sobrevalorizam-se as vantagens e menosprezam-se os inconvenientes, e quando se dá por ela já não há forma de nos vermos livres deles. Depois da invasão, o agricultor passará a ter de optar por comprar as sementes (e todos os produtos afins, uma vez que sementes e fertilizantes e pesticidas e tudo para aquela semente específica constituirão um pacote necessário) à grande empresa ou ter de recorrer à produção de variedades menos produtivas que passaram a ser propriedade de um banco genético qualquer ou simplesmente deixaram de existir.
A empresa Monsanto é uma das empresas que faz rios de dinheiro e quer fazer oceanos de dinheiro à conta dos OGM e produtos afins. Essa empresa tem um historial que devia ser suficiente para a população mundial se insurgir em massa contra ela, o que poderia acontecer num mundo cor-de-rosa de gente informada. E para estimular essa informação recomendamos a leitura, por exemplo, do livro intitulado “The World According to Monsanto: Pollution, Corruption, and the Control of the World’s Food Supply“, de Marie-Monique Robin. Ou então sigam o nosso artigo com vídeo sobre esse mesmíssimo tema.
O que dizem as sondagens?
Novembro de 2010 – Foi publicado pela Comissão Europeia um novo levantamento do Eurobarómetro com dados de 2010 relativos à posição dos consumidores dos vários Estados-Membros face a diferentes tecnologias, entre as quais os alimentos transgénicos. Dois aspectos são particularmente relevantes para Portugal e merecem menção especial.
1 – A oposição aos transgénicos está a crescer em Portugal
No gráfico mostra-se a evolução do sentir público, tal como descrita pelo Eurobarómetro. A azul está a situação portuguesa. A vermelho, para referência, mostra-se a situação francesa. Curiosamente o ano de 1999, onde se verificou um pico de desagrado, foi também o único ano em que se cultivou milho transgénico em Portugal no último século. Desde 2005 até agora, precisamente quando o cultivo de transgénicos recomeçou em Portugal, é muito significativa a subida da desaprovação nacional.
2 – Portugal está muito mal informado sobre transgénicos
Considerando todos os países da União Europeia, e ainda alguns outros, o Eurobarómetro mostra que percentagem da população já ouviu falar em transgénicos. A situação portuguesa é tão dramática que chega a ser embaraçosa: somos dos mais mal informados da Europa, apenas à frente de Malta, e estamos 36 pontos percentuais abaixo da Alemanha! Note-se ainda que em Malta não há cultivo de transgénicos, pelo que é natural que a controvérsia seja menor.
Qual a posição oficial portuguesa quanto aos OGM?
A Agência Portuguesa do Ambiente (APA, I.P.) apresenta uma boa resenha sobre a posição oficial portuguesa quanto à colocação no mercado de produtos transgénicos ou OGM. Citamos um excerto, mas aconselhamos vivamente que visite a página para informações detalhadas e legislação:
De acordo com a Diretiva 2001/18/CE, uma empresa que pretenda colocar no mercado um produto que contenha ou seja constituído por OGM deve submeter uma notificação à autoridade competente de um Estado-membro. Esta notificação deve incluir uma avaliação completa dos riscos ambientais. Após receção da notificação a autoridade competente emite um parecer – Relatório de Avaliação. No caso de o parecer ser favorável, a notificação, assim como o relatório de avaliação, são enviados aos outros Estados-membros e Comissão, que podem pedir informações complementares, fazer comentários ou apresentar objeções fundamentadas.
No caso de não haver objeções dos outros Estados-membros ou da Comissão, a autoridade competente que realizou a avaliação de risco autoriza a colocação no mercado.
Se existirem objeções, o procedimento prevê uma fase de conciliação entre os Estados-membros, Comissão e notificador. Se após esta fase de conciliação as objeções são mantidas, a decisão é tomada ao nível europeu. A Comissão consulta a opinião da EFSA.
Aparentemente parece que Portugal está a controlar a venda e produção desta estirpe avassaladora de alimentos, mas infelizmente a realidade mostra-nos que as falhas no sistema previsto e a corrupção e lobbies têm sido o único método de aprovação em Portugal.
Como evitar estes produtos nas grandes superfícies?
A Plataforma Transgénicos Fora tem feito um esforço luvável de disseminação de informação e recolha de dados para análise e eis um excerto de um dos seus estudos mais polémicos (já falado nas televisões portuguesas, mas que a população em geral ignorou.
Os dez maiores hipermercados portugueses foram visitados em Lisboa e no Porto e avaliados quanto ao risco a que expõem os seus clientes no tocante aos alimentos transgénicos: os resultados demonstram grandes diferenças que podem ajudar os portugueses a decidir onde fazer as suas compras. Na prática apenas um hipermercado – o Minipreço – preencheu todos os requisitos da avaliação realizada, fic ando por isso em primeiro lugar no total de garantias oferecidas a quem o visita. Isto significa, entre outros, que, na altura e nas lojas em que foi visitado, não vendia qualquer marca de óleo com soja transgénica, incluindo na sua marca própria. Além disso tem definida e implementada uma política explícita de exclusão de transgénicos em toda a sua gama minipreço. Os segundos classificados – o Jumbo e o El Corte Inglés (ex-aequo) – tiveram menos dois pontos porque não protegem completamente os seus clientes: muito embora excluam os transgénicos da sua linha própria estão a vender outras marcas que usam transgénicos.
O Aldi e o Froiz ocupam o 4º lugar com menos dois pontos porque, ao contrário dos referidos, não responderam à carta registada da Plataforma a questionar sobre a sua política relativa ao uso de transgénicos nos seus produtos de marca própria. Em 6º lugar ficou o Lidl, que se distingue dos anteriores por permitir soja transgénica no óleo alimentar mais barato que tem à venda.
Nos últimos lugares temos o Continente e o Pingo Doce, que ficaram empatados em 7ª posição, seguidos pelo E. Leclerc (9º) e finalmente o Intermarché em último lugar. Nesta grande superfície revelou-se a discrepância entre uma política anunciada de exclusão de transgénicos e a sua presença efetiva nos produtos de marca própria. Esta empresa explicou à Plataforma Transgénicos Fora que estava ainda a esgotar stocks existentes, reconhecendo a incoerência (embora temporária).
Vale a pena referir que quem pretender evitar adquirir inadvertidamente alimentos que contenham produtos transgénicos pode abastecer-se com produtos certificados de agricultura biológica, em especial nas cooperativas e lojas especializadas nesses produtos.
Note-se que a AMI, que comercializa a marca solidária SOS-Pobreza a qual inclui óleo com soja geneticamente modificada, anunciou, na sequência de um contacto da Plataforma Transgénicos Fora, que tinha decidido deixar de o comercializar por forma a proteger os consumidores e o ambiente contra a exposição à soja transgénica. Uma decisão equivalente deve agora ser tomada por todos os hipermercados que operam no território nacional de modo a eliminar das suas prateleiras todas as marcas que incluem soja transgénica e assim optar firmemente pela segurança alimentar de todos.
O que é o sistema imunitário?
O sistema imunitário é o mecanismo de defesa do corpo - o exército com o qual o corpo se protege contra organismos causadores de doenças, como os vírus, as bactérias ou os fungos, conhecidos como agentes patogénicos. As tropas que constituem este exército são vários tipos de glóbulos brancos, produzidos na medula óssea.
Quando funciona bem, o sistema imunitário está constantemente em alerta para nos proteger de infecções, infestações e invasores de uma forma geral.
Como funciona?
Um agente patogénico invasor tem de ultrapassar vários obstáculos para conseguir infectar o corpo. Primeiro, o agente patogénico tem de penetrar na barreira externa da pele, ou sobreviver ao ácido gástrico, se entrar pelo tracto digestivo. As passagens nasais podem parecer uma boa rota de entrada, mas segregam um muco que apanha e expele a matéria patogénica. A saliva e as lágrimas contêm enzimas antibacterianas para neutralizar os agentes patogénicos que tentam entrar através da boca ou dos olhos.Os agentes patogénicos que passam a barreira das enzimas salivares e do ácido gástrico, ainda têm de lutar contra o muco gastrointestinal, que consegue capturá-los e expeli-los. Adicionalmente, o intestino contém mais de 70% da totalidade de células imunitárias do corpo, que procuram e destroem agentes patogénicos que conseguiram passar pela boca e pelo estômago. Qualquer matéria patogénica que entre na corrente sanguínea através do tracto digestivo terá de percorrer o fígado, onde existem mais células imunitárias para lidar com ela.
Se um agente patogénico conseguir passar por todas estas defesas e infectar células de tecido, é desencadeada uma resposta imunitária.
• As células danificadas pedem ajuda (libertando químicos como a TNF-α, que atraem as células imunitárias).
• As células imunitárias surgem e identificam o agente patogénico como mau/hostil para o corpo e chamam mais tropas que atacam e idealmente matam o agente patogénico. Os sintomas deste ataque são uma temperatura mais elevada, cansaço e algumas dores, glândulas linfáticas ligeiramente inchadas e possivelmente corrimento nasal.
• O sistema imunitário pode também criar um anticorpo para esse agente patogénico. Um anticorpo é semelhante a algemas personalizadas, que se agarra ao invasor e permite que as tropas alertadas o localizem e matem. O anticorpo permanece no sistema, pronto a utilizar se aquele invasor específico surgir novamente.
Se o seu sistema imunitário estiver a funcionar bem
• Não será vítima de todos os invasores que o rodeiam• Irá combater as infecções com bastante facilidade
• Não estará constantemente com prurido e a espirrar
• Sentirá um bem-estar geral
Se tiver um sistema imunitário perfeitamente funcional, aquando da exposição a um invasor, conseguirá expulsá-lo rapidamente e os sintomas, como o aumento de temperatura, não durarão muito tempo.
E se não estiver apto para o trabalho?
Um sistema imunitário débil dificulta a tarefa de combate à infecção por vírus, bactérias ou fungos.O sistema imunitário demorará mais tempo a detectar e vencer o invasor, por isso os sintomas como o aumento de temperatura, as glândulas inchadas, a garganta inflamada, o catarro, etc. surgirão com maior frequência.
O que poderá causar a debilidade do sistema imunitário?
• Dieta desequilibrada• Consumo excessivo de alimentos gordos
• Consumo excessivo de bebidas alcoólicas
• Tabagismo
• Stress e depressão
• Dormir pouco
- BLUE UP
Será uma alimentação vegetariana adequada para um desportista?
Atletas como Edwin Moses, Carl Lewis e Paavo Nurmi tornaram-se famosos não apenas pelos seus feitos desportivos mas também pelos seus hábitos alimentares: todos eram vegetarianos.
Existem várias gradações de uma alimentação dita vegetariana:
Frugívora: a alimentação inclui apenas frutas cruas ou secas, frutos oleaginosos e sementes. Poderá incluir produtos hortícolas;
Macrobiótica: exclui todos os alimentos de origem animal, derivados de leite e ovos. Apenas inclui cereais, grãos e condimentos ditos “naturais” e “orgânicos”, não processados nem refinados;
Vegan: exclui todos os alimentos de origem animal, derivados de leite e ovos. No seu sentido mais extremo, exclui todos os produtos com ingredientes de origem animal, como o mel, gelatina, seda e lã;
Lacto-vegetariana: exclui todos os alimentos de origem animal e ovos, mas inclui leite e produtos lácteos;
Ovo-lacto-vegetariana: exclui todos os alimentos de origem animal mas inclui leite, lacticínios e ovos;
Semi-vegetariana: exclui carne vermelha mas inclui carnes brancas, peixe, ovos e produtos lácteos.
Várias são as razões pelas quais um atleta é ou se torna vegetariano. Estas poderão ser de cariz cultural e religioso; por exemplo, a maioria dos budistas não ingere carne, sendo que os mais radicais são vegan, e os hindus, além de excluírem a carne de vaca, muitos restringem a ingestão de outros tipos de carne, sendo a maioria lacto-vegetariana.
Outras razões frequentes prendem-se com convicções éticas no que respeita aos direitos dos animais e, também, questões de carácter ambiental. Para além destas, questões relacionadas com a saúde e com o rendimento desportivo também são frequentemente citadas. Dietas vegetarianas são especialmente populares entre atletas de fundo e meio fundo, uma vez que este grupo de atletas se esforça diariamente por consumir uma alimentação rica em hidratos de carbono, e por manter um peso corporal baixo.
Como a alimentação vegetariana é inerentemente rica em hidratos de carbono, poderá tornar-se vantajosa em termos de manutenção e restauração dos níveis de glicogénio (as nossas reservas de hidratos de carbono) muscular e hepático, essenciais para modalidades de resistência.
Porém, tendo em conta que não existe um número suficiente de trabalhos científicos acerca de dietas vegetarianas em desportistas, não se podem tirar conclusões definitivas sobre os possíveis benefícios ou efeitos adversos deste tipo de alimentação no rendimento desportivo.
Existem várias gradações de uma alimentação dita vegetariana:
Frugívora: a alimentação inclui apenas frutas cruas ou secas, frutos oleaginosos e sementes. Poderá incluir produtos hortícolas;
Macrobiótica: exclui todos os alimentos de origem animal, derivados de leite e ovos. Apenas inclui cereais, grãos e condimentos ditos “naturais” e “orgânicos”, não processados nem refinados;
Vegan: exclui todos os alimentos de origem animal, derivados de leite e ovos. No seu sentido mais extremo, exclui todos os produtos com ingredientes de origem animal, como o mel, gelatina, seda e lã;
Lacto-vegetariana: exclui todos os alimentos de origem animal e ovos, mas inclui leite e produtos lácteos;
Ovo-lacto-vegetariana: exclui todos os alimentos de origem animal mas inclui leite, lacticínios e ovos;
Semi-vegetariana: exclui carne vermelha mas inclui carnes brancas, peixe, ovos e produtos lácteos.
Várias são as razões pelas quais um atleta é ou se torna vegetariano. Estas poderão ser de cariz cultural e religioso; por exemplo, a maioria dos budistas não ingere carne, sendo que os mais radicais são vegan, e os hindus, além de excluírem a carne de vaca, muitos restringem a ingestão de outros tipos de carne, sendo a maioria lacto-vegetariana.
Outras razões frequentes prendem-se com convicções éticas no que respeita aos direitos dos animais e, também, questões de carácter ambiental. Para além destas, questões relacionadas com a saúde e com o rendimento desportivo também são frequentemente citadas. Dietas vegetarianas são especialmente populares entre atletas de fundo e meio fundo, uma vez que este grupo de atletas se esforça diariamente por consumir uma alimentação rica em hidratos de carbono, e por manter um peso corporal baixo.
Como a alimentação vegetariana é inerentemente rica em hidratos de carbono, poderá tornar-se vantajosa em termos de manutenção e restauração dos níveis de glicogénio (as nossas reservas de hidratos de carbono) muscular e hepático, essenciais para modalidades de resistência.
Porém, tendo em conta que não existe um número suficiente de trabalhos científicos acerca de dietas vegetarianas em desportistas, não se podem tirar conclusões definitivas sobre os possíveis benefícios ou efeitos adversos deste tipo de alimentação no rendimento desportivo.
Os 5 Legumes de Inverno Mais Saudáveis
Durante o inverno, o corpo precisa de mais vitaminas e minerais para suportar o frio, e verduras frescas oferecem uma ótima opção para se manter saudável. Os Vegetais são ricos em vitamina C e outros minerais úteis que o corpo precisa para combater doenças e manter a boa saúde. Aqui estão 5 das hortaliças mais saudáveis no inverno:
1. Alcachofra
Alcachofra é um vegetal que é comumente consumido durante o inverno. É benéfico para o corpo porque é uma grande fonte de vitamina C e fibras. Sabe-se que alcachofra pode aumentar o fluxo biliar e ajuda a digestão. Antes de comer este vegetal, primeiro você tem que remover os espinhos. A Alcachofra pode ser cozida ou frita. Se você estiver fervendo suaalcachofra, você não deve cobrir a panela, porque isso irá permitir que os ácidos prejudiciais no vegetal evaporem.
2. Kale
Kale é um tipo de repolho que é rico em beta-caroteno, vitamina C, vitamina K e cálcio. Os nutrientes que podem ajudar a combater o câncer e controlar doenças inflamatórias, bem como fortalecer o sistema imunológico. A Kale às vezes é congelada antes de ser usada para cozinhar, porque o gosto é mais doce quando é exposta à geada. Ela pode ser cozida no vapor ou salteada, ou servida crua em saladas.
3. Repolho
O Repolho é também conhecido como Brassica Oleracea, e está disponível nas formas de repolho roxo e couve cone padrão. Este vegetal tem um único tronco curto, e é considerada uma planta com flores herbáceas. O Repolho é uma excelente fonte de vitamina B, vitamina C, cálcio, magnésio, fósforo, proteínas e zinco. Tem alta propriedades anti-inflamatórias, e pode ajudar a prevenir ou reduzir o inchaço. É também um bom remédio para dores de cabeça, úlceras e doenças de pele. O Repolho é normalmente servido cru como ingrediente em saladas, mas também pode ser usado para cozinhar em sopas e ensopados.
4. Rúcula
A Rúcula é um vegetal de folhas verdes que pertence à mesma família de vegetais do repolho, brócolis e couve-flor. Ela contém altas quantidades de vitamina A, vitamina C, vitamina K, cálcio e ferro, e pode ajudar a prevenir doenças como degeneração macular e câncer. A Rúcula também tem baixos níveis de oxalato, um composto que pode interferir com a absorção de nutrientes pelo corpo.
Enquanto comer rúcula crua pode trazer grandes benefícios ao seu corpo, a maneira saudável de consumir este vegetal é cozinhá-lo com um pouco de óleo. De acordo com nutricionistas, um pouco de gordura pode ajudar o corpo a absorver melhor os nutrientes.
5. Abóbora
A Abóbora se refere a um grupo de vegetais ricamente coloridos que têm altos níveis de carotenos, vitamina B1, vitamina C, ácido pantotênico, ácido fólico, potássio e fibras. Geralmente, uma abóbora que é mais ricamente colorida tem uma maior concentração de nutrientes. Este vegetal pode ajudar a proteger o organismo contra doenças cardíacas, câncer e diabetes. Você pode cozinhar abóbora em água ou vapor, ferver ou assar.
Substâncias naturais que melhoram o humor
Existem algumas substancias recomendadas frequentemente por Naturopatas e nutricionistas, saiba quais são:
A geleia real
É o produto de apicultura mais indicado como estimulante e tonificante, pelo que costuma ser usada nos estados de astenia (fraqueza) e de fadiga física e mental. «Deve ser consumida em estado puro (uma a duas colheres por dia) e, preferencialmente, de manhã em jejum», recomenda o naturopata João Beles.
Suplemento
ZELL OXYGEN+GELEIA REAL
O hipericão
Exerce um efeito positivo sobre os sintomas depressivos, comprovado por inúmeros estudos científicos. Entre os seus componentes, é de destacar a hiperforina e a hipericina, constituintes fitoquímicos aos quais se atribui a sua ação
anti-depressiva. É muito eficaz e não tem praticamente efeitos secundários quando comparado com os fármacos
anti-depressivos.
Suplemento
HYPERIFORCE
De acordo com João Beles «a entidade reguladora da Saúde na Alemanha defende a administração de preparados de hipericão (2 a 4 g diários) para tratar depressões leves a moderadas e, mais recentemente, um estudo publicado em 2005 no British Medical Journal, confirma a sua eficácia também em depressões graves».
O ginseng
A sua raíz concentra ginsenósidos, vitaminas (principalmente do grupo e minerais como o potássio, o cálcio, o fósforo, o ferro e o magnésio. Os produtos com o pó da sua raiz são muito eficazes para combater a astenia e os estados de desânimo.
A hortelã, a segurelha, a damiana e a angélica
São as melhores opções, juntas ou em separado, para fazer uma infusão moduladora do ânimo, devido às suas propriedades tonificantes do sistema nervoso.
O guaraná
Um tónico estimulante que se toma em cápsulas (uma ou duas antes de cada refeição) ou como refresco.
Suplemento
GUARANÁ
O aloé vera
O seu suco estimula as defesas. Um copo pequeno por dia (pode
bebê-lo) desintoxica o organismo, promovendo um melhor funcionamento celular.
A lúcia-lima
Indicada para estados de depressão e desânimo. Tem uma ação sedativa suave e alivia o mal-estar abdominal causado pela tensão nervosa. Coloque uma colher de folhas secas por cada chávena de água. Ferva durante cerca de dois minutos, deixe repousar, coe e tome-a em golos pequenos duas ou três vezes ao dia.
O tomilho
É rico num aminoácido, a lisina (o seu défice pode causar cansaço), que lhe confere um efeito sedativo, facilitando o sono. Ingira-o como tempero, em infusão ou sopa (um ramo em 250 ml de água).
Suplemento
GRIPOFIT
O alecrim
É um estimulante estupendo para os casos de fadiga e estados anímicos, uma vez que contém ácido rosmarínico e outras substâncias, que exercem um efeito tónico e estimulante. A sua ingestão pode aliviar os sintomas depressivos. Tome em infusão, fervendo durante dois minutos uma colher de ramos floridos de alecrim por chávena de água. Tape e deixe repousar 10 minutos. Coe e beba duas ou três chávenas por dia.
O chá verde
Costuma-se dizer que esta planta, a camellia sinensis, desperta a mente e melhora o ânimo suavemente, promovendo o otimismo. «Em algumas pessoas, pode substituir a ingestão do café», refere João Beles. Tem a vantagem de ter um efeito acumulativo, pelo que não provoca subidas de humor repentinas e imediatas, mas sim um estado de bem-estar constante.
Fonte: https://www.facebook.com/natursintonia
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