É possível acabar com as estrias?

Quando a pele é excessivamente esticada, um dos resultados pode ser o surgimento de pontos, riscos, frequentemente de cor rosa, na pele. Essas são as estrias. Quando as estrias surgem pela primeira vez costumam ter uma coloração bem intensa, mas se tornam mais claras com o tempo.




Porém, a textura e os riscos das estrias não somem sozinhos. Elas aparecem com frequência nas coxas, nas nádegas, nos braços (geralmente perto da axila), no abdômen e nos seios. Considere que as estrias são inofensivas e quase sempre não requerem atenção médica. Mas se você é consciente de suas estrias e está envergonhada com a situação, deve se perguntar, é possível se livrar das estrias? Leia mais e descubra!


Causas


Antes de se livrar das estrias, o primeiro passo é determinar o que as está causando:


  • Gravidez

  • Perda ou ganho rápido de peso

  • Uso prolongado de corticosteroides

  • Surtos de crescimento, principalmente na adolescência

  • Grande aumento da massa muscular, principalmente nos braços e nas pernas

  • Transtornos genéticos, como a síndrome de Marfan ou a síndrome de Ehler-Danlos

  • Uso prolongado de esteroides

Tratamento das estrias


Agora, vejamos algumas maneiras de tratar as estrias. Estrias relativamente novas podem ser tratadas com creme de tretinoína, que ajuda a reconstruir o colágeno e pode ajudar a curar a pele, mas, só funciona se usado nas primeiras semanas de desenvolvimento das estrias.


Porém, mulheres grávidas não devem realizar esse tratamento, pois os efeitos da tretinoína tópica sobre o feto ainda são desconhecidos.


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A terapia com laser pulsado promove o crescimento de colágeno e elastina e pode ajudar a alterar a textura das estrias quando essas são relativamente novas. Esses tratamentos de pulsos de luz de alta intensidade não afetam as camadas mais externa da pele, mas causam um dano intencional e controlado de cromóforos situados na derme.


As opções para as estrias velhas são:


A microdermabrasão age sobre a pele suavemente, através de um aparelho que produz um jato de microcristais, bombardeando a pele ao mesmo tempo em que aspira os cristais e a pele atingida pelo tratamento. Ele só afeta a camada mais externa da pele, provocando o crescimento de uma nova superfície.


Os laseres Excimer promovem o desenvolvimento de melanina nas estrias e ajudam a equilibrar sua cor. Uma terapia que funciona em estrias novas e velhas é a exfoliação química com ácido glicólico. Os médicos limpar a região a ser tratada primeiro, e depois aplicam a solução química para ferir intencionalmente a pele, o que causa sua regeneração.


Também existem vários cremes, tais como manteiga de cacau, manteiga de karité e vitamina E, que podem ser usados em casa e podem ser efetivos. Os cremes manterão a pele lubrificada e podem acelerar o clareamento da cor.


Algumas pessoas afirmam que obtêm resultados com essas aplicações, e outras dizem ver pouca ou nenhuma mudança. Outros tratamentos tópicos comuns incluem o óleo de rícino, azeite de oliva, ácidos de frutas, envolturas de algas e outras plantas medicinais.


As estrias podem ser diminuídas com cremes, e em função de uma série de fatores, pode ser que o tratamento chegue muito perto do desaparecimento provocado por cirurgias. Infelizmente, nada acaba por completo com todos os sinais das estrias.


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7 razões pelas quais os seios podem doer

Muitas mulheres relacionam a dor nos seios com o câncer de mama, e isso pode causar preocupação. Porém, a maior parte dos casos de dor nos seios não está relacionada com essa doença e é por isso que é bom conhecer as outras razões pelas quais os seios podem doer.




A maior parte das mulheres costuma apresentar dores nos seios a qualquer momento de sua vida, pois esse é um sintoma comum de mudanças hormonais em períodos de menstruação ou inclusive na gravidez.


A inflamação ou sensibilidade dos seios antes ou durante o período menstruais é algo muito comum, que não está relacionado com algo grave e que pode ser causada simplesmente por uma mudança hormonal.


Se você não encontra anomalias ao fazer um autoexame dos seios, mas apresenta dores frequentes, é possível que outras patologias benignas estejam influenciando o sintoma. A seguir, falaremos sobre as causas mais comuns para as dores nos seios. Confira!


1. Causas hormonais


Geralmente adolescentes que iniciam seu ciclo menstrual costumam sentir certa dor nos seios. Inclusive, a tensão pré-menstrual pode causar dor antes da menstruação.


Muitas mulheres sofrem dores nos seis durante toda a sua etapa fértil, sendo mais frequentes na metade do ciclo menstrual, coincidindo com a ovulação e com os dias prévios à menstruação.  Essas duas fases do ciclo coincidem com as mudanças mais bruscas nos níveis dos hormônios femininos.


Além disso, o uso de anticoncepcionais e a terapia de substituição hormonal também podem ter fortes influencias sobre esse problema.


2. Gravidez


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Um dos primeiros sintomas que se apresentam durante a gravidez é a dor nos seios. A mulher costuma apresentar maior sensibilidade quando engravida mais cedo ou quando experimenta a sua primeira gravidez.


Geralmente, no primeiro trimestre da gravidez surgem dores, os seios crescem e veias azuis na região se tornam visíveis, indicando um aumento do fluxo sanguíneo.


3. Lactação


Quando a mulher dá a luz, costuma apresentar dor nos seios devido ao aumento da produção de leite, e isso independe de ela estar amamentando ou não. Entretanto, é preciso dar muita atenção caso a dor se torne frequente, intensa e não melhore, pois esse pode ser um indicativo de mastite.


4. Mastite


Verdades sobre os seios que você não sabia


A mastite é a inflamação da glândula mamária, que ocorre devido à obstrução de alguns condutos do seio. Essa inflamação pode ser causada por uma infecção na mama gerada por vírus, bactérias ou fungos. Os sintomas que devem nos deixar em alerta são: vermelhidão dos seios, dor e principalmente febre.


5. Cistos nas mamas


Os cistos mamários são uma espécie de sacos cheios de líquido que se formam no interior dos seios. Costumam se formar quando as glândulas mamárias normais crescem, e pode ser que se forme um ou mais cistos. Eles costumam ser benignos e caracterizam-se por causar dor nos seios. Quando são muito grandes podem ser apalpados, mas alguns requerem uma mamografia ou ecografia para serem detectados.


6. Abcessos nos seios


Os abcessos nos seios nada mais são do que o acúmulo de pus no tecido mamário, ou seja, trata-se de um processo infeccioso. É um problema que pode causar muita dor nos seios, e é possível sentir nós moles na região afetada. Geralmente é causado por bactérias, que entram no seio através das fissuras nos mamilos, ou por problemas com a lactação. Independentemente da causa, o melhor é consultar um médico para realizar os exames necessários e receber o tratamento mais adequado.


7. Câncer de mama


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Como mencionamos inicialmente, muitas mulheres costumam relacionar a dor nos seios com o câncer de mama, e geralmente não é exatamente disso que se trata. A dor nos seios é um dos sintomas que mais demoram a aparecer quando sofremos de um câncer de mama. Se a mulher detectar e tratar a tempo qualquer anomalia nos seios, é possível que ela nem chegue a sentir uma dor na região causada por um câncer.


Recomendações para prevenir e tratar a dor nos seios


Geralmente não é necessário usar medicamentos para aliviar a dor nos seios. O que se pode considerar são algumas mudanças no estilo de vida que podem ajudar a tratar e prevenir o problema. Então, atenção:


  • Evite o uso de sutiãs que apertem muito os seios;

  • Mantenha uma alimentação saudável, com baixo teor de gorduras e rica em frutas, vegetais e grãos;

  • Mantenha o peso equilibrado, pois isso ajuda a estabilizar os níveis hormonais;

  • Incremente o consumo de vitamina B6 (piridoxina), vitamina B1 (tiamina) e vitamina E;

  • Em caso de dor, aplique remédios caseiros tais como compressas de água, de suco de limão, vinagre ou café.

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Os perigos de consumir enlatados

Uma grande quantidade de alimentos que encontramos no mercado é enlatada ou envasada. Pesquisas indicam que o tipo de material utilizado para armazenar esses alimentos produz um composto tóxico que prejudica a saúde. Nesse artigo, falaremos sobre quais são os perigos quando consumimos tais alimentos.




As latas possuem um recobrimento especial feito com resinas de bisfenol A. Mas lembrar desse nome não é importante, o que devemos mesmo saber é que essa substância se acumula em nosso organismo e seus efeitos são muito ruins.


Uma pesquisa feita pela Universidade de Harvard revelou que pessoas que consumiram sopas enlatadas durante cinco dias consecutivos apresentaram uma grande quantidade de bisfenol A na urina. Depois, mediram os níveis da substância por mais cinco dias sem que o composto fosse ingerido e tal substância não foi encontrada.


O bisfenol A é tóxico?


O bisfenol A é muito estudado no meio científico. Uma publicação do Journal of the Medical Association indica que esse composto é usado para produzir plásticos, resinas e latas. Nos Estados Unidos foi publicado um informe que mostrou os altos níveis do composto em bebês, crianças e fetos.


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O Canadá foi o primeiro país do mundo a declará-lo como substância tóxica e o mesmo aconteceu na União Europeia, onde proibiram seu uso na produção de garrafas. Porém, as resinas de bisfenol A continuam sendo usadas em outros produtos, como é o caso do recobrimento de latas de metal que armazenam alimentos e bebidas.


Ainda não existem informações suficientes para saber exatamente quais são todos os efeitos daninhos do acúmulo de bisfenol A no organismo. Os testes com animais tem sido alarmantes. Por exemplo, sabe-se que o composto é um desregulador endócrino, ou seja, pode alterar o funcionamento do sistema hormonal. Costuma estar associado a diabetes, doenças cardiovasculares e obesidade.


Então o problema não é tanto o conteúdo das latas (mesmo que também seja preciso prestar atenção a isso), mas sim no contato que os alimentos têm com o bisfenol A. Graças a essas pesquisas, os cientistas estão fazendo o possível para que a substância seja eliminada dos produtos enlatados ou, inclusive, não se comercialize mais alimentos armazenados nesse tipo de recipiente.


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Os riscos da comida enlatada


Além de nas latas, o bisfenol A está presente no plástico e em certos alimentos embalados à vácuo. Os únicos recipientes que estão à salvo são os de vidro ou papel (você já reparou como o gosto de um alimento varia de acordo com o recipiente onde é armazenado?)


Os produtos químicos sintéticos usados para embalar, armazenar e processar os alimentos são inimigos silenciosos. Ninguém sabe o que está ingerindo e o que isso pode causar à saúde. A maior parte desses compostos não é inerte, por isso podem se infiltrar na comida sem problemas.


Pessoas que consomem muita quantidade de alimentos enlatados são mais propensas a se expor a essas substâncias, que, como dito anteriormente, causam obesidade, mudanças hormonais, problemas cardíacos e diabetes.


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Ainda não se sabe muito a respeito, e nem quais são as etapas cruciais da substâncias uma vez que está dentro do organismo. O que é conhecido e confirmado é que as latas contêm substâncias tóxicas “populares”, tais como o formaldeído, conhecido por ser cancerígeno. Esse tipo de substância (mesmo que em menor quantidade) também é encontrado em garrafas de plástico.


Os perigos das latas de atum


Não há duvidas de que esse é um dos alimentos mais consumidos, já que não requer cozimento e pode ser adicionado a uma infinidade de pratos. Os benefícios do peixe (por conter ácidos graxos Ômega 3 e fósforo) são perdidos devido ao mercúrio contido nas latas que armazenam o atum.


O mercúrio é um metal com efeitos tóxicos no sistema nervoso. Além de estar presente nas latas, sabe-se que em algumas áreas onde certas espécies de peixes são pescadas o composto também está presente. Ele pode aumentar o risco de sofrermos de infartos do miocárdio, alterações neuro-sensoriais, interferência no desenvolvimento neurológico (no caso do feto), etc.


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Os ricos do recobrimento das latas de alumínio


A maior parte das latas utilizadas para armazenar alimentos, vendidas em supermercados, tem um revestimento plástico conhecido como resina de epóxi, que é aplicada superficialmente. Esse processo é realizado para evitar que os alimentos reajam com seus ácidos e erodam o material. O formato das latas e a aplicação desse revestimento visam a maior durabilidade das latas.


A intoxicação das latas, um problema antigo


Se você pensa que problemas com alimentos enlatados é algo recente, deve conhecer a história da fatídica expedição de John Franklin ao Ártico, onde muitos dos tripulantes do barco morreram devido ao consumo de comidas enlatadas.


Isso só foi descoberto e confirmado anos depois, com diferentes pesquisas e estudos. A causa das mortes foi envenenamento por chumbo, que era usado para soldar as latas de conserva. Existe um fundo de mito nesse relato, e os procedimentos para armazenar os alimentos foi mudado, mas é bom saber que o problema com as latas não é novo.


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Sintomas de uma hérnia de disco

São muitas as pessoas que sofrem de hérnia de disco. É um problema doloroso e incapacitante, além de ser grave, o que faz com que seja importante conhecer melhor seus sintomas.




Como já sabemos, a coluna vertebral é uma ligação de peças complexas anatômicas: ossos, músculos e ligamentos que, em dado momento, pode nos dar problemas. A seguir, explicaremos melhor a respeito.


Como saber se sofro de hérnia de disco na coluna?


1. O que é a hérnia de disco?


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Mas, o que realmente são esses discos na coluna que nos causam tanta dor e incômodo? Bom, para compreender isso precisamos pensar nos tecidos existentes entre os ossos e a coluna vertebral, que possuem uma textura mole e um revestimento exterior duro e que atuam como amortecedores, adaptando-se ao movimento que realizamos (esses são os discos, e o que causa a hérnia de disco).


Em certas ocasiões eles são degradados, deixando que o tecido branco se exponha, assim, ele pressiona os nervos e causa dor ao mesmo tempo em que perde a capacidade de amortecer a região.


2. Por que sofremos de hérnia de disco?


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Basicamente, a hérnia de disco aparece com o passar dos anos. A medida que envelhecemos a coluna se torna menos flexível, um pouco mais rígida e os ligamentos que rodeiam os discos, as vezes, podem se desgastar.


Esses discos também se tornam mais rígidos, porque perdem hidratação e se degeneram. Sentimos dor sem saber a causa, por isso vale a pena conhecer os sintomas dessa doença.


3. Sintomas de uma hérnia de disco


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  • Em primeiro lugar é preciso saber que dependendo da região do corpo que dói, podemos ter um indicativo da região onde está localizada a hérnia. Isso é importante.

  • Caso você sofra de formigamentos, dormência, e peso nas pernas, é muito possível que a hérnia esteja localizada na região lombar. Se sente incômodos no meio das costas, é provável que se trate de uma hérnia dorsal, e se nota tensão e sofrimento na região do pescoço e inclusive na região dos braços, é possível que sofra de uma hérnia cervical.

  • Sintomas da hérnia de disco cervical: dor e sensação de rigidez no pescoço, impossibilidade de movimentá-lo com facilidade de um lado a outro, câimbras na região que descem para os ombros e braços, e inclusive enjoos e desmaios. Além desses sintomas é muito comum sentir os braços e as mãos dormentes durante a noite, inclusive carregar peso pode se tornar mais difícil e é possível sentir-se fraco e deixar as coisas caírem com mais frequência. Ou seja, são sintomas incômodos e incapacitantes.

  • Sintomas da hérnia de disco lombar: nesse caso a dor se concentra na parte baixa das costas, onde se sente um ardor estranho, um calor forte que faz com que tenhamos que manter as costas bem retas. Também se sente uma rigidez muscular acompanhada por câimbras que podem chegar até as pernas. Essa é conhecida como dor irradiada, ou, inclusive, ciática. São muitas as pessoas que comentam que as vezes sentem dor até mesmo nos pés, formigamento, fraqueza e inclusive incontinência. É um caso muito extremo, mas também pode ocorrer e se ocorrer é preciso procurar um médico imediatamente.

  • Os médicos também nos falam sobre a dor irradiada. O que essa dor significa? Bom, basicamente isso quer dizer que a dor se apresenta em uma parte do corpo, porém, a hérnia se encontra em outro lugar e não na parte que nos dói. É como quando, por exemplo, temos uma hérnia nas costas e sentimos dores, que são reflexo dessa hérnia, nas pernas. É um problema que ocorre principalmente em um disco intervertebral. É muito comum, por exemplo, sentirmos dores nos glúteos, um ardor que se estende desde essa região até a parte interna da perna. Se isso te ocorre é bom ficar atento à possibilidade de sofrer de uma radiculopatia. Mas, sempre será melhor que o médico dê um diagnóstico.

4. Quando devemos procurar por ajuda médica?


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A dor provocada por qualquer tipo de hérnia de disco interfere em nossa vida normal. Não conseguimos andar, trabalhar ou carregar peso com normalidade. Apresentamos dificuldades para dormir e até o ato de nos sentarmos em uma cadeira se torna muito custoso. Se esses sintomas persistem por duas semanas seguidas é preciso que procuremos por ajuda médica para que os exames pertinentes sejam realizados e proporcionem um diagnóstico fiel, bem como o melhor tratamento.


Os médicos também alertam que devemos procurar um hospital com urgência caso cheguemos a apresentar incontinência urinária ou de controle de esfíncteres. Nesse caso é evidente que a hérnia está dificultando as funções normais do organismo, e essa é uma prova clara de que existe uma clara gravidade resultante da doença.


Em geral o tratamento requer intervenções cirúrgicas, mas não há motivo para preocupações, as cirurgias sempre são bem sucedidas e permitem que a vida volte à normalidade. Assim, já sabemos, é preciso ter atenção aos sintomas, as dores, e não deixar de consultar um médico caso tudo o que relatamos aqui seja observado. Sem duvidas, valerá a pena, pois cada um de nós merece viver com qualidade!


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Que tipo de pessoa você é? Visual, cinestésica ou auditiva?

Como todos sabem, o ser humano dispõe de cinco sentidos que permitem nosso relacionamento com o mundo que nos rodeia: olfato, paladar, tato, visão e audição. Mas, geralmente, cada um de nós utiliza um ou dois sentidos mais que os outros para interagir com o meio e tirar dele informações. Que tal saber um pouco mais sobre quais são os sentidos que se destacam em você?




Como você se relaciona com o mundo?


Uma teoria enunciada pela corrente da Programação Neurolinguística, nos diz que o mundo em que vivemos é percebido de maneira diferente por cada pessoa. Cada um de nós o capta através desses sentidos, que utilizamos com mais frequência segundo nossa personalidade.


É uma perspectiva curiosa, que vale a pena considerar para que nos conheçamos um pouco melhor. É possível que você mesmo utilize mais de um dos cinco sentidos, ou inclusive, dois deles com mais frequência. É curioso saber que essa perspectiva também tem a ver com nossa predominância cerebral, ou seja, existem pessoas que utilizam mais o lado esquerdo do cérebro, por exemplo, e têm mais tendência a utilizarem a lógica e serem obsessivas por ordem.


Por sua vez, pessoas que utilizam mais o lado direito do cérebro são mais criativas, flexíveis e inovadoras. A psicologia neurolinguística se preocupa dessas áreas com a finalidade de averiguar como interpretamos as pessoas e o mundo que nos rodeia. Então, você quer saber qual é sua tendência natural? Vamos lá! Descubra se você é uma pessoa visual, cinestésica ou auditiva.


1. Pessoas visuais


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Você é aquele tipo de pessoa que quando lê ou estuda precisa de silencio absoluto? É muito comum, por exemplo, que pessoas com maior predominância visual precisem de silencio quando querem se concentrar.


Algumas pessoas também gostam de colocar uma música enquanto dirigem, porque se sentem mais relaxadas, mas quando querem procurar por uma rua ou um lugar específico precisem de mais atenção e então decidam desligar o som para ficarem mais tranquilas e concentradas.


São pessoas com muita energia e extremamente observadoras. Apreciam os detalhes das coisas e poucos aspectos lhes passam em branco. Na hora de memorizar sentem mais facilidade em se lembrarem de imagem, por isso precisam de notas que funcionam como um pequeno apoio. Gostam de parques ou bosques para se sentirem relaxadas e presam muito pela tranquilidade.


2. Pessoas auditivas


Ou você é do tipo de pessoa que costuma expressar seus sentimentos em voz alta? As vezes os outros se surpreendem com essa curiosa mania, mas na realidade muitas pessoas são assim. Verbalizam, falam consigo mesmas e assim, desabafam.


Também é comum que pessoas com um perfil auditivo gostem de escutar as outras pessoas, é assim, por exemplo, que conseguem memorizar e reter mais informações: escutam as pessoas em voz alta, quase nunca escrevem.


Também são pessoas de personalidade muito expressiva e com grandes dotes de comunicação. Sabem se expressar muito bem e gostam de escutar aos demais. Nada lhes escapa, podem ser capazes de seguir uma conversa ao mesmo tempo em que escutam uma música. Podem fazer várias coisas ao mesmo tempo, diferente daquelas pessoas que são visuais, e que em alguns momentos é difícil se concentrarem caso haja muitos estímulos no ambiente.


3. Pessoas cinestésicas


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Quais são seus hobbies? Gosta de trabalhos manuais? Cozinhar? Construir coisas com as mãos? Trabalhar ao ar livre? Manter um jardim bonito, cultivar, fazer as coisas crescerem com as mãos? É daquelas pessoas que gostam de praticar esportes?  Então o mais provável é que você seja uma pessoa Cinestésica.


A psicologia neurolinguística demonstra que pessoas cinestésicas, apesar de serem tranquilas, têm um gosto especial por emoções e tudo aquilo que esteja relacionado com coisas físicas e manuais. São pessoas que gostam de experimentar coisas sozinhas, antes de contá-las aos outros.


Sua expressividade se traduz no gosto por abraçar, acariciar e inclusive comer. São pessoas de intimidade que, geralmente, não costumam ter muito interesse em captar detalhes do que as rodeia como são as pessoas visuais, por exemplo. São mais espontâneas e menos introspectivas ou observadoras.


Podemos concluir dizendo que é possível que apresentemos uma porcentagem de cada uma dessas dimensões. Isso é normal, mas o mais certo é que cada um se identifique mais com alguma delas. As visuais são, por exemplo, um pouco mais relaxadas do que as auditivas ou as cinestésicas. Porém, as cinestésicas são um pouco mais inquietas e menos reflexivas.


Está claro que todos dispomos de algumas pinceladas de cada característica, mas o interessante dentro da perspectiva da psicologia neurolinguística é que nos oferece um prisma de como entendemos a realidade que nos cerca.


E, como é possível perceber, essas características estão ao mesmo tempo relacionadas com nossa personalidade, se somos mais tranquilos ou mais nervosos, mais reflexivos ou irreflexivos, se gostamos de nos comunicar ou se somos mais observadores, ou ainda, algo introspectivos.


Nossa forma de ser está intimamente ligada aos nossos sentidos, ao prazer de ver, tocar, experimentar, de nos comunicarmos.


Assim, compartilhe conosco. Como você se comunica com o mundo ao seu redor? Você se identifica como uma pessoa visual, auditiva ou cinestésica?


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Ervas medicinais para tratar o ácido úrico

O ácido úrico é um problema muito comum atualmente. Hábitos de vida incorretos e uma má alimentação são, sem dúvidas, os principais fatores que causam o surgimento desses resíduos metabólicos em nosso sangue.




A seguir, explicaremos o que a natureza pode fazer por você caso sofra os efeitos do ácido úrico. Conheça as plantas medicinais mais indicadas para seu tratamento.


Plantas medicinais ideais para diminuir o ácido úrico do organismo


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Todos temos um nível de ácido úrico no organismo, mas enquanto esse nível está equilibrado não há problema. Entretanto, quando nos alimentamos da forma incorreta acumulamos o que se conhece como purina, que são rejeitos procedentes da contaminação das proteínas de carnes animais, além do café e das bebidas alcoólicas, principalmente.


E o que acontece quando existe um excesso de ácido úrico no corpo? Surge o que conhecemos como gota, que nada mais é do que a dor nas articulações causada por uma inflamação. E atenção, o risco mais extremo que podemos sofrer é quando podem se gerar falhas renais ou hepáticas, é preciso considerar esse ponto.


Outro dado a considerar é que o ácido úrico causa uma elevação do pH do sangue, podendo causar falhas em diferentes órgãos, queda das defesas do organismo, cansaço, doenças, fragilidade óssea, etc.


Então, o que fazer para reduzir a incidência de ácido úrico e evitar esses problemas graves? Primeiramente, eliminar o consumo de carnes vermelhas, proteínas animais, de gorduras, embutidos, álcool, farinhas refinadas, sal, açúcar, bebidas gasosas, etc…


Ao mesmo tempo, é preciso melhorar a alimentação, adicionando o consumo de vegetais, frutas, cereais. É ideal, por exemplo, aumentar o consumo de aveia, morangos e cítricos como o limão, a toranja, laranjas, etc. são opções maravilhosas.


Além disso, também é interessante conhecer as plantas medicinais que podem nos ajudar. Obviamente elas não vão substituir nenhum medicamento, mas servirão como um excelente complemento, como infusões que se tomadas diariamente ajudarão a depurar o sangue. Conheça-as melhor a seguir:


1. Plantas diuréticas que eliminam as purinas


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Anote: cavalinha, dente-de-leão e infusão de alcachofra são ingredientes que permitirão eliminar o excesso de líquidos, depurar toxinas, limpar o sangue e o sistema linfático e facilitar um efeito diurético excelente.


Aumentar a eliminação da urina nos ajudará precisamente a eliminar toda essa purina que as infusões limparão de nosso organismo. Será realmente benéfico.


Cairá muito bem, por exemplo, tomar as infusões depois das refeições principais. Você pode escolher a que ter parecer melhor em cada momento, pois todas elas são ideais para tratar o ácido úrico.


2. O efeito protetor do cardo mariano


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Sem dúvidas você já conhece as grandes virtudes do cardo mariano. É um grande protetor do fígado e de todas as funções hepáticas, que incluem seu efeito depurante, a formação de proteínas e a transformação de amoníaco em ureia.


O cardo mariano oferece antioxidantes e ajuda o fígado a depurar, tudo isso contribui, por sua vez, para a limpeza de nosso sangue, livrando-o da purina e dos excessos de proteínas que acabam degradando-se em nosso corpo. Que tal se começarmos o dia com uma infusão de cardo mariano? É possível encontra-lo em lojas naturais tanto como infusão como em comprimidos. São fantásticos!


3. O harpago ou “garra-do-diabo” para desinflamar


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Ela não é muito conhecida, mas vale a pena provar dos efeitos dessa raiz terapêutica e curativa. É magnífica para tratar esse tipo de doença, atua diretamente sobre nossos músculos e articulações, diminuindo a inflamação causada pelo acúmulo do ácido úrico.


Se você já sofre de gota te ajudará muito, aliviando a dor e melhorando a mobilidade das articulações. Também pode ser encontrada em lojas de produtos naturais e é perfeita para tomar sempre que sentir dor, como analgésico natural. Não se esqueça da raiz de harpago.


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Substitutos naturais para produtos cabelo



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Cuidados com os cabelos é uma preocupação para a maioria das mulheres. No entanto, você deve sempre optar por produtos artificiais para obter o máximo de nosso cabelo. E assim, hoje eu sugiro alguns substitutos naturais para ajudar você a cuidar do seu.

Óleo de Argan como um condicionador sem enxágüe


Se você gosta do efeito de não-lavagem condicionador no cabelo, você deve tentar substituir que as compras para algo tão simples como o óleo de argan. Você vai notar que de imediato, o cabelo é mais fácil de estilo, e também participa de seu brilho natural.

Melaço utilizado como uma pomada hidratante


O melaço é um desses ingredientes na cozinha que pode servir para cuidar do seu cabelo. Para perceber a sua revitalização e poder de hidratação, você só tem que aplicá-lo no cabelo e deixe descansar por pelo menos 30 minutos.


O azeite de oliva como um tratamento térmico


Se você quer que seu cabelo brilho e recuperar a força e tenho visto que os tratamentos de óleo quente são caros, você pode tentar o azeite natural. Você vai ver que tem o mesmo efeito e você não precisa ir à procura, já que normalmente está na sua cozinha.


A manteiga de karité como mousse


Se você está acostumado a usar espumas ou mousses, então é melhor tentar colocar um pouco de manteiga de karité na palma de suas mãos e esticar no cabelo como você iria tentar o produto substituído. Você vai notar a hidratação e nutrição quase instantaneamente.


Limão como um spray refrescante


O suco de limão pode ser seu melhor aliado para atualizar o cabelo. Diluir 50% com água e jogá-lo em um frasco spray irá ajudá-lo a manter a gordura e gordura sob controle, e também trazer mais brilho ao seu cabelo na primeira aplicação.


Como você pode ver, é muitas vezes os produtos naturais que temos na cozinha, ou suplementos de beleza que têm mais propriedades. Então, eu acho que vai ser muito fácil de implementar esses substitutos para produtos de cabelo. Você tem coragem de testar suas qualidades em casa?

Conheça a longan e os seus benefícios

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De origem indiana e muito cultivada na China, a longan ainda não é uma fruta muito popular em Portugal, apesar de seus vários benefícios para a saúde. Conhecida também por olho de dragão, a longan é bastante consumida em sopas, sobremesas e lanches na Ásia Oriental.


Composta principalmente por hidratos de carbono, cálcio, proteínas, vitamina C, A, B1 e B2, o olho de dragão também é uma grande fonte de ferro e potássio – por isso, é bastante utilizado na China para combater e prevenir a anemia em crianças.


Quando está fresca, a fruta é adocicada e lembra o sabor do melão. Nesse estado, é indicada para reduzir febres. A fruta seca, por outro lado, ajuda a acabar com as insónias. Além disso, o olho de dragão ainda conta com propriedade calmantes e tonificantes.


Os seus nutrientes ajudam ao fortalecimento do sistema imunológico, na produção de glóbulos vermelhos e na cicatrização de lesões.