O cálcio é um dos elementos mais importante no organismo humano. Para manter os osso fortes e resistentes, nas várias etapas da vida, é necessário ingerir diariamente alimentos ricos em cálcio. Devemos ingerir lacticínios diariamente por uma razão simples: o cálcio presente neste grupo de alimentos é mais facilmente absorvido pelo organismo. No entanto, existem outros alimentos, não lácteos, que apresentam quantidades elevadas de cálcio. Numa consulta à Tabela da Composição de Alimentos Portugueses, podemos verificar 15 alimentos, que apresentam uma elevada concentração de cálcio:
Assim, devemos garantir que o nosso organismo possui este importantíssimo mineral na quantidade ideal. Para isso, e uma vez que através da alimentação nem sempre é possível, a Natiris conta com CALCORAL, um suplemento100% de origem natural, com cálcio biodisponível proveniente de coral japonês rico em minerais e oligoelementos, magnésio e vitamina D3, útil em caso de osteoporose, fragilidade óssea, fracturas e deficiências em cálcio.
Recomendado a mulheres em fase peri e pós menopausa, homens a partir dos 50 anos, grávidas ou mulheres em período de amamentação, vegetarianos e pessoas que não consomem produtos lácteos.
Alguns alimentos permitem prevenir até 90% dos casos de diabetes do tipo 2 (não genético). A começar por aqueles que contêm açúcares lentos. É o caso das leguminosas, dos cereais integrais, dos legumes e dos frutos, nomeadamente os morangos, dos quais existem estudos que confirmam os seus efeitos protectores. A eliminar: produtos transformados, por causa do seu açúcar, que é rapidamente assimilado, e que obriga o pâncreas a segregar fortes quantidades de insulina. O mesmo se passa com as gorduras: evitar as gorduras saturadas e privilegiar o ácido oleico do azeite, com um poder altamente anti-inflamatório. Algumas especiarias, tais como a canela, melhora a tolerância à glucose e bloqueia a reacção de glicação, que danifica as paredes dos vasos sanguíneos. A mesma coisa para a pimenta preta e o timo. Quanto à curcuma, reduz a taxa de glucose no sangue.
Picolinato de Crómio 250 mcg
O Picolinato de Crómio é um microelemento essencial também denominado “GTF”, (Glucose Tolerance Factor) ou Fator de Tolerância à Glucose.
Este mineral que ajuda a aumentar a eficiência da insulina é o Picolinato, que deriva de um aminoácido, permite ao organismo utilizar o crómio de uma forma mais segura e eficiente na sua biodisponibilidade.
A Diabetes Mellitus 2 (DM2), é uma doença sistémica, crónica, responsável por alto índice de mortalidade causada por complicações agudas e crónicas, resultante de deficiência na exercreção de insulina pelo pâncreas, resistência periférica à ação da insulina ou de ambas.
Os principais tecidos envolvidos na resistência insulínica (RI) são os músculos e o tecido adiposo, o que faz aumentar de peso, como perder massa muscular magra.
Recomendação de uso
Diabetes. Reduz a necessidade de Insulina. Regula valores de glicémia. Aumenta a tolerância à glucose. Na redução do apetite por doces.
Tipo de ação
Ativa as enzimas envolvidas no metabolismo da glucose, na síntese das proteínas e dos lípidos, efeito regulador da taxa de glucose no sangue e na urina. Produção de insulina, hormona que controla a utilização da glucose.
Chamamos bagas aos frutos pequenos e saborosos que são consumidos frescos, directamente da planta, para aproveitar o máximo sabor e valor nutricional. Elas são nutricionalmente importantes pela sua riqueza em vitamina C, fibras solúveis e pectina.
Algumas bagas, tais como os arando e as groselhas têm propriedades medicinais muito úteis. Elas fornecem uma grande quantidade de vitamina C quando comidas frescas, mas uma vez que a maioria das bagas são também ácidas, mesmo quando são congeladas ou enlatadas continuam a fornecer uma grande quantidade da dose diária recomendada de vitamina C.
Devido á sua cor brilhante e há quantidade significativa de pectina que têm, muitas bagas são excelentes para fazer geleias e compotas. Elas são também populares em molhos, pudins, adicionadas aos assados e para fazer cocktails. Que bonita fruta para os dias festivos!
Os mirtilos contêm antocianósidos anti-bacterianos, os quais têm uma ação na circulação sanguínea, e os torna numa útil ajuda no tratamento de veias varicosas, cistítes e outros problemas urinários. Eles são muito agradáveis quando comidos crus, ou nos tradicionais queques de mirtilos. No entanto, o açúcar que contêm podem causar diarreia, se comidos em excesso.
Durante décadas, o sumo de arando era utilizado no tratamento e prevenção de cistites agudas e crónicas recorrentes, e uma série de estudos científicos vêm agora confirmar esta sabedoria utilizada pelos nativos. O arando contém um componente que reveste as paredes da bexiga, rins e ductos coletores, que impede que as bactérias se unam a estes tecidos sensíveis, onde elas normalmente vivem e se multiplicam. Um copo de sumo de arando diariamente é dez vezes mais eficaz a matar as bactérias urinárias do que os antibióticos convencionais.
GROSELHAS NEGRAS
As groselhas negras são uma fonte extremamente rica de vitamina C, que contém quatro vezes mais do que o seu peso equivalente de laranjas. A vitamina C contida nesta baga minúscula torna-a um poderoso antioxidante, protegendo-nos contra doenças cardíacas, problemas circulatórios e contra as infecções. Elas contêm também quantidades significativas de potássio mas muito pouco sódio, tornando-as úteis na retenção de líquidos e no tratamento da hipertensão arterial.
O aparelho circulatório divide-se em 2 partes: o sistema arterial e o sistema venoso. As artérias transportam o sangue do coração para os órgãos. As veias desempenham o papel oposto, fazem refluir o sangue “usado” ou “azul” para o coração. Estes dois sistemas são ligados pelos capilares que permitem as trocas entre o sangue, os tecidos e as células do organismo. O coração bombeia o sangue usado das veias para os pulmões, para o oxigenar antes de o enviar novamente para as artérias.
As paredes das veias são finas e flexíveis. Muitas veias, particularmente as das pernas, são munidas de válvulas. Uma vez que o Homem tem uma posição vertical, o sangue presente nas veias das pernas deve contrariar a gravidade para poder subir para o coração. As veias das pernas são por conseguinte dotadas de múltiplas válvulas dispostas de quatro a cinco centímetros, que se abrem e se fecham novamente à passagem do sangue e impedem o refluxo do sangue para baixo.
A aspiração do sangue dos pés para o coração é o resultado de vários mecanismos. Assim, a compressão da abóboda plantar, a contracção dos músculos dos tornozelos e das coxas puxam o sangue para cima. Os movimentos respiratórios facilitam igualmente o trabalho e diminuem a pressão do tórax em cada inspiração. É por isso que caminhar é o exercício físico que permite limitar os riscos de insuficiência venosa.
Nos países industrializados, 20 a 30% das pessoas têm varizes.
A partir dos quarenta, uma mulher em cinco e um homem em dez já foram afectados.
95% dos casos são de varizes primárias.
As outras, varizes secundárias, prejudicam as veias profundas. As consequências são graves e comportam riscos de trombose venosa profunda e de tromboflebite.
Nos casos de varizes primárias:
Primeiro as pessoas sentem dor, seguida de sintomas como edema, pernas pesadas, cãibras e pontadas.
Percentagem de sintomas sentidos:
Dor: Aproximadamente 70%
Edema: Aproximadamente 60%
Pernas pesadas: Aproximadamente 47%
Cãibras: Aproximadamente 39%
Pontadas: Aproximadamente 20%
As varizes resultam de uma dilatação das veias provocada pelo enfraquecimento das suas paredes. As válvulas não se podem fechar outra vez de modo completo permitindo o refluxo sanguíneo. O sangue acumula-se e estas veias perdem então a sua elasticidade e ficam tortuosas e fibrosas.
Complicações possíveis:
Eczema varicoso – erupção na pele, vermelhidão
Úlceras varicosas – não cura rapidamente, frequentemente crónico
Vermelhidão (edema) nos tornozelos – sobretudo no fim do dia
Ruptura de varizes – provoca uma hemorragia interna ou externa
Dermite ocre – pigmentação definitiva e anormal ao nível dos tornozelos
Flebite – inflamação da veia, podendo mesmo provocar uma embolia pulmonar
As hemorróidas são varizes das veias do ânus. A pressão nas veias na junção do recto e do ânus força a válvula e favorece o desenvolvimento de hemorróidas.
As veias dos testículos podem também tornar-se varizes. Este estado chama-se varicocelo.
As varizes podem aparecer também na região da vulva (varizes vulvares).
Factores de predisposição
Hereditariedade: em cerca de 2 em cada 3 casos, parece existir uma tendência familiar mas nenhum gene específico foi isolado para explicá-la.
Idade: a elasticidade das veias e a sua capacidade de se contraírem diminui com a idade. As veias têm então mais tendência para se danificarem.
Obesidade: as veias das pernas são suportadas pelos tecidos fibrosos situados exactamente sob a pele. O excesso de tecido adiposo não oferece um apoio suficiente e permite que as veias se distendam.
Estar de pé ou sentada muito tempo: agrava o combate contra a gravidade.
Pressão: uma vez que a parede das veias é fina, qualquer aumento de pressão entre elas causa a sua distensão. Esta pressão pode resultar da gravidez, de um excesso de peso ou da obstipação.
Hormonas: as mulheres correm mais riscos devido às flutuações hormonais no período premenstrual, na gravidez e na menopausa, que enfraquecem as paredes venosas. A pílula anticoncepcional é posta em causa.
Consumo de álcool e tabaco.
Os sinais clínicos de insuficiência venosa crónica (IVC) podem ser classificados em 3 fases, de acordo com a gravidade.
Fase I: Fluxo sanguíneo obstruído ao nível dos tornozelos, sem afectar a pele.
Fase II: Sinais de obstrução do fluxo sanguíneo aos tornozelos, com afecção de pele como uma mudança de coloração, indurações ou eczema.
Fase III: Úlceras
Primeiros sintomas
Dor nas pernas
Cãibras nocturnas nas pernas
Pernas pesadas
Vermelhidão, pontadas, sensação de queimadura
Impaciências nocturnas
Sintomas avançados
Veias azuladas, dilatadas e dolorosas
Veias rebentadas
Protuberâncias isoladas ou em rosário ao longo
das veias
Inchaço dos tornozelos (edema)
Eczema e úlcera sobre as pernas
Coloração amarelada ou acastanhada na pele,
em particular nos tornozelos
As tromboses, ou seja a coagulação do sangue no sistema circulatório, formam-se geralmente nas veias. O sangue tem tendência para coagular quando a circulação diminui. O sangue que repousa nas varizes sinuosas circula lentamente e apresenta por conseguinte um maior risco de coagulação.
As tromboses venosas, o “coágulo na perna”, são caracterizadas pela coagulação do sangue nas vias cava dos músculos das pernas. Entre os factores de predisposição, conta-se o estar de pé prolongado, a imobilidade, a obesidade, a pílula contraceptiva e a idade.
Quando as veias trombosadas sofrem uma inflamação, dão lugar a uma tromboflebite. Quando uma veia comporta um coágulo de sangue, os tecidos vizinhos sofrem uma inflamação, levando à exsudação do sangue das veias. Na sequência da desvitalização dos tecidos, pode produzir-se uma inflamação e uma infecção.
A presença de coágulos sanguíneos na rede venosa profunda pode levar à embolia pulmonar (circulação de coágulos, designada embolia, através da corrente sanguínea que posteriormente se depositam na artéria pulmonar. É um estado grave que é necessário tratar o mais depressa possível.
Sintomas
Dor na região inflamada e sensibilidade ao toque
Vermelhidão, inchaço da zona afectada
Febre, mau estar geral
Factores de risco
Ter varizes
Gravidez
Permanecer em pé durante longos períodos
de tempo
Cateteres
Utilização de drogas injectáveis
O uso de Castanhas da Índia frescas para controlar a doença
-transformadas com um processo controlado
-cuja acção está cientificamente estabelecida
Apenas as castanhas da Índia frescas de proveniência selvagem são utilizadas no fabrico.
A tintura é preparada de acordo com um processo de fabrico controlado.
Os produtos Aesculaforce estão padronizados com aescina (50mg/comprimido, 2% gel)
O ácido linoleico conjugado (CLA) é um derivado do ácido linoleico, um ácido gordo essencial encontrado principalmente nos óleos vegetais.
Quimicamente falando, ácido linoleico conjugado refere-se a vários isómeros (moléculas com a mesma fórmula molecular, mas com propriedades físico-químicas bastante diferentes) de um mesmo ácido gordo.
O CLA é também um anti-oxidante natural que possui propriedades que podem acelerar o metabolismo das gorduras, auxiliando assim, na perda de peso e massa gorda em zonas específicas do corpo, tais como abdómen, pernas e ancas.
Como funciona o CLA?
Embora os mecanismos não tenham sido totalmente descrito, existem indicações de que o CLA atua em duas células: nos adipócitos (células que armazenam gorduras e regulam a temperatura corporal) e nas células musculares (onde ocorre a queima da gordura para obter energia).
O nosso organismo contém uma enzima chave, chamada lipoproteína lipase (LPL), para ajudar na digestão e na diminuição da gordura absorvida e acumulada. Como? O CLA tem a capacidade de inibir esta enzima, ocorrendo uma diminuição da gordura absorvida e acumulada.
Desta forma, as gorduras não conseguem entrar nas células e como não podem ficar na corrente sanguínea, são, então, canalizadas para o músculo onde irão ser utilizadas para produzir energia, tonificar e trazer-lhe, ainda, mais suavidade.
Além disso, o CLA inibe a diferenciação dos pré-adipócitos em adipócitos, diminuindo o número de células de gordura no corpo.
Benefícios do CLA
A utilização do CLA ajuda:
A reduzir a massa gorda;
Nos processos de emagrecimento, principalmente quando o objectivo é esculpir zonas específicas do corpo, sem necessidade de recorrer à prática de exercício físico extenuante, nem de dietas restritas;
No aumento da massa corporal magra,
A aumentar a força muscular e a resistência durante a atividade física;
Como antioxidante
Com CLA, aumentar a massa muscular sim, gordura não!!!
A maior parte de homens e mulheres experimenta ao longo da vida uma diminuição mais ou menos súbita da flexibilidade das articulações do corpo.
Este facto, a que pode corresponder alterações nas cartilagens, conduz ao aparecimento de alguns sintomas que apesar de terem grande variabilidade individual, se apresentam habitualmente como dor, rigidez e dificuldade de movimentação.
Existem muitos tratamentos disponíveis para aliviar esses sintomas, contribuindo para melhorar a qualidade de vida, preservando a função das articulações. Os agentes analgésicos incluindo os anti-inflamatórios não-esteróides, são maioritariamente recomendados.
No entanto a utilização de agentes analgésicos particularmente os anti-inflamatórios não-esteróides, está contra-indicada em algumas situações clínicas e a sua recomendação deve ter sempre em linha de conta os seus efeitos secundários.
Segundo um estudo publicado em 2011 no British Medical Journal, a esta terapêutica, estão associados ainda alguns riscos que vão desde um aumento de problemas cardiovasculares a distúrbios gastrointestinais.
No entanto, para os pacientes que não podem prescindir dos anti-inflamatórios não-esteróides, eles são benéficos particularmente em situações associadas à dor crónica ou aguda, com particular vantagem na utilização tópica.
No entanto, as boas práticas clínicas sugerem que o tratamento de algumas patologias que resultam de alterações anatómicas, como a osteoartrose, sejam na sua fase inicial geridas através da utilização de dieta e exercício físico.
Contudo, um conjunto crescente de evidências, inicialmente epidemiológicas, mas progressivamente com estudos em animais e de intervenção humana têm mostrado o interesse de algumas substâncias utilizadas em alimentação podem ter na saúde humana em particular em homens e mulheres de idade avançada.
Falamos das proteínas onde está incluído o colagénio.
AS ARTICULAÇÕES
Utilizamos as articulações diariamente, em todos os movimentos e gestos que fazemos, e nem damos por elas, a não ser quando nos doem, ou, em casos mais graves, nos incapacitam.
A osteoartrose é a doença crónica de maior prevalência em Portugal, calcula-se que possa atingir mais de 20% da população adulta.
Na osteoartrose, também conhecida como osteoartrite ou simplesmente artrose há uma diminuição da espessura da cartilagem, o que resulta numa redução no espaço articular, permitindo o contacto mais próximo entre os dois ossos, com consequentes repercussões nas articulações e dor e incapacidade tensional associados, principalmente nos joelhos, ancas, mãos e coluna vertebral.
É desse fenómeno que resultam as principais queixas dos doentes: a dor, a rigidez matinal e a dificuldade na mobilidade.
A osteoartrose pode surgir sem causa aparente, sendo classificada como primária ou idiopática (sem causa conhecida). A existência de um fator responsável pelo seu aparecimento classifica-a como osteoartrose secundária. São várias as condições relacionadas como agentes causais de osteoartrose secundária, particularmente as doenças metabólicas, distúrbios anatómicos, traumatismos, artrites e infecções.
O COLAGÉNIO NAS ARTICULAÇÕES
Muitas substâncias proteicas que constituem a alimentação habitual, têm nos últimos anos sido alvo de importantes avaliações em relação aos efeitos benéficos na saúde humana.
Estes nutrientes parecem não só ter, um efeito protector sobre alguns sistemas do corpo humano, como exercem simultaneamente um efeito terapêutico, com elevado potencial biológico, em determinadas patologias.
O colagénio é uma fonte de aminoácidos. É também a proteína que existe em maior quantidade no corpo humano, fazendo parte do tecido conjuntivo e da matriz extracelular. Tem uma função essencialmente estrutural.
Com o envelhecimento, a produção interna de colagénio diminui e, todos os órgãos e sistemas onde este tem um papel importante, podem ser afectados.
Assim, a diminuição das concentrações de colagénio podem conduzir por exemplo, entre outras, a alterações estruturais profundas a nível muscular, na pele, cartilagens e articulações.
A ESCOLHA DO MELHOR: O COLAGÉNIO HIDROLISADO
O processo digestivo normalmente degrada as proteínas em peptídeos e aminoácidos que são posteriormente absorvidos aumentando a sua concentração na corrente sanguínea. É necessário por isso, que o colagénio proteico obtido através da dieta seja primeiramente digerido, depois absorvido através da mucosa intestinal e passe para a corrente sanguínea.
Acontece no entanto que, o processo digestivo do colagénio proteico é muitas vezes incompleto, pela resistência às enzimas proteolíticas, resultando em péptidos de grande dimensão que torna a sua absorção muito difícil, e tornando-se indigeríveis.
Hoje em dia, é possível utilizar suplementos alimentares com colagénio. No entanto, o colagénio não hidrolisado apresenta problemas idênticos ao colagénio obtido a partir dos alimentos no que diz respeito ao processo digestivo, não sendo absorvido na sua totalidade. Os suplementos alimentares que contenham colagénio hidrolisado que se transforma facilmente em pequenos péptidos e aminoácidos prontos a serem absorvidos, são mais eficazes. Com elevada biodisponibilidade, este colagénio para ingestão oral, tem benefícios resultantes da sua elevada absorção intestinal, mais de 90% e, a acumulação do hidrolisado nos tecidos cartilagíneos.
Vários estudos já revelaram os efeitos benéficos de certos nutrientes no que diz respeito à saúde das articulações. O colagénio hidrolisado tem provado até ao momento ser um dos suplementos alimentares mais prometedores. A absorção rápida do colagénio hidrolisado através do intestino duplicou a quantidade de nutrientes acumulados nos tecidos cartilaginosos de indivíduos tratados, quando comparados com os indivíduos do grupo placebo*. Estes resultados demonstram que o hidrolisado de colagénio alcança os tecidos e se pode acumular pouco a pouco.
A avaliação clínica da acção do Colagénio hidrolisado será um tema importante nos próximos anos em muitas equipas de investigadores na procura de resultados mais robustos com ensaios mais alargados.
De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), a esperança de vida aumentou. Não se pode negar essa verdade, no entanto nem sempre se sabe envelhecer. O envelhecimento precoce deve-se, muitas das vezes, a uma alimentação inadequada. É então que surgem os fantasmas da nossa civilização: aumento da taxa de colesterol, o inimigo silencioso que não escolhe idade e que tem o coração como alvo preferido.
Sabe-se também que um dos principais factores de risco para o aparecimento da doença cardiovascular é o colesterol elevado. A alimentação inadequada, tabagismo, stresse, fatores genéticos e sedentarismo são algumas das causas que aumentam os níveis de colesterol no sangue que afeta cerca de 60% da população.
De acordo com as recomendações da OMS, considera-se valores elevados de colesterol acima de 190 mg/dl.
Mas afinal o que é o colesterol?
O colesterol existe naturalmente no nosso organismo. É uma substância necessária às funções vitais, alimenta as células, é importante na síntese das hormonas e para o bom funcionamento do organismo. É a este que chamamos “bom colesterol” ou HDL. O outro, o “mau colesterol” ou LDL, é o que se deposita nas artérias, o que está em excesso e que é fruto de um mau funcionamento hepático ou de uma alimentação desequilibrada abusando de gorduras animais saturadas e açúcares.
O colesterol para circular no sangue necessita de ser transportado associado a proteínas. São as chamadas lipoproteínas: HDL (de alta densidade), e LDL (de baixa densidade). As LDL transportam o colesterol do fígado para as células e quando está em excesso ele vai depositar-se na parede das artérias tornando-se num perigo latente para o coração.
Pelo contrário, o HDL faz o retorno do colesterol das células para o fígado onde virá a ser eliminado. Este bom colesterol funciona como um verdadeiro sistema de limpeza.
A presença demasiado elevada de colesterol no sangue supõe um factor de risco de doença coronária. Como tal, e como se trata de um inimigo silencioso e invisível, deverá ser controlado regularmente.
Porém esta doença pode ser prevenida, na maioria dos casos, se diminuirmos o consumo de gorduras saturadas. Não necessitamos de eliminar as gorduras, mas sim saber seleccioná-las. O estilo de vida sedentária, o stresse e o tabaco são também grandes inimigos que têm uma influência enorme neste problema. Devemos também ter em conta os factores genéticos, certas doenças hepáticas e renais, obesidade, diabetes e mesmo alguns medicamentos.
O organismo humano beneficia com o consumo de gordura, nas proporções recomendadas (25-30% do valor energético diário). Ela é uma das principais fontes de energia para as nossa células, transportam vitaminas lipossolúveis, como A, D, E e K, dão sabor ao alimentos entre outros efeitos benéficos para o equilíbrio do estado de saúde. Mas quando consumidas em excesso, começam então os problemas de saúde.
Existem gorduras visíveis: gorduras que já foram separadas da sua fonte (alimento) e que podem ser identificadas e medidas (banha, manteiga, margarina, óleos alimentares).
Gorduras invisíveis ou “escondidas”: gorduras que não são separadas do alimento, inclui a gordura contida na carne, ovos, queijo, leite, frutos secos, cereais, entre outros.
Mas nem todas as gorduras são más para o colesterol….
Então o que devemos ou não escolher para a nossa alimentação no sentido de manter os níveis de colesterol aceitáveis:
Gordura monoinsaturada (reduz o colesterol mau e aumenta o bom): Azeite, óleo de amendoim, óleo de colza, óleos de açafroa e girassol ricos em ácido oleico ou ómega-9, frutos oleaginosos (amêndoas, nozes, amendoim, avelã, etc.), abacate.
Gordura Polinsaturada (aumenta o bom colesterol). Existem dois tipos de gorduras polinsaturadas: os ácidos gordos ómega-3 e os ácidos gordos ómega-6.
Ómega-3: sardinha, salmão, sarda, cavala, arenque, truta (rica em EPA ou ácido eicosapentaenóico, e DHA ou ácido docosahexaenóico), nozes, sementes de linhaça e os seus óleos, óleo de colza, óleo de soja não hidrogenado
Ómega-6: sementes de girassol, soja, sésamo, noze, milho e seu óleos, gérmen de trigo.
Gordura Saturada (aumenta o mau colesterol): Manteiga, queijo, carne, salsichas, hambúrguer, etc., leite e iogurtes gordos, tartes e massas, banha, margarinas duras, gorduras para pastelaria, óleo de coco.
Gordura Trans (óleos parcialmente hidrogenados) (aumenta o mau colesterol): algumas gorduras para fritar (ex. óleos vegetais parcialmente hidrogenados), utilizados nas bolachas, produtos de pastelaria, produtos lácteos, carne gorda de bovino e ovelha.
Mas não são apenas as gorduras que interferem no colesterol. Uma vez que a alimentação diária deve ser equilibrada e variada, colorida também, para nos fornecer todos os nutrientes necessários ao nosso bem estar, prevenindo certos tipos de doenças, porque não incluir também produtos que influenciam beneficamente os níveis de colesterol, tais como:
Alcachofra, aumenta a produção de bílis contribuindo, não só para uma melhor digestão dos alimentos, como também para ajudar a diminuir os níveis de colesterol;
Alho, possui uma substância chamada alicina que ajuda a aumentar os níveis de HDL (colesterol bom);
Arroz integral, cujo seu alto conteúdo em fibra ajuda a expulsar o colesterol;
Spirulina, ajuda a fluidificar o sangue e baixar o LDL (colesterol mau);
Mirtilos, que de acordo com uma investigação publicada no British Journal of Nutrition, cerca de 2% da dieta baseada neste fruto baixa o colesterol total e o LDL e melhora o HDL em percentagens de 12%, 15% e 8% respetivamente;
Cebola, cujos compostos sulfurosos que possui ajudam a reduzir os níveis de gordura no sangue e a manter as paredes arteriais “limpas”;
Couves, que para além dos seus compostos sulfurosos, contém também niacina e fibra;
Frutos secos, a sua gordura ajuda a aumentar o HDL, colesterol bom, e a sua fibra excelente para eliminar o LDL, mau colesterol;
Legumes, além de não possuírem colesterol, contêm fibra para ajudar a expulsão das gorduras;
Maçã, porque possui uma grande quantidade de pectina, fibras vegetais que possuem uma dupla ação: pode reter um grande volume de água, ajudando a prevenir a obstipação e ajuda a reduzir os níveis de colesterol e de açúcar no sangue;
Peixes azuis (sardinha, salmão, etc.), possuem ácidos gordos ómega-3, que contribuem para controlar os níveis de colesterol e proteger o sistema cardiovascular;
Tomate, que possui um poderoso antioxidante chamado licopeno. Quando esta substância existe, em doses elevadas no plasma, existe uma menor na oxidação do colesterol LDL.
O que podemos então alterar?
A alimentação – comer mais frutas e vegetais, ingerir peixe azul 2 a 3 vezes na semana, evitar as carnes gordas e principalmente as vermelhas, coma alimentos ricos em fibra, limite a ingestão de gorduras saturadas e trans;
O Exercício físico – não só ajuda a controlar o peso e o stress, como também ajuda a diminuir os níveis de colesterol;
O Controle do peso – pessoas com excesso de peso correm mais riscos de desenvolverem problemas cardiovasculares;
O stress e a ansiedade – Procure transformar as suas atividades diárias em algo que lhe dê satisfação;
O tabaco – ele aumenta a frequência cardíaca, contrai as artérias e pode causar graves irregularidades nos batimentos cardíacos, aumentando a carga de trabalho do coração. A melhor solução é mesmo deixar de fumar.
A ingestão de álcool – modere a sua ingestão, dois copos de vinho tinto por dia para os homens e um para as mulheres, favorece a circulação.
Vigiar os níveis de colesterol com regularidade – lembre-se que é uma doença silenciosa.
Faça destes pequenos conselhos um ponto de partida para melhorar a sua qualidade de vida. Proteja o seu coração!